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La force des choses
22.4.05
 
Educação Nacional 1944


Todos sabem que na família há um chefe que a dirige, orienta e protege.
Do mesmo modo, a Nação organizada, que se chama Estado e que é, afinal, uma grande família, constituída por numerosas famílias pequenas, não pode deixar de ter um chefe que a dirija superiormente e que vele constantemente por ela.

O governo português tem a felicidade invejável de possuir actualmente um chefe eminente, cujo nome é conhecido e festejado até nas mais remotas aldeias do país, como salvador desta Pátria arruinada *, e cujo prestígio é incontestável, mesmo no estrangeiro.

Este nome – Salazar – há-de ficar em letras de ouro nas páginas da nossa história, e não poderá apagá-lo a acção do tempo nem a injustiça dos homens.


(Livro de leituras da 2ª Classe 1944)

*Já nos esquecemos, mas ainda hoje é assim em Portugal, e em especial no partido herdeiro, o PSD; espera-se sempre pelo “Desejado”, aquele que vai salvar a Pátria.

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Comments:
Não eram assim tantos, os que, em 1944, chegavam à 2ª classe, daí que a mensagem não tivesse passado.
 
O meu caro Jrd vai-me desculpar, mas foi com Salazar - não com o esforço da República - que o analfabetismo se começou a reduzir. Foi no Estado Novo que se tornou obrigatória a quarta classe.

Se me disser que o Ensino Superior era para uma pequena elite, já estou de acordo.
E por isso mesmo, porque o ensino superior se democratizou (massificou), hoje temos um nível de aprendizagem mais baixo.
 
Caro cbs,
Que dizer então dos mais de 40% de analfabetos que existiam em 1974.
Não me refiro obviamente aos "funcionais" dado que essa lacuna não se fazia notar, num Pais em que o nível de exigência e o avanço tecnológico era práticamente enexistente.
Quanto ao resto, infelizmente tem razão.Temos uma "massificação" do ensino superior, que é só a mais baixa da Europa e, mesmo assim, corresponde a um nivel muito inferior.
 
Caro Jrd
Os números do analfabetismo em Portugal variam um pouco com as fontes, mas no essencial:
Final da Monarquia- 90%
Final da I República- 70%
Final do Estado Novo (1974)- 20% segundo o censo de 1970 (não 40%)

Tudo o que tenho lido, se refere à batalha da Educação falhada na I República e ao decréscimo devido foio ensino primário salazarista (ex: História do José Mattoso).

Em relação à massificação do Ensino Superior, após o 25 de Abril (Veiga Simão é o apologista), não a vejo como um mal, mas como uma necessidade.

Necessáriamente o padrão descia. Resta explicar é porque é que quase não sobe, após 31 anos e todo o dinheiro investido.

Mas note-se, neste domínio (educação actual), o meu conhecimento limita-se à experiencia dos meus filhos.
 
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