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La force des choses
15.4.10
 
Os nomes dos submarinos

Os países na Nato, tendem a denominar os submarinos com nomes de predadores marinhos, de deuses, de seres mais ou menos míticos e são, geralmente, ordenados alfabeticamente ou por grandes séries de letras – ex: “Oberon” foi uma classe de submarinos ingleses, que teve grande sucesso de exportação, (Chile, Brasil, Canadá, Austrália) nas décadas de 50 e 60; todos os outros dessa classe, na frota britânica, tinham nomes começados por “ O “ como por exemplo “ Osíris “ – este último foi vendido em segunda mão ao Canadá para peças... Portugal não escapou à regra, sendo que esta foi estabelecida há muito, pois tivemos submarinos pela primeira vez em 1913 (ainda encomendados pelo Sr. Carlos de Bragança em Janeiro de 1908...mau agoiro?). Assim os nossos “predadores marinhos” já foram repetidos várias vezes – esta última é a 4ª ou a 5ª esquadrilha de submarinos. Já tivemos “Nautilos”, “Neptunos” e “Narvais”; “Espadartes”, “Focas” e “Golfinhos” e os que agora estão velhos e serão substituídos eram o S163-Albacora, S164-Barracuda, S165-Cachalote e S166-Delfim (A, B, C e D). Albacora é igualmente um peixe carnívoro, voraz e grandote (1.2 m de comprimento) da família dos atuns - é até quase completamente igual anatomicamente. A sua forma específica inspirou alemães e americanos já no final da II Guerra, o que produziu o chamado "stream-lined submarine" e navios de pesquisa com o mesmo nome (USS Albacore, por exemplo).
Uma vez que os números dos novos submarinos são S167 e S168 – na sequência directa dos anteriores – é estranho que tenham sido adoptados nomes de armas para caçar animais marinhos (Tridente e Arpão) pois o que seria normal seria a repetição dos nomes “Espadarte” – E, e “Foca” – F. Existe no entanto uma patusca razão para tal: nos dias que correm “Espadarte” é coisa digna, mas “Foca” poderia suscitar, entre os nossos aliados “anglo-falantes”, risinhos na casa das máquinas ou paródia nos gabinetes da Nato: “ Foca ” é foneticamente igual a “ Fuck her “, ou seja “ Fode-a” ou "Ela que se foda". Há 40 anos, no tempo do respeitinho, a coisa não seria importante, mas agora foi preciso salvaguardar a “toponímia” e a malta da Armada, sempre atenta, fez a alteração. Mário Freire

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