Visita de cortesia
Navego no calor indolente, dividido em tensões viciosas: não trabalhar e estar (ecologicamente) quieto. Para não espremer a mioleira, de si débil, fui-me a visitar um notável marketeer, em tempos conúbio daqui de casa, em busca de coisas mais giras.
Assim, pude apreender este belo resumo de estratégias, na nobre arte de encantar serpentes.

Etiquetas: blogs, ernesto, marketing
Não me importar
A forma como interiorizo a frase “não me importo” implica uma outra: “não me importo, porque me importo” (como diz o Jrd)Quero dizer que, é por responsabilidade - com os outros - que aceito as diferenças com as quais me não importo.
Significa que a liberdade tem expressão fundamental na tolerância, em aceitar um agir e um pensar diversos.
Como já referi aqui “a liberdade só é real na linha do encontro e não da demarcação”.
Aliás, se quisessemos um lema para a intolerância, para o fanatismo, bastaria inverter os termos: “importo-me (não admito) porque não me importo (de obliterar o outro)”
É sob este signo que respondo ao desafio:
1. Não me importo de responder, porque me importo com quem me desafiou
2. Não me importo de morrer, porque não me importei de nascer
3. Não me importo de ouvir, porque me importa aprender
4. Não me importo de mudar, porque me importa a verdade
5. Não me importo de partilhar, porque me importa amar
6. Não me importo de passar a bola, porque quero deixar uma herança… mesmo que depois a recusem, lol
As regras (lidas aqui) são:
- Dizer 6 coisas que não se importe de fazer ou de ter.
- Colocar o link da pessoa que o "mimou".
- Colocar as regras no blog.
- Desafiar 6 pessoas, deixando um comentário nos seus blogs
Designo minhas herdeiras universais deste desafio as estimadas alminhas:
Lutz*, IO*, Muska, CC, Susana, Nuno, Maria
*aqui dou uma oportunidade de me mandar às malvas, como antes já fiz, lol
Lutz e a página 161
É pá, Lutz! :(
Só agora, indo ao Technorati vi o desafio. Andei muito por fora e só agora é que vi. Ainda assim dás-me um mote, para despachar um autor que aprecio e tenho junto.
A 5ª frase completa (boa por sinal) da página 161 do Ensaio sobre os dados imediatos da consciência de Henri Bergson, Edições 70, 1988, tradução de João da Silva Gama, é esta:
“Mas, em vez de concluir que a duração real é heterogénea – o que, ao elucidar esta segunda dificuldade, teria despertado a sua atenção para a primeira – Kant gostou mais de situar a liberdade fora do tempo, e de levantar uma barreira insuperável entre o mundo dos fenómenos, que deixa para o entendimento, e o das coisas em si, cujo acesso nos proibiu.”
Mil desculpas, e a esta altura já nem preciso encadear ninguém, por perda de oportunidade. O que me apraz, lol
Etiquetas: bergson, blogs, filosofia, kant, lutz
Filminhos de cinéfilo básico
Foi a minha amiga IO que primeiro me chamou a esta correnteza. Escusei-me com uma espécie de ausência virtual.
Agora veio o Luís, e pronto. Não arranjo mais desculpas.
