<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11538882\x26blogName\x3dLa+force+des+choses\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLACK\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/\x26vt\x3d-290933400104219020', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
La force des choses
22.7.08
 
O Bezerro de Ouro
Ver no dinheiro o excremento do Diabo é o erro arcaico do Cristianismo católico, retomado pelos idealistas do marxismo. Ambos pretendem iludir-se e ignorar que o dinheiro faz parte do mito humano e da sua cultura.
Foi primeiro, o veículo, o selo, a senha que permitiu aos irmãos conjurados conhecerem-se entre si, associarem-se e guardarem segredo sobre a conspiração que os levou a matar o pai.
Depois foi a pátria dos sem-pátria.
Mais tarde, a riqueza das nações.
E, com o tempo, transformou-se num excitante.

O dinheiro é uma relação cultural primordial e indeclinável e não apenas uma relação inorgânica oposta à Natureza e possível de suprimir por um acto de pura vontade.
O dinheiro é, finalmente, a nostalgia da idade do ouro.
É, talvez, o seu aspecto mais melancólico.
Mas – esse é o problema – o dinheiro não compra a imortalidade.


Victor Cunha Rego, DN/ Os dias de amanhã 1993-99

Etiquetas: , , ,


21.7.08
 
Não venho aqui dar lições de moral

Ao que parece, o encerramento do congresso dos jovens socialistas, ontem no Porto, deu para o nosso primeiro-ministro entrar numa de progressista, a picar a nova Manuela do PSD: “Não venho aqui dar lições de moral. Muito menos venho aqui para vos dizer que o principal objectivo da família é a procriação”

Lembrei-me logo do que diria o imã: Estes ocidentais corruptos, escravos do lucro e do juro, cujos homens se beijam sem pudor na rua, cujas mulheres se espojam nuas nas praias, cujos jornais exibem sem freio as maiores blasfémias contra a lei de Deus, não merecem nada menos do que o castigo exemplar.

Depois, o Huntington é que exagera…
Bom, mas quanto à questão em epígrafe… se por um lado tenho muita dificuldade em compreender que o objectivo da família seja a procriação – que família? a monoparental? a avó que vive com o neto? a tia com o sobrinho? – também devo de confessar alguma perplexidade, perante o imperativo homossexual de legalizar o casamento.
Talvez porque eu venha de um tempo em que a malta se estava cagando para o casamento, juntavam-se os trapinhos e pronto. O casamento era um costume burguês, eivado de preconceito religioso, verdadeira canga ao pescoço. Daí a instituição, primeiro do divórcio, depois da separação de bens, agora o fim do divórcio litigioso, sempre... da liberdade.

Sou católico e aceito as uniões do mesmo sexo. Considero é o casamento como uma instituição de raiz religiosa e nunca entendi este paradoxo “progressista”; por um lado a puxar pelas liberdades, por outro com miméticas retrógradas e submissões a jugos desnecessários.
Em nome da igualdade?
Mas já viram no que se metem?
Será que a razão vai voltar alguma vez às cabeças, e que deixaremos de acreditar no que nos dizem, para passar a acreditar no que nós mesmos vemos?

Etiquetas: , ,


20.7.08
 
10. Grosser Preis Von Deutschland

Aquilo que parecia destinado a ser uma corrida sem história, irrompeu num grande espectáculo após o estoiro de Glock. A McLaren manteve Hamilton em pista quando todos foram à box e teve sorte.
Arduamente, muito arduamente, o inglês conseguiu hoje em Hockenheim, a quarta vitória do ano.
O filho do grande Piquet, que veio do fundo do pelotão, também teve a sua tarde de glória, subindo ao segundo lugar do podium.
Parece que a formula um renasceu, e eu espero, do coração, que o sonho de Lewis Hamilton - falhado no primeiro ano de F1, por um mísero ponto - se concretize esta época.


Austrália - Hamilton (Mc Laren/Mercedes)
Malásia - Raikonnen (Ferrari)
Barhein - Massa (Ferrari)
Espanha - Raikonnen (Ferrari)
Turquia - Massa (Ferrari)
Monaco - Hamilton (Mc Laren/Mercedes)
Canada – Kubica (Sauber/BMW)
França – Massa (Ferrari)
Inglaterra – Hamilton (Mc Laren/Mercedes)
Alemanha – Hamilton (Mc Laren/Mercedes)
Hungria (3 Ago)

Etiquetas: , , ,


18.7.08
 
Visita de cortesia
Navego no calor indolente, dividido em tensões viciosas: não trabalhar e estar (ecologicamente) quieto. Para não espremer a mioleira, de si débil, fui-me a visitar um notável marketeer, em tempos conúbio daqui de casa, em busca de coisas mais giras.
Assim, pude apreender este belo resumo de estratégias, na nobre arte de encantar serpentes.

Etiquetas: , ,


16.7.08
 
Pronto! tinha de ser... rendi-me ao Tamagoshi

Etiquetas: ,


15.7.08
 
1940 Adlertag: o dia da àguia
Nestes dias de guerra, a Alemanha a ocidente, a União Soviética no leste, dominam o espírito da Europa. O novo governo fascista da Roménia optou por se juntar, no início de Julho, ao Eixo Roma-Berlim. Do outro lado, a URSS de Stalin anexou os estados bálticos (Estónia, Letónia e Lituânia).
Após longas discussões o almirante Raeder, comandante da marinha alemã, conseguiu convencer Hitler, dos risco tremendo que é atravessar o canal, com navios cheios de tropas, e a não prosseguir com a Operação Seelowe sem primeiro derrotar a RAF, conseguindo a supremacia aérea.
Estes argumentos da marinha, aliados à habitual fanfarronice de Goering - já enganou Hitler em Dunquerque e outras, bem mais graves, se seguirão certamente - levaram à directiva nº 17: destruição da aviação inglesa.

