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La force des choses
28.9.07
 
1939: Varsóvia rendeu-se ontem


"Eu queria Varsóvia grande.
Tanto eu como os meus colegas, estávamos a planear uma grande Varsóvia do futuro.
E Varsóvia é grande. Aconteceu mais cedo do que pensávamos.
E embora onde queriamos parques estejam barricadas, embora as nossas bibliotecas estejam a arder, embora os nossos hospitais estejam a arder, a cidade de Varsóvia, defendendo a honra da Polónia, está hoje no ponto mais alto da sua grandeza"
Última emissão de rádio pelo presidente da Câmara de Varsóvia, Stefan Starzynski em 27 de Setembro de 1939

Chegam-nos notícias da capital polaca, cercada desde dia 17.
Ontem ao meio dia foi assinado um cessar fogo entre o general Walerian Czuma da Armia Warszawa e o general Johannes Blaskowitz da Wehrmacht.
Varsóvia rendeu-se.
A situação militar nem era desesperada em termos militares, todos os ataques alemães têm sido neutralizados. Mesmo com a pressão de nove divisões alemãs e do bombardeamento maciço, contínuo, por terra e ar, os soldados polacos podiam ter aguentado, eventualmente, mais um mês - apesar da propaganda alemã ter dado a cidade como capturada várias vezes.
Mas a situação da população civil (mais de um milhão de almas) estava a tornar-se trágica, sem àgua nem medicamentos.
E sem esperança de ajuda aliada, após a invasão soviética pelo Leste, o esforço tornara-se vão.




A Wehrmacht ocupará a cidade só amanhã, mas os prisioneiros de guerra - mais de 100.000- começaram já a ser evacuados.
Entre os militares polacos fala-se em 6.000 mortos e 16.000 feridos, mais 25.000 mortos e 50.000 feridos entre a população civil da cidade arrasada.
Modlin e Hell ainda estão a lutar, mas a Polónia acabou.

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