Le colonel Charles de Gaulle, commandant de la 4e division cuirassée de réserve
Que resultados não teria obtido, durante estes ultimos dias de Maio, um corpo de elite blindado, de que, aliás, já existiam numerosos elementos ainda que desmotivados e dispersos, em vez de uma pobre divisão frágil, incompleta, improvisada e isolada?Se o Estado tivesse feito o que devia fazer; Se quando ainda estava a tempo, tivesse orientado o seu sistema militar para a acção e não para a passividade; Se, consequentemente, os nossos chefes tivessem disposto do instrumento de choque e de manobra que com frequência se tinha proposto ao poder e ao comando; então, os nossos exércitos teriam tido a sua oportunidade e a França teria reencontrado a sua alma.
Charles de Gaulle, Memoires de guerre, vol I
1940 Franceses falham contra-ataque em Montcornet
Perante o avanço de Guderian, cujos panzer ultrapassam Sédan, o coronel De Gaulle conseguiu convencer o estado-maior aliado, a dar uma oportunidade às suas unidades blindadas (equipadas com os pesados Char B). Esta tarde em Montcornet (antes de St Quentin no canal Sambre-Oise), os tanques franceses numa batalha furiosa, quase conseguiram vencer as colunas de tanques alemãs… até a Luftwaffe intervir, dispersando os franceses que perderam grande parte dos carros de combate. A supremacia aérea alemã começa a ser tão determinante, como a rapidez dos seus tanques.
O primeiro-ministro francês Daladier cedeu o seu lugar a Paul Reynaud após a catástrofe de Sédan. Churchill chegou também esta tarde para uma conferência com Reynaud e o comandante francês Gamelin.


1940 Rotterdam em chamas, a Holanda rendeu-se!

Após os paraquedistas alemães de Student, terem tomado a “inexpugnável” fortaleza belga de Eben-Emael, que protegia o canal Albert, o exército holandês retirou-se para a área de Amsterdam e Rotterdam (tracejado no mapa) A rainha Guilhermina, com a família real e o governo, fugiram para Londres,onde formaram um governo no exílio.
Lançado um ultimatum, mas antes deste expirar, a Luftwaffe fustigou brutalmente Rotterdam.
Perante o bombardeamento de civis, o comandante do exército holandês, general Winkelmans, deu ordem de rendição que entrou em vigor às 11:00H locais. Arthur Seyss-Inquart será nomeado comissário do Reich, apoiado por Mussert, o Fuhrer dos nazis holandeses.
Actualmente, só as tropas holandesas da Zelândia continuam ainda a bater-se.
1940 Os alemães estão em Sédan!
Os aliados franco-britânicos previam uma repetição do Plano Schliefen de 1914 (ataque pelo norte, Holanda e Bélgica), mas não o avanço pelas Ardenas, teoricamente inultrapassável segundo o marechal Pétain. 
1940 A Europa de novo em guerra