Revi a minha história cinéfila – que é a de um portuga básico que às vezes vai ao cinema – e descobri que afinal mais do que pensava. A idade avançada tem disto… chegar a montes de filminhos que me marcaram em cine-teatros.
Mas os apanhados da net têm o defeito de só lembrar grandes filmes, deixando para trás outros, não fixados pelas audiências, que podem ter sido mais importantes no contexto pessoal. Mal ou bem, o exercício teve apesar de tudo o efeito de lembrar.
Com muita vontade de escolher um deles, lembrei-me dos antigos desde Metropolis de 1927 até Gone with the wind com Clark Gable, The great dictator (visto pelo próprio Hitler) de Chaplin, Citizen Kane de Orson Welles ou o romance de Casablanca; ou ainda da estética visual do Ivan de Eisenstein (proibido no salazarismo) e da estética existencial do Sétimo selo de Bergman.
Com vontade, recordei também os filmes pontuados pelas mulheres mais boazinhas que Deus nos deu, como a Bardot de Et Dieu… créa la femme (não é assim Miguel?), da Loren de La Ciociara, da Bisset de La nuit americaine e Under the Volcano, até à Jessica Lange em O carteiro toca sempre duas vezes; ou outros, pontuados pelas iniciações sexuais adolescentes (para mim tocantes) de Summer of '42 ou de The graduate que me revelou um jovem chamado Dustin Hofman guiado pelas mãos de uma tal Mrs Robinson ao som Simon&Garfunkel;
Vieram-me nomes como Peter Sellers, onde escolhia Doctor Srangelove ou, noutro registro, Peter O’Toole em que prefiro Lord Jim (o Heart of Darkness de Conrad), ou noutro ainda, a Deneuve de luxo em Indochina; vieram-me títulos soltos como o Soldier Blue (Sand Creek) do par Peter Strauss/Candice Bergen, como o grande fresco da modernidade italiana de Bertolluci, Novecento, ou do Japão medieval no Ran de Kurosawa, tão diferentes como impressionantes;
Apareceram-me também as grandes séries como James Bond, Star wars de Lucas, ou a saga de Tolkien, Lord of the rings, que não considero coisas menores, mas grandes objectos de prazer, um prazer igual àquele com que lia antigamente séries aos quadradinhos;
Podia igualmente escolher os meus filmes de guerra: Apocalipse now de Coppola, Saving private Ryan de Spielberg, Cross of Iron de Peckimpah ou o recente Letters from Ivo Jima de Eastwood; ou então os meus preferidos de ficção como 2001 de Kubrik, Highlander (só o primeiro) com o grande Connery e um Christopher Lambert como nunca mais vi, no meio da música dos Queen, o Alien ou o Blade runner de Ridley Scott;
Poderia recorrer às intelectualidades cinéfilas como o Godard de À bout de souffle, o Fellini de Dolce vita - com Amarcord um dos meus preferidos - ou mesmo do Pop dos sixties em Blow up;
Mas por fim, depois da dificuldade da depuração (sem contar os esquecidos) o meu gosto pequeno burguês, verdadeiramente meu, nomeou estes cinco (mais um):
1. Les vacances de monsieur Hulot (1953) de Jacques Tati, com algo de Chaplin, era o gag paciente e mudo, critico da civilização tecnológica numa França destruída e abalada pelo pós-guerra

