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La force des choses
5.9.07
 
1939 ir morrer à Polónia
A noite ainda está escura. Em todas as fronteiras, da Silésia à Prússia, os oficiais consultam os mostradores luminosos dos relógios. São 4:45.
- Vorwarts!

Os motores arrancam, os homens avançam, as lagartas mordem a terra e com um barulho ensurdecedor, as máquinas esmagam os postos fronteiriços.

As primeiras rajadas rasgam a noite. A guerra começou na Polónia.Os homens recebem o baptismo de fogo. Guardas da fronteira retiram, continuando a fazer fogo. Já não é um exercício. As balas matam mesmo e os estilhaços rasgam a carne. Alguns não verão o nascer do Sol.
O dia surge com chuva. O tecto está baixo e poucos aviões descolam. Os combates travam-se só entre a infantaria e chega-se ao corpo a corpo.Por todo o lado ardem aldeias e florestas. Explosões surdas fazem tremer o chão.Os primeiros mortos jazem nas bermas em posições grotescas. A chuva continua a cair. Em breve tudo será um lamaçal sangrento.

Em Berlim, Adolf Hitler sobe com passos decididos à tribuna da Ópera Kroll, onde está instalado o Reichstag e discursa:
- A partir deste momento, não sou mais do que o primeiro soldado do Reich. Vesti novamente este dolman que considero sagrado. Só o tirarei com a vitória total ou, se o destino ma recusar, não sobreviverei.

Que pena não teres começado pelo suicídio. Poupava-se tanto sofrer e ficavas com o Inferno todo... só pra ti.

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