Desde de Setembro de 1939 que a Alemanha, e a França apoiada pela Inglaterra, se olham de frente sem fazerem praticamente nada.
Cerca de 135 divisões em cada lado (2.350.000 alemães frente a 2.860.000 aliados franco-britânicos, belgas e holandeses), apoiados por carros de combate (2.700 alemães frente a 3.000 aliados) e aviões (3.200 alemães face a 1.700 aliados).
Os aliados, particularmente os franceses, bebendo na teoria estratégica de generais da I guerra mundial, como Pétain, apostaram em posições estáticas, defensivas, cujo ícone era a famosa Linha Maginot; pelo contrário, os alemães apostaram nos movimentos rápidos e profundos dos panzer, conjugados com a aviação de ataque ao solo, verdadeira artilharia aérea, que abrem caminho à infantaria; ainda por cima, tudo isto (Blitz Krieg) foi experimentado em acção real na Polónia, seis meses antes.
Os tanques alemães, combinando poder de fogo, com elevada velocidade, organizam-se em unidades independentes (divisões panzer), ao contrário dos aliados que, embora em maior número, têm blindados dispersos pelas unidades de infantaria (não acreditam no movimento rápido); este facto conjugado com a vantagem aérea virá a ser decisivo na batalha da França.
Durante estes últimos seis meses, vivemos um clima de tensão e angústia, de quando em quando, alimentado pela notícia de algum afundamento pelos submarinos alemães, como o porta-aviões britânico Courageous nas costas da Irlanda. Mas aparte a fraca tentativa de penetração francesa, durante a invasão da Polónia no ano passado, a inacção reinou no continente europeu.
Claro que houve a guerra do Inverno, a tentativa russa de fazer à Finlândia o mesmo que os seus “aliados” alemães fizeram à Polónia, mais uma vez perante a impotência anglo-francesa. Entre Novembro e Abril, os massivos exércitos de Stalin sangraram - mais de 200.000 mortos contra cerca de 20.000 finlandeses - frente á determinação finlandesa. Stalin moderou-se, mas a Finlândia foi obrigada a ceder o istmo e parte da Carélia Oriental, bem como a passagem de Petsamo.
Contudo,apesar do negrume dos fados – o Reich, a França e a Inglaterra mantêm-se em estado de guerra - esperava que as relações internacionais acalmassem; houve pedidos, entre eles o de Roosevelt e o do Papa, para se voltar à Paz.
Mas o fantasma de 1914 não nos larga. Em Abril deste ano a Alemanha – com o abastecimento de ferro sueco, ameaçado pelo bloqueio naval britânico - invadiu, sem aviso, a Dinamarca e a Noruega (Weserubung) e os aliados desembarcaram também forças no norte do país. Os dois lados confrontam-se e em sucessivas batalhas aero-navais foram afundados mais de uma dezena de navios alemães.
A falta de iniciativas guerreiras no continente, alimentava-me, no entanto, a esperança de, apesar do impasse, o tempo consolidar um qualquer status quo; chamou-se a isto, em França, uma “drôle de guerre”, em Inglaterra, a “phoney war” ou na Alemanha “Sitzkrieg”.
Ontem tudo mudou... os bárbaros voltaram. Deus nos ajude!
1940 Fall Gelb
Os paraquedistas já saltaram e estão nas posições, aguardando o avanço dos panzer.Um oficial alemão consulta o relógio.
Na sua retaguarda, o dia começa a raiar,quando diz: Die strasse ist frei!
Às 5:30H em ponto, é lançado o assalto, e a longa coluna põe-se em marcha pelas estradas que atravessam os canais.
Sob o código Fall Gelb (Plano amarelo) as forças armadas do Reich penetram na Holanda, na Bélgica e no Luxemburgo. Acabou-se a brincadeira (drôle de guerre) e a Segunda Grande Guerra,verdadeiramente, começa...
Às 7:30H as tropas franco-britãnicas entram também na Bélgica e Holanda (Plano Dyle-Breda) para bloquear o avanço alemão.
Os aliados retiraram-se já da Noruega; em Londres, Chamberlain demitiu-se, e Winston Churchill formou um governo de coligação.
Administrativistas tauromáquicos (desabafo!)
Um toiro, quando se sente acossado encosta-se às tábuas, e ninguém o tira dali. Levanta os cornos, mas não sai de lá.
Há pessoas assim...
Xangai (4)
Modernice e tretas minhas
Parece-me, pela minha experiencia (vejo à minha volta), que o maior drama moderno talvez seja a possibilidade, cada vez maior, de se ter.E mesmo a multidão quando pouco tem... segue o exemplo. Esquece o ser e atribui todo o valor ao ter. Sem sequer depois se saber para quê.
Ora o ter não acrescenta nada à pessoa.
Faz parecer e não ser.
É esta a perpétua confusão: a ordem está invertida, a dimensão humana não está no ter, mas no ser.
Ter para Ser, desumaniza e afasta-nos de ser.
Contráriamente, Ser para Ter, significa saber o que se quer - que é sempre relativo ao Outro, e muito mais do que mero dinheiro - e sermos capazes de fazer tudo o que for preciso para isso, sacrifícios incluídos.
Nothing like a free lunch
The only means of inducing a man to work more and better is to offer him a higher reward. It is vain to bait him with the joy of labor.
Ludwig Von Mises, Human Action, p.589 (image Jack Silver)
O Jardim da Madeira
É para levar a sério.Alberto João é um líder carismático e um excelente político. Não me espantava se Maquiavel fosse o seu livro de cabeceira. Veio ao cheiro de poder e se não avançou até hoje - ao contrário desse outro carismático, sem bom senso, que dá pela graça de Pedro - foi por perceber a realidade social do continente, muito diversa do micro-cosmos madeirense, onde se impõe naturalmente. Mas se alguém por cá se assemelha a Berlusconi, é ele e não outro.
Por vezes dou por mim a pensar “porque não sacrificar a democracia a alguém que nos dê o importante, que é o bem-estar? e que se lixe a taça!...”
É por aqui, por esta porta, que vem o populismo; dá-nos o que pedimos… desde que entreguemos a alma. A situação italiana parece isso, o “cavalliere” ou o caos. A Madeira ainda mais, com as décadas de governos Jardim. Estou convencido que (ao contrário do que o próprio sugere) o Alberto João fez na Madeira aquilo que a malta de esquerda utopiza: uma “democracia social”. É só mudarem a caraça dele pela do Chavez e escutar-lhe as frases bombásticas, estilo "estou-me a cagar para..." por exemplo "a Assembleia da República" ou "nós não nos revemos na burguesia de Lisboa e Porto".
Houve na Madeira uma captura do poder político, que não admite réplica e que configura uma democracia política menor. Porquê? Porque esmaga pelo voto da maioria que vive incomparavelmente melhor do que há trinta anos, e até pede meças em termos nacionais.
Poderíamos discutir se será sustentável a prazo, mas isso não muda nada. O único problema para a Madeira será - como acontece em todas as lideranças carismáticas, de Salazar a Chavez, passando por Fidel - o dia em que o homem desaparecer.
Voltando ao assunto; o PSD é um partido cuja sociologia é mais permeável aos carismas. É sempre possível que as "bases" elejam alguém assim. Ainda há pouco o fizeram. Se conseguir unir gente, Alberto João é por isso a maior ameaça a Ferreira Leite. E se ele tiver o PSD na mão será a maior ameaça a Sócrates, ou seja, para o país.
Por isto, peço encarecidamente aos sócios do PSD, que não se deixem iludir por brilhos. Pensem nos vossos filhos. Sejam sérios.
Treinos
Também conhecido por namoro, o primeiro treino é fundamentalmente uma sucessão de sensações.Sensações que nunca se tiveram, ou que se perderam em relações anteriores, que se evaporaram.
Como em todos os treinos, os jogadores sabem que não estão a jogar a sério, estão apenas a ver até onde podem ir, sem dar tudo de si.
Olham-se, admiram-se, invejam-se, mas raramente se atacam.
José Gameiro, Nem contigo nem sem ti, Terramar 2004
Mais glória prá Ocidental praia Lusitana!