2. Grand Prix (1966) de John Frankenheimer - Simplesmente o melhor filme de culto das corridas de automóveis (aparecido quando não havia nada). Gravei para sempre aquelas voltas emocionantes, de Monte Carlo a Monza. Acresce um Yves Montand (meu actor essencial) campeão do mundo.

3. Un homme et une femme (1966) de Claude Lelouch - O romance e a música, tava lá tudo, desde a França dos sessenta, ao sobrinho de Trintignant (o piloto de Grand Prix) a treinar num Ford GT40, passando pela bleza da Anouk Aimée.

4. One flew over the cuckoo's nest (1975) de Milos Forman - Talvez o meu preferido entre todos. A contra cultura no que foi designado por Anti-psiquiatria. E uma interpretação inesquecível de Jack Nicholson mais o chief Bromden. Cinco Óscares de uma vez.

5. Million dollar baby (2004) de Clint Eastwood - Lindo e brilhante, mas hesitei entre com a soberba despedida do mestre Ingmar com Saraband. Mesmo assim, opto pela revelação (para mim) de Clint Eastwood como realizador… melhor que o actor...

6. Nuit et bruillard (1955) de Alain Resnais - Um grande documentário e um grande filme de Resnais sobre o fundo do Holocausto, dez anos depois, com imagens de arquivo. Acusado claro, de propaganda…mas não pude deixar de lado, o que há muito tempo me acordou, para a barbárie “civilizada”, vergonha para sempre da nossa espécie.

Mil egos à solta
Num bom artigo hoje, no Público, José Pacheco Pereira faz uma (mais uma) reflexão crítica sobre Metabloguismo: porquê e o quê escrevemos “on line”?A blogosfera, apesar de estar em expansão, continua a ser um fenómeno de minorias. Mas consegue dar uma interessante amostra da nossa vida intelectual e cultural - não somos sofisticados em linha, se somos trogloditas cá fora - reflectindo as grandes pulsões da Polis nos nossos dias: a sociedade espectáculo e a demagogia.
Jpp releva a desvalorização da palavra escrita em relação à imagem em movimento, como sendo uma marca do tempo actual, recordando-me as proféticas “Seis propostas para o próximo milénio” de Ítalo Calvino: a leveza, a rapidez, a exactidão (nesta falhamos, muito), a visibilidade, a multiplicidade...
A blogosfera é “uma câmara de ressonância da pobreza da nossa vida cívica”, mas “com a diferença que nos blogues o retrato é mais brutal porque mais arrogante e mais solto”; selvática diria eu... uma visão anti-rousseau.
Por outro lado, os blogues além de reflectirem cultura, também fazem mudar.
Jpp crê identificar uma nova “cultura de blogue”, superficial e feita de pouco mais do que leituras na “net”.
Para ilustrar os efeitos do fenómeno, Jpp socorre-se do velho mas sempre presente Eça: "Juízos ligeiros, vaidade, intolerância – eis três negros pecados sociais que moralmente matam uma sociedade!
Maneira superficial, leviana e atabalhoada de tudo afirmar, de tudo julgar."
Jpp refere razões egoístas com regras de jogo próprias, afirmativas, assentes num envolvimento fortemente narcísico e auto complacente.
De facto sobressaiem elementos desses, no conteúdo e na forma de cada blogue, até nos pormenor, como o de fechar ou abrir da caixa de comentários, por exemplo.
No meu caso reconheço duas forças de atracção como o narcisismo por um lado e a necessidade reconhecimento externo por outro. No entanto, e aqui contesto Jpp, a blogosfera também nos ajuda a construir; ou porque obrigou a uma ética, que por mim tento que seja cristã, paciente, tolerante e não egoísta – evitando escrupulosamentea agressão gratuíta – nisso superando mesmo o meu comportamento na vida real; ou porque obrigou a estudar antes de editar, a cuidar um mínimo do que se escreve, e também nesse sentido ao saber e à disciplina.
A este propósito dizia Calvino sobre a Multiplicidade: (…) quem somos nós, quem é cada um de nós senão uma combinação de experiências, de informações, de leituras, de imaginações? Cada vida é uma enciclopédia, uma biblioteca, um inventário de objectos, um catálogo de estilos, onde tudo pode ser continuamente remexido e reordenado de todas as maneiras possíveis.
Etiquetas: blogs, comunicação, pacheco pereira
Meu anjinho da guarda surgiu ontem no meio da noite escura.Olho negro, corpo machucado e asa virada ao avesso.
Mais uma vez andou à luta com diabos, diabretes, anjos de grande porte e arcanjos.
Depois desse desvario Deus ralhou com ele, puxou-lhe as orelhas, e de castigo teve de rezar quarenta Aves Marias e cinquenta Pais-Nossos.
Sosseguei-o, disse-lhe que Criador era tonto, que andava de cabeça perdida por causa do buraco do Ozono, que não ligasse.
daqui
Etiquetas: blogs, maria joão, viver
Postal do Repouso

Les Cites Obscures
Quedando quieto, muito quietinho, meditando no Big Bang, respirando o mínimo, alimentando-me de soro…
Então, o consumo de energia reduz-se escandalosamente, e não há défice que resista (dica pró o ministro filósofo).
Re-volto, agradecendo a todos a paciência de cá vir;
também tive saudades dos ciberespaços.
Um mega abraço
Ucronia

