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La force des choses
4.3.09
 
No país dos matulões
Há dias, em Berlim, desprezando o que é desprezável, os seis poderosos reuniram o directório europeu (faz falta o Tratado de Lisboa) para preparar a próxima do que dá pela etiqueta de G20. Sarkozy ajudou à festa, com a sugestão nacional de condicionar ajudas à aplicação no hexágono.
Críticas azedas levaram a nova reunião, agora a 27 (último fim-de-semana) para
apaziguar melindres. Foi imediatamente precedida por uma outra, só de Leste, preparando a posição privada de 9 dos 27. Temos uma divisão clara entre poente e levante, entre ricos e pobres; e temos um directório dominado pelo tandem França/Alemanha (um bocado tenso, por sinal).

A redução do dinheiro, parece estar a gerar a desagregação do tecido produtivo. A redução da economia gera desemprego; o desemprego reduz os mercados, o que vai reduzir ainda mais a economia. A desagregação da economia leva à desagregação social, numa depressiva dinâmica de buraco negro.
Agrava-se a crise global, em retro-alimentação, com ciclos acelerados; piorando todos os dias, agora a leste em estados da União, agora a ocidente em países defendidos pelo euro, aquilo que fica em jogo é resvalar para o directório, é a lei do mais forte, com proteccionismos, a industria francesa para os franceses, a inglesa para os ingleses, etc.; e com desequilíbrios nas dívidas e taxas de juro entre estados da União, a breve prazo, o próprio euro ficará em causa.
Aquilo que, também está em causa, é a solidariedade dentro da União, isto é, a própria Europa. Para um país pequeno e endividado, não vemos alternativa a aceitar os tratados e nada para além dos tratados. O Tratado de Lisboa em vigor, apesar dos defeitos, seria hoje uma mais valia.

Perspectiva-se assim o teste decisivo da União:
- Proteccionismo ou Solidariedade

- Cada um por si, aceitando que egoísmos nacionais, destruam o mercado interno e arrisquem a moeda única, ou tratar todos os europeus como cidadãos, conjugando esforços, utilizando recursos dos que podem em socorro dos mais frágeis, criando os instrumentos.
Em empréstimos ao Leste parecem estar em jogo mais de mil milhões de euros (algum do BCP, senhor José Sócrates); o efeito do colapso financeiro, económico, social, mete medo aos ricos. Desta vez, ou lucro é de todos, ou adeus Europa.
Mas onde está a Comissão do José Manuel?

Com um orçamento europeu ridículo, onde está a resposta comum?
Onde a hipótese imaginada de títulos de divida pública europeus?
E a hipótese imaginária de um fundo para auxiliar os estados insolventes?

A única entidade independente que funciona na UE, contra vontade dos grandes, diga-se, é o Banco Central Europeu. Apostar em regras comuns aceites - o melhor que existe é o Tratado de Lisboa - na dimensão institucional, e apostar na integração na moeda única nas dimensões económica e financeira, parece tornar-se imperioso.
Será também, provável, porque a alternativa é cara, mesmo para os poderosos. Por isso, nesta desgraça, estamos optimistas. A necessidade aguça os miolos... e a esperança. Em ultima analise, a questão é politica. Por isso José Sócrates devia estar em Bruxelas, no domingo passado, e nos próximos.

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