Os campeões da resistência 2007 (Le Mans series), Pedro Lamy e Stéphane Sarrazin ganharam os 1000 km de Monza, segunda prova do campeonato, batendo uma concorrência muito forte da Audi (Prémat/Rockenfeller) e da Pescarolo (Primat/Tinseau).
1000 km da Catalunha – Marc Gene/ Nicolas Minassian (Peugeot 908 HDI)
1000 km de Monza – Pedro Lamy/ Stéphane Sarrazin (Peugeot 908 HDI)
1000 km de Spa-Francorchamps (11 Maio)
24 Horas de Le Mans (14-15 Junho)*
1000 km de Nurburgring (17 Agosto)
1000 km de Silverstone (14 Setembro)
*não conta para o campeonato
Rally da Jordania (5)

Monte Carlo - Sebastien Loeb/Daniel Elena (Citroen C4)
Suécia – Jari Matti Latvala / Mikka Anttila (Ford Focus RS)
México - Sebastien Loeb/Daniel Elena (Citroen C4)
Argentina - Sebastien Loeb/Daniel Elena (Citroen C4)
Jordania – Miko Hirvonen / Jarmo Lehtinnen (Ford Focus RS)
Sardenha (16-18 Maio)
Montmelo (4)
Vão três para a Ferrari e duas para o campeão do mundoAustrália – Hamilton (Mc Laren/Mercedes)
Malásia – Raikonnen (Ferrari)
Barhein – Massa (Ferrari)
Espanha – Raikonnen (Ferrari)
Turquia (11 Maio)
Este Grande Prémio de Espanha fica marcado por um arrepiante acidente, parece que sem consequências de maior. Heiki Kovalainen – o parceiro finlandês de Lewis Hamilton, na McLaren – espetou-se numa barreira de pneus a alta velocidade, quando comandava a corrida, após as paragens de reabastecimento dos Ferrari. Kovalainen foi retirado do carro e colocado numa maca com um colar ortopédico e levado para o centro médico do circuito, onde os médicos disseram que ele estava consciente e em condição estável.
Brilho na fórmula 2

Não me importar
A forma como interiorizo a frase “não me importo” implica uma outra: “não me importo, porque me importo” (como diz o Jrd)Quero dizer que, é por responsabilidade - com os outros - que aceito as diferenças com as quais me não importo.
Significa que a liberdade tem expressão fundamental na tolerância, em aceitar um agir e um pensar diversos.
Como já referi aqui “a liberdade só é real na linha do encontro e não da demarcação”.
1. Não me importo de responder, porque me importo com quem me desafiou
2. Não me importo de morrer, porque não me importei de nascer
3. Não me importo de ouvir, porque me importa aprender
4. Não me importo de mudar, porque me importa a verdade
5. Não me importo de partilhar, porque me importa amar
6. Não me importo de passar a bola, porque quero deixar uma herança… mesmo que depois a recusem, lol
Lutz*, IO*, Muska, CC, Susana, Nuno, Maria
Dia da Liberdade
Esta é a madrugada que eu esperavaO dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Como tempo novo
Sem mancha nem vício
Como a voz do mar
Ganhar nos termos errados...

Nada mudou:
Ganhar nos termos errados é perder.
Perder nos termos certos pode vir a ser uma grande vitória.
Naturalmente, quem pensa a política assim não teme o confronto.
Também naturalmente, não é apreciado muito tempo.
in Carlos Leone sobre Sottomayor Cardia
Parlamento português ratificou Tratado de Lisboa
O parlamento português, de acordo com o artigo 161º i) da CRP, aprovou hoje o Tratado de Lisboa, que efectiva a pessoa colectiva de direito internacional, chamada União Europeia (ainda não o era). Sou pró europeu, mas desde de Maastricht que devia ter sido referendada a alienação de soberania.O governo actual prometeu e mentiu. A Convenção Europeia de 2004, impante, erigiu-se em fundadora de uma "Constituição", que não passava de um tratado entre nações. Tão mal saiu a graça, tal foi o susto, que levou uns a mentir e todos a engulir, sem mais, um Tratado (de Lisboa) simplificador desse "objecto politico não identificado" que confedera europeus.
Era absolutamente necessário; o "escamartilhão" frágil em que a Europa se transformou, difícilmente sobrevivia no mar encapelado global; mas politicamente é fraco... o tempo dirá quanto...
Agora... o que me chateou, foi ouvir todo o dia jornalistas a noticiarem a ratificação pelo parlamento. Ora, o parlamento apenas aprovou um tratado solene. Quem o vai ratificar é o senhor presidente da República (artigo 135º b).
E o pormenor parece de somenos, mas não é. Curiosamente, se o senhor Silva bater com a tola e mudar de ideias - aliás, a constituição nem um prazo estipula - pura e simplesmente não há tratado. E esta?
Aceitaria casar-se?Da exploração

Não estando com tempo para uma série de posts sobre Economia Política – que até me ajudava a actualizar as ideias – não quero deixar de dedicar ao caro Jrd, um esboço do que penso nesse domínio. E encaixado que estou numa ideologia (coisa fora de moda) não lhe será difícil descortinar-me as ideias. Devo contudo dizer, que após o famoso 25, fui à Democracia Cristã e até sócio do CDS, de onde me livrei após a chegada do populismo. Mas nunca vi grande diferença entre esta e a Social-democracia:
- Ambas rejeitam os sistemas políticos totalitários e transpersonalistas, à direita, os fascismos, como à esquerda, os comunismos;
- Ambas se distanciam dos sistemas económicos radicais, à direita, o individualismo liberal assente só no lucro, à esquerda, o socialismo marxista que assenta no colectivismo;
- Ambas se batem pela concretização de uma sociedade livre, justa, igualitária e humanista (todos termos que requerem, claro, aturada análise e mínima precisão:)
Daí que, hoje, confessando-me cristão e social-democrata - apesar de liberal e individualista, por temperamento - me atreva a apontar um trecho de uma velha encíclica, como princípio da questão “onde é que o explorador e os explorados se “encontram”…
“Não dás da tua fortuna – assim afirma Santo Ambrósio – ao seres generoso para com o pobre, tu dás aquilo que lhe pertence. Porque aquilo que te atribuis a ti foi dado em comum para uso de todos. A Terra foi dada a todos e não apenas aos ricos” (…) Ninguém tem o direito de reservar para seu uso exclusivo aquilo que é supérfluo, quando a outros falta o necessário. Numa palavra, o direito de propriedade nunca deve exceder-se em detrimento do Bem Comum, segundo a doutrina tradicional dos Padres da Igreja e dos grandes teólogos. Surgindo algum conflito entre os direitos privados adquiridos e as exigências comunitárias primordiais, é ao poder público que pertence resolvê-lo, com a participação activa das pessoas e dos grupos sociais. (Enc. Populorum Progressio, 23)
Da Responsabilidade à Compaixão
Cuidar do futuro viabilizando o possível obriga a coibir-nos, a vigiar para que não se tomem no presente posições, não se profiram palavras, não se use os tempos de uma forma que definitivamente o empobreça.A compaixão inscreve-se directamente neste cuidar, como sua expressão mais funda e mais íntegra; nela convergem as diferentes dimensões que compõem a responsabilidade.
A compaixão constitui a forma suprema da identificação: é-se mais si mesmo na exacta medida em que cresce a capacidade de nos identificarmos com a verdade dos outros; representa igualmente a forma suprema da responsabilidade, no abraço fraterno que rompe fronteiras.
Manuel do Carmo Ferreira
O Cristianismo não é, essencialmente, uma religião. Ladrões do Tempo
Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado: porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje: porque fizeram depois, o que se havia de fazer agora: porque fizeram logo o que se havia de fazer já.
Tão delicadas como isto hão-de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos.
O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir, a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.
Cinco a três... em grande!

Isso acabou por me multiplicar a alegria.
Dedico-a toda aos meus amigos "lampiões".
Que um abraço atenue a vossa amargura.
E ganhem ao Porto.