Les Cités Obscures
E vou de férias
Para um outro Não-lugar,
Onde o tempo não passa.
Rock and roll is here to stay
It's better to burn out
Than to fade away
My my, hey hey.
(Neil Young, Out of the blue)
Até já,
Até sempre…
Portem-se como puderem.
A Natureza do Mal

Friday, June 27, 2003
Há dois anos que começou.
Só dei por isso quando Respirava no ar do Jpn.
Conheci o Bonirre, a Sofia e o Luís no fim do 2004, nas angústias do Tsunami.
A antologia é de emoção e visão, carinho e desalinho; foi o que me deixou ligado.
O Mal é o meu primeiro blog;
e hoje é o único blog do mundo.
Parabéns amigos.
"Tu vais ter que me matar
Eu ficarei sempre para ti
Esse remorso fatal
Desconheço a voz de Deus
Só conheço a voz do Mal"
(Dos Xutos)
E o cometa transmutou-se em estrela...

De A Natureza do Mal (única fonte credível)
Miss Zazie from The Indiscrete Window
Post Scriptum: Peço a compreensão de O Mal e da própria, mas a alegria não me autoriza contenção.
Etiquetas: blogs
Alegre Prazer

Hoje tenho o gosto singular de "ressuscitar" na Terra da Alegria.
Etiquetas: blogs, terra da alegria
Sic transit gloria mundi

Office des Passages Obscurs
A glória do mundo é transitória;
É assim que S. Paulo define a condição humana.
E no entanto continuamos sempre na busca de um reconhecimento.
Por vezes, quando terminamos uma jornada, seguindo um determinado sentido de vida, apercebemo-nos com desorientação, de que não sabemos já para onde ir.
E agora? Tínhamos construído uma base, que agora já não serve, o que implica romper laços estabelecidos.
Mas aprendes sempre alguma coisa.
Ficam sempre elementos que permitem compor uma nova estrutura;
Ou seja, podes sempre escolher: prosseguir ou desistir.
Há um momento de transição, de revolução, mas mantém-se o impulso;
Um impulso para prosseguir no caminho em frente;
A esse impulso chamamos por vezes a busca do “sentido da Vida”;
E esse sentido, qualquer que seja, implica sempre algum reconhecimento.
Em ultima análise perante ti próprio.
Senão desistes…
Saude e Fraternidade
Sábio de erudição e humor,
é hoje aniversariante,
um dos blogs nossos preferidos.
Afectuosos parabéns Masson
Porque sou cristão
Hoje, sou escriba na estimada Terra da Alegria!
Etiquetas: blogs, religião, terra da alegria
2 anos
Quando eu, senhora, em vós os olhos ponho,
e vejo o que não vi nunca, nem cri
que houvesse cá, recolhe-se a alma a si
e vou tresvaliando, como em sonho.
Isto passado, quando me desponho,
e me quero afirmar se foi assi,
pasmado e duvidoso do que vi,
m'espanto às vezes, outras m'avergonho.
...
(Francisco Sá de Miranda)
Parabéns Jpp
Etiquetas: abrupto, blogs, sá de miranda
Escaldado

Ontem ao passar na Cris senti fundo uma carência de uma vida, um desejo de juventude sempre adiado.
Como é possível ter vivido um século em Portugal e nunca ter ido a Queima?
Porque "quem a vive...não esquece!"
Morse para lampiões
No opiniondesmaker encontrei isto humorísticamente dedicado aos famosos seis milhões.
A estratosfera está a aquecer para o grande dia que se aproxima.
Etiquetas: blogs, bola, tretas
Ao campeão nacional 2004/2005
Compartilho deliciado esta pequena ironia Maschâmbica (procedente do Sépia )um recente comunicado da Liga Portuguesa de Futebol ao nosso Glorioso de estimação.
Etiquetas: blogs, bola, tretas
Sobreviver aos maus encontros
A propósito de sobrevivência encontrei esta preciosidade no Purse Lip Square Jaw;
O Zombie Survival Guide que nos dá todo o saber necessário, para ultrapassar com êxito, o nosso próximo encontro com um qualquer "morto vivo" (e há tantos por aí).
Inquirição Livresca

