<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11538882\x26blogName\x3dLa+force+des+choses\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLACK\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttps://scriptoriumciberico.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/\x26vt\x3d-2350520270513378043', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
La force des choses
18.2.10
 
O polvinho
Isabel Stilwell no editorial do Destak (17-02-10) foi buscar, com oportunidade – até pelas criticas do gentil Alberto – um artigo do director do Noticias da Madeira, Luís Calisto, onde este se insurge com os actuais protestos de virgens ofendidas contra o perigo da "asfixia democrática", demonstrado na Face Oculta. "Num País com a tradição democrática como a Inglaterra, Sócrates já não era primeiro-ministro" foi até dito até pelo próprio Jardim, escandalizado.
Diz Calisto a páginas tantas: Mas… e se Sócrates, mais do que querer, já tivesse comprado a TVI, alimentando-a com dinheiros públicos e proibindo a estação de divulgar a opinião de políticos não PS, reservando toda a antena para quem obedece ao regime rosa, tal como Jardim faz aqui com o Jornal da Madeira, dispensando-se de guardanapo?

E acrescenta ainda: E se Sócrates fizesse como o Sr. Jardim que calunia, insulta e enxovalha directamente os jornalistas com epítetos de corruptos, traidores, comunas, súcias, fascistas, tolos, incapazes, incultos, vingativos, desonestos, gente reles, mentes recalcadas, bastardos, exóticos, incumpridores de estatutos editoriais, ralé que não toma banho? E as jornalistas de vendidas, descompensadas, sovaqueiras.

"Aqueles que agora bradam contra os perigos para o Estado de Direito são os mesmo que quando vão à Madeira fecham os olhos", contudo "para provar o caso da Madeira, nem seriam precisas escutas, nem complicadas diligências, já que Alberto João Jardim faz questão de dizer e fazer tudo às claras", escreve Isabel Stilwell. É bom que se perceba, quando nos indignamos com Sócrates, a distância a que isto tudo está da Madeira, no mesmíssimo capítulo da liberdade de imprensa. Só para não soar tanto a cinismo continental… digo eu. (aqui o texto de Luís Calisto posto no Arrastão)

Etiquetas: , ,


17.2.10
 
O preço que pagamos é muito maior do que o destino político de José Sócrates. Desde 2001 que nenhum primeiro-ministro fecha o seu ciclo político de uma forma natural. A pouco e pouco, essa roda trituradora tem corroído a legitimidade dos governos e do próprio sistema político. E ninguém sabe com fazê-la parar.
(Miguel Gaspar, Público 16-02-2010)

Cada vez mais me parece, que o problema da corrupção, para além da indução através do poder (politico ou económico), para lá da pobreza também indutora, e por mais que se legisle, é essencialmente um problema de honestidade. De honestidade pessoal. Que tal começar por valorizar a ética, sendo honestos? Começando primeiro por nós mesmos… por cada um de nós.

Etiquetas: , ,


7.12.09
 
Corrupção
Vem agora o senhor presidente do Conselho de Prevenção da Corrupção (que coisa aberrante), e do Tribunal de Contas, Oliveira Martins (que prezo) dizer-nos que "o combate à corrupção começa no cidadão comum". E eu concordo, mas acrescentaria que a corrupção não deve ser vista como uma anormalidade, mas como uma questão de ética. Parece-me que, aquilo que pomposamente se desiga por "corrupção" não é mais do que o simples imperativo de ser honesto. Repito, a corrupção não é um complexo conceito teórico, é muito simplesmente falta de honestidade.
E já agora, direi que não acredito na honestidade do cidadão comum - pensamos sempre nos outros, raramente nos vemos a nós - nem creio que possamos extinguir o fenómeno, porque onde há poder, haverá fatalmente corrupção.
Podemos sim controlar a coisa, primeiro com a coragem de exigir decência, em vez de aceitar as fidelidades cúmplices (como costumamos fazer entre nós) e sobretudo reduzindo a pobreza. Porque talvez seja a pobreza o mais forte multiplicador da corrupção.

