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La force des choses
2.4.05
 
Henri Bergson (Paris 1859 - 1941)

"Il y a des choses que l’intelligence seule est capable de chercher,
mais que par elle-même elle ne trouveras jamais.
Ces choses, l’instinct seul les trouverait, mais il ne les cherchera jamais."


Henri Louis Bergson

O Homem utiliza duas faculdades distintas, mas complementares, diz Bergson, para conhecer a realidade.
Uma de carácter imediato, é a Intuição, privilegiada pela Filosofia, e domínio da Religião e da Arte;

A outra, de carácter mediato, é a Razão, privilegiada pelas Ciências positivas.

Bergson via a Filosofia como Metafísica, retomando a tradição Ocidental anterior ao Criticismo, e distinguia a Metafísica da Ciências positivas em função do objecto (Espírito versus Matéria) e do método (Intuição versus Razão).

Num discurso claro, de frases simples, semeado com imagens poéticas mas rigorosas, Bergson revelou-se um mestre da linguagem (Prémio Nobel da Literatura em 1927).
Crítico do Criticismo Kantiano - que negava à Intuição a possibilidade do conhecimento da realidade última - distanciou-se do racionalismo, das concepções Cartesiana (mecanicista) de Espaço e Newtoniana de Tempo, e sustentou que a Intuição permite atingir a essência da realidade, identificada por ele como Duração (Durée).


Œuvres
- Essai sur les Donnés immédiats de la conscience (1889)
- Matière et Mémoire (1896)
- Le Rire (1899)
- L’ Evolution Créatrice (1907)
- L’ Energie Spirituelle (1919)
- Durée et Simultanéité (1922)
- Les Deux Sources de la Morale et de la Religion (1932)
- La Pensée et le Mouvant (1934)

Merci Henri...
de nous avoir rendu a nouveau notre humanité, en brisant le positivisme.
Merci d'être resté cohérent jusqu'au bout, jusqu'à mourir de froid pour manger.
Et merci d'être resté modeste, laissant sa juste place à notre esprit.


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