Fotografia Mário Furtado
Respondendo à amabilidade da Sofia :
1. Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
O "Cristo recrucificado" de Nikos Kazantzaki (Ed. Ulisseia), porque mostra o confronto da moral fechada (medo e razão), com a moral aberta (amor com intuição), teorizada por Bergson em "Les deux sources"; mostra como a vida se repete dramáticamente, … todos os dias.
É dos poucos que seria capaz de decorar (em grego é que não), pela simples razão de já sentir aquilo tudo.
2. Já alguma vez ficaste apanhadinha(o) por uma personagem de ficção?
Sim, há muito tempo, houve uma pessoa. Conheci-a nas bandas do Evening Standard em 63; Miss Modesty Blaise.
Porque crescendo só entre bandidos, aprendeu a sobreviver e transformou-se em Magia. Mas quando tentei chegar-lhe, já havia Willy Garvin.
3. Qual foi o último livro que compraste?
- Nova História de Portugal Vol. III, Direcção de Joel Serrão e A.H. oliveira Marques, Ed. Presença 1995 (acho que é a melhor, tem 13 volume creio)
- Economia, P. Samuelson e W. Nordhaus, Mac Graw Hill 1999 (para a ciência da escassez, chega-me e sobra)
4. Qual o último livro que leste?
- Funcionários de Deus, Eugen Drewermann, Ed. Inquérito (descobri um novo evangelho: ler cada teólogo que excomungarem. A sério)
5. Que livros estás a ler?
- Historia de las relationes internationales contemporâneas, Coord. Juan Carlos Pereira, Ed. Ariel 2001 (um excelente manual da coisa)
- O Universo Elegante, Brian R. Green, Ed. Gradiva 2000 (brilhante, até um burro como eu fica em êxtase)
- Presságio de Fogo, Marion Zimmer Bradley, Difel 1997 (irmos à guerra de Tróia com a ficcionista do meu coração)
6. Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
Aqui cuidado, não escolhendo bem podemos morrer de "fome".
- United States Army Survival Handbook (uma boa ideia do Lutz; dá muito jeito e este é o melhor)
- Bíblia Sagrada, Ed. British Foreign Bible Society, Londres 1968, versão portuguesa de João Ferreira de Almeida (Deus descrito pelos homens, pra se ir lendo durante a vida)
- Henri Bergson Oeuvres, Editions du Centenaire, Paris PUF 1959 (Porque se só puder ler um filósofo, é este. Tirou-me as palavras e deu-me o infinito; não passo sem ele)
- Obras completas de Fernando Pessoa (10 volumes), Lisboa, Ed. Ática, 1942-73 (Ele e os heterónimos todos, porque são uma Metafísica primitiva que assombrou toda a minha vida ; Só podendo ler um poeta, este basta-me)
- Obras completas de Eça de Queiroz (15 volumes), Porto, Lello&Irmão, 1946-48 (Porque nele releio toda a prosa portuguesa, desde um jovem agreste nas Farpas, até a um velho instalado em Paris, mas com nostalgias das Serras)
7. A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?
Pela estima e também pela curiosidade sobre os seres míticos da estrato esfera.
Não gosto de cadeias néticas, mas considero esta excepção interessante, porque se os olhos são janelas da alma, a escolha do que se lê dá-nos impressões da mesma. Escolher é dizer por onde vou, e quando só se puder fazer uma escolha, essa deve dar-nos a essência da alma.
Por isso pedi à Muska, ao Daniel, e ao Masson.