Etiquetas: ,


26.2.09
 
Perplexidades íntimas sobre a batota
Propriedade privada é aquela de que nós privamos os outros
(mais ou menos, o Agostinho da Silva in Textos Pedagógicos, vol. II, Âncora 2000, pág.102)

Na economia de mercado é assim… deve ou não, o estado, intervir na economia?
Claro que não. Enquando estivermos a ganhar, tá-se bem…
Sim, se estivermos a perder. Sobretudo se estivermos falidos.

No caso do banco privado é assim: somos investidores ou somos clientes?
Somos investidores se o negócio der, somos clientes se o negócio não der.


Atenção. Estou só a experimentar a cabeça...

Etiquetas: , ,


24.2.09
 
Do destroço

...tal como nós, quando o socialismo real causou em todos os lados os mesmos efeitos, pensámos que o mal estava nos homens maus e também no socialismo real, uma exigência de rigor devia levar os simpatizantes do capitalismo a admitir que o mau cheiro da panela destapada não vem só dos maus intérpretes da economia de mercado. (Luís in A Natureza do Mal)

Eu, que nunca pensei que os selvagens fossem naturalmente bons, li. Eu simpatizo com a liberdade em geral, e a de todos os bichos em particular, se é que isso implica "ser simpatizante do capitalismo". Eu também nunca pensei que os concertos ideológicos - digam comunismo ou digam mercado - nos salvassem da bestialidade ancestral. Mas a náusea, está de facto, tão activa, que com facilidade concedo: aceito que o mau cheiro não é específico de um ponto cardeal, o mau cheiro é mesmo intrínseco à coisa.

Quando hoje, aqui, há gajos que condenados, não pagam mais de 5.000 euros, por quererem putrefazer vereadores municipais. Quando aqui, hoje, há lixo a caducar - como se o deixasse de ser - ao fim de meia dúzia de anos, e os tribunais demoram o dobro disso a almejar uma condenação. Quando o único deputado, a tentar aqui algo de sério, contra o que publicamente fede, é exportado para lá do sol-posto e o que pedia vai para o caixote.
Talvez esteja na altura de voltar ao princípio. Começar por distinguir o que é mal do que é bem. Não sei. Saber que coisa queremos, que alma se tem…

Etiquetas: , ,


19.2.09
 
Summum, crede, nefas animam praeferre pudori, et, propter vitam, vivendi perdere causas
É coisa torpe, podes crer, antepor a vida à honra e, salvando a vida, perder a razão de viver. (Juvenal, Satirae 8.82)

Este verso de Juvenal, citado por Kant, citado por Bergson, exprime bem a força intrínseca do imperativo moral, e a depreciação que sofremos, quando a pureza dos motivos cede à auto-estima. Muito pouco apreciado, no tempo corrente...

Etiquetas: , ,


2.2.09
 
Feliz o pobre de espirito!
O que é belo, não é ser privado, nem mesmo privar-se, é não sentir a privação.
O acto pelo qual a alma se abre, tem como efeito ampliar, e elevar à pura espiritualidade, uma moral aprisonada e materializada em formulas.

Etiquetas: , ,


25.1.09
 
Penso que me é permitido concluir como um facto estabelecido pela história moderna que toda a gente, ou quase, num conjunto de circunstancias dadas, faz o que se lhe diz que faça; e, peço desculpa, há poucas probabilidades de ser o leitor a excepção, tal como eu não a fui.
Se nasceram num país ou numa época em que não só ninguém aparece para matar as vossas mulheres, os vossos filhos, mas em que ninguém aparece também para vos dizer que matem as mulheres e os filhos dos outros, dêem graças a Deus e vão em paz.

Mas mantenham sempre presente no espírito esta ideia: talvez tenham tido mais sorte do que eu, mas nem por isso são melhores do que eu. Porque no momento em que tenham a arrogância de pensar sê-lo, aí começa o perigo.
Jonathan Littell, As benevolentes, Dom Quixote 2007

Etiquetas: , ,


15.3.08
 
Memória roubada

A maior demanda humana consiste em saber o que devemos fazer para nos tornarmos num ser humano
Immanuel Kant

Etiquetas: , ,



Powered by Blogger