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La force des choses
19.8.09
 
Da verdade, oculta

Toda a história da Ciência tem mostrado que existe uma realidade oculta. Mas igualmente, a Ciência mostra que esse oculto descoberto se afasta, quase sempre, e muito, do oculto mítico fixado pelas gerações humanas. Existem no entanto, excepções de mito que se confirmam – considero o do início de tudo, uma delas – e por outro lado, também a “realidade” científica se apoia em conjecturas que quase sempre se revelam incompletas e por vezes até erradas.

Saber disto, só por si, devia ser suficiente para desconfiarmos das verdades estabelecidas, sejam elas de antiga, ou sejam de nova geração, e por mais “evidentes” que em dado momento nos apareçam. Os mitos novos, como os velhos, têm por função dar-nos regras, regras de eficácia, para esse desempenho que designamos por vida. Mesmo quando procuramos compreender. Desde a animalidade que o humano depende da compreensão como guia da acção. Mas toda a teoria humana, como explicação de uma certa ordem de factos, é apenas e só um instrumento. Da Ciência até à Arte, as nossas teorias são instrumentos de identidade, são bússolas de referência.
Por isto digo que os mais “realistas” de nós (aqueles do positivismo) talvez sejam os mais ingénuos, tão crédulos como outro crente qualquer, Se não se entender cada “verdade” que sai ao caminho como verdade parcial, também não se entende que para além da Física, o Ser existe em Si, senão é nada. Mas nada é só um conceito vazio. Parece-nos assim evidente, e simultâneamente racional, que o fim é o Ser, e só Nele ultimamente se pode falar de verdade, a Verdade em Si, oculta.
Humildemente, o menos ingenuamente que posso, aderente ao chão do caminho, esta é a verdade em que me movo.

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Comments:
Com o devido respeito

o nada existe

no limite da nossa criatividade

e tem muito interesse

É um ponto de luz

onde convergem todas as incertezas

todas as soluções

todos os sonhos

um chão de caminhos
 
Pois caro Mar, refuto precisamente que, ao contrário de um, o zero seja mais do que um conceito.
Quanto à critica, esteja à vontade, engano-me bastante,e são meras opiniões do leigo que sou.

Mas então, a negação da existência implica a sempre representação do existente, afirmando a sua ausência; é pois a negação de uma afirmação, de carácter abstracto.
Diferentemente, não é necessário à afirmação contrapor uma negação, o que é é, simplesmente, existe e não fica a pairar no campo abstracto da representação; de certa forma é um processo semelhante à fórmula cartesiana, penso, logo existo. Não seria compreensível dizