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La force des choses
30.12.07
 
Um Depechemode bem tangueado. Começar menos mal 2008

Words like violence, break the silence

All I ever wanted, all I ever needed, is here in my arms
Words are very unnecessary, they can only do harm!
(enjoy the silence)

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29.12.07
 
Mil egos à solta
Num bom artigo hoje, no Público, José Pacheco Pereira faz uma (mais uma) reflexão crítica sobre Metabloguismo: porquê e o quê escrevemos “on line”?

A blogosfera, apesar de estar em expansão, continua a ser um fenómeno de minorias. Mas consegue dar uma interessante amostra da nossa vida intelectual e cultural - não somos sofisticados em linha, se somos trogloditas cá fora - reflectindo as grandes pulsões da Polis nos nossos dias: a sociedade espectáculo e a demagogia.

Jpp releva a desvalorização da palavra escrita em relação à imagem em movimento, como sendo uma marca do tempo actual, recordando-me as proféticas “Seis propostas para o próximo milénio” de Ítalo Calvino: a leveza, a rapidez, a exactidão (nesta falhamos, muito), a visibilidade, a multiplicidade...

Os blogues trazem uma “elite”, mas uma elite em grande parte anónima (mesmo quando se identificam) e portadora de uma mesquinha cultura de massas.
A blogosfera é “uma câmara de ressonância da pobreza da nossa vida cívica”, mas “com a diferença que nos blogues o retrato é mais brutal porque mais arrogante e mais solto”; selvática diria eu... uma visão anti-rousseau.
Por outro lado, os blogues além de reflectirem cultura, também fazem mudar.
Jpp crê identificar uma nova “cultura de blogue”, superficial e feita de pouco mais do que leituras na “net”.
Para ilustrar os efeitos do fenómeno, Jpp socorre-se do velho mas sempre presente Eça: "Juízos ligeiros, vaidade, intolerância – eis três negros pecados sociais que moralmente matam uma sociedade!

Maneira superficial, leviana e atabalhoada de tudo afirmar, de tudo julgar."

Mas reflictamos então, porque escrevemos?
Jpp refere razões egoístas com regras de jogo próprias, afirmativas, assentes num envolvimento fortemente narcísico e auto complacente.
De facto sobressaiem elementos desses, no conteúdo e na forma de cada blogue, até nos pormenor, como o de fechar ou abrir da caixa de comentários, por exemplo.
No meu caso reconheço duas forças de atracção como o narcisismo por um lado e a necessidade reconhecimento externo por outro. No entanto, e aqui contesto Jpp, a blogosfera também nos ajuda a construir; ou porque obrigou a uma ética, que por mim tento que seja cristã, paciente, tolerante e não egoísta – evitando escrupulosamentea agressão gratuíta – nisso superando mesmo o meu comportamento na vida real; ou porque obrigou a estudar antes de editar, a cuidar um mínimo do que se escreve, e também nesse sentido ao saber e à disciplina.
A este propósito dizia Calvino sobre a Multiplicidade: (…) quem somos nós, quem é cada um de nós senão uma combinação de experiências, de informações, de leituras, de imaginações? Cada vida é uma enciclopédia, uma biblioteca, um inventário de objectos, um catálogo de estilos, onde tudo pode ser continuamente remexido e reordenado de todas as maneiras possíveis.

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28.12.07
 
As Benevolentes ou a recusa da má consciência
"Si vous êtes né dans un pays ou à une époque où non seulement personne ne vient tuer votre femme, vos enfants, mais où personne ne vient vous demander de tuer les femmes et les enfants des autres, bénissez Dieu et allez en paix."
Les Bienveillantes de Jonathan Littell (pág. 26)


A cultura não nos protege de coisa nenhuma. Os nazis são a prova disso. Pode sentir-se profunda admiração por Beethoven ou Mozar e ler o "Fausto" de Goethe, e ser-se uma porcaria de ser humano.
(...) O que pretendo demostrar de todas as formas, com uma personagem como Max, é que também num período da História, aliar-se aos nazis, foi para muita gente uma opção ética. Não se trata de ter escolhido ficar do lado dos maus. (...) Os que escolheram os nazis fizeram-no conscientes de que tomavam um caminho para eles ético, cujos erros ou imperfeições deviam ser melhorados.

(...) Continua a ser para mim um mistério.
O facto de se organizarem assassinatos maciços, o facto de que uma pessoa possa matar outra, é que acho estranho, raro, que enquanto aqui estamos alguém possa estar a torturar, num qualquer sotão, um ser humano.
(...) parece-me estranho que na cabeça dessa gente possa caber a possibilidade de amar os filhos, a familia e ao mesmo tempo torturar os seus semelhantes ou filhos de outros. Tentei analisar e ver através dos olhos de Max (...)
Jonathan Littel (Prémio Goncourt 2006) em entrevista no ípsilão do Público de 28 Dezembro 2007

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27.12.07
 
Benazir Bhutto 1953-2007
corrieredellasera

O Islão radical* é uma deriva de fanatismo religioso, milenar, misantropa, misógina, anti-cristã, anti-semita, triunfalista, terrorista e suicida.
É um totalitarismo de sabor islâmico.
Dizia um tal Omar Bakri Mohamed numa entrevista à Publica em 18 de Abril de 2004: “Maomé disse: eu sou o profeta da misericórdia. Mas também disse: eu sou o profeta do massacre. Maomé disse mais: Eu sou o profeta que ri quando mata o seu inimigo.Não é portanto uma questão de matar. É rir quando se está a matar”

Estas novas bestas têm todo o mundo por morada.
O seu campo de acção é onde a sua vontade decidir rebentar.
São nómadas de um novo tipo. Vagueiam e atacam, desde a América às Filipinas, desde o Afeganistão ao Iraque, da Arábia Saudita à Indonésia, da Espanha ao Paquistão, virtualmente em qualquer parte.
Este negrume de ódio não tem fixidez, é fluído, é transnacional, e associa grupos e indivíduos. Não necessita de unidade no comando, nem de comunicação permanente. Aquilo que os liga é um Islão radical, mas o que verdadeiramente os inspira é o ódio. Um ódio antigo a tudo o que tenha o mais leve cheiro a modernidade ou ao Ocidente infiel.


No vale do Indo uma ditadura militar está em desespero.

Na angústia da perda veio-lhe a ilusão de "virar" numa espécie de liberdade – nem eles sabem qual…
Mas desespera, teme soltar a fera. Suplicou o carisma de uma mulher política.
A mais bonita e valente entre elas aceitou vir ao que ainda resta dessa pátria em desagregração.
Arriscou... e hoje, perdeu.

Hoje, mais uma vez, ganhou a odiosa lei medieval que afirma a exclusão.
Hoje, mais uma vez, os fanáticos puniram os "fracos", e a "bondade" dos puros iluminou a decadência dos "degenerados".
Só que… estas vitórias macabras trazem consigo o gérmen da sua própria destruição, acreditem. São só um longo, mas doloroso estertor.

Aconteceu-me do alto do infinito
Esta vida. Através de nevoeiros
Do meu próprio ermo ser fumos primeiros
Vim ganhando, e através de estranhos ritos
De sombra e luz ocasional e gritos
(F.Pessoa)
* linko este texto notável de Daniel Pipes, mas devo dizer que se concordo com ele na qualificação do islão radical como um totalitarismo, eu pelo meu lado afirmo que existe de facto um "choque de civilizações", contra a opinião dele (bem argumentada no texto) e de todos os professores de ciencia politica que conheço (excepto o Samuel H, claro :)

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26.12.07
 
Prova de vida
Por causa de um par de achaques esotéricos, quedei-me mudo por algum tempo.
P'ralém deste retiro, quase nada vi nem ouvi.
Há quem diga que o quotidiano anda de feição para os cegos e para os surdos.
Que nada perdem. Que só podem ter a ganhar.

Mesmo assim houve luzeiros do hiperespaço que vieram cá saber de mim.

Confesso-me grato por essas visitas. Ainda p'raqui vou rangendo :)
E muito Boas Festas

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