Frente a frente estão 600 caças Hurricane e menos de cem modernos Spitfire ingleses contra as impressionantes frotas aéreas da Luftwaffe: 1.200 bombardeiros Heinkel 111 e Dornier 17, mais de 1.000 caças Me 109 e Me 110.
O mau tempo atrasou a ofensiva aérea até há poucos dias. Mas desde do dia 13 (o dia da àguia), que vagas de bombardeiros e caças alemães se lançam ao ataque sobre as costas do canal e o sudoeste da Grã-Bretanha.
Hoje realizou-se o maior ataque aéreo de sempre sobre a Inglaterra. 1.800 aviões alemães em cinco vagas, sobre uma frente de 500 milhas. Pela parte britânica entraram em combate 22 esquadrilhas. Perdas de 76 aviões alemães contra 34 britânicos.
Recomeçou a guerra, agora pelo ar…

Etiquetas: , ,


13.7.08
 
Pó, lama e neve... e gente, muita!

Descobri este vídeo aqui. Brilhante reportório das sensações dos rallies - metal rangente e escapes a cuspir fogo, numa rural confusão - do início da década de oitenta. Vê-se pelos carros, de que os Lancia Rally e Stratos (do saudoso Munari) são exemplo. Os sítios variam desde as florestais britânicas do RAC, passando pelas neves do Monte, até às classificativas portuguesas.

Onde a tourada for maior será quase sempre Portugal, com destaque para Sintra - cujas famosas noites loucas, sempre me pareceram o equivalente português das noites do Turini, lol

Etiquetas: , ,


12.7.08
 
Nunca confundas movimento com acção

Etiquetas:


8.7.08
 
Animator vs Animation

*alanbecker on deviantART

Etiquetas:


6.7.08
 
Azedo
Ele acha que tem Cavaco Silva nas mãos e que este é a sua alma gémea. E que com ele conta para as suas políticas duras.Em breve descobrirá que se engana. Cavaco Silva será tudo menos um incondicional. (António Barreto no Público 23 Jan 2006)

Foi por isto que votei Alegre, apenas e só, um homem íntegro sem jogo escondido (não votaria nele para primeiro ministro). Sócrates tentou aplicar uma política dura, de reformas, e eu apoiei-o; por isso votei nele.
Agora, após a "lua-de-mel", após a “cooperação estratégica”, chegámos aqui:
O actual Presidente da República não diz nada por acaso. E não foi por acaso que escolheu o dia seguinte à entrevista do primeiro-ministro à RTP para falar de obras públicas (…) Mais tarde, alertou para a “difícil situação” do país e para o facto de o “endividamento poder atingir situações insustentáveis”.Como se não bastasse, ontem o semanário "Sol" noticiava que o Chefe de Estado pediu há dois meses informações ao primeiro-ministro sobre os estudos financeiros das novas concessões rodoviárias e até agora não obteve qualquer resposta.Cavaco tem muitas reservas sobre as obras, que também têm sido o cavalo-de-batalha de Ferreira Leite desde que foi eleita líder do PSD, enquanto o Governo insiste diariamente na realização dessas obras, o que faz adivinhar dias ainda difíceis nas relações dos inquilinos de Belém e São Bento.

Talvez até discorde de algumas obras, como o TGV, mas já no caso do aeroporto acho-o essencial, até porque a maior parte do investimento é privado, até porque são obras para se fazerem ao longo de anos e não de repente.
Mas, por muito que discorde dos planos do governo, a questão situa-se noutro plano; quem é que é governo? A quem são assacadas responsabilidades pelo que é ou não realizado neste país? …
Mais: “Cavaco Silva entende que uma das suas principais funções como Presidente da República é cumprir o seu dever de fiscalização e acha que, em matéria de obras públicas, o Governo não lhe está a fornecer os dados”; sendo que a principal instância de fiscalização do executivo, entre eleições, é o parlamento, não o presidente.


Está a acontecer: Cavaco, o político hábil, presidente; Ferreira Leite, cavaquista, é candidata a primeiro-ministro; É uma questão do Poder e como sempre... quem tem poder, exerce-o. Veremos...

Etiquetas: ,


 
From Zambezi to Limpopo, may leaders be exemplary
Mas o general Constantine Chiwenga, comandante militar do Zimbabwe, respondeu ao presidente que a escolha não era só dele.

Os dados obtidos pelo Post tornam claro que os militares, que perderiam fortuna e influencia se Mugabe deixasse o poder, não estavam prontos a perder simplesmente porque os eleitores tinham assinalado com uma cruz o nome de Tsvangirai nos boletins de voto.
“Um pedaço de papel não pode governar um país” disse a 4 de Abril ao Politburo do partido, Solomon Mujuru, um antigo comandante da guerrilha que já foi comandante do exército.

Craig Timbert, Publico/Washigton Post - 6/7/08

Etiquetas: , ,



Powered by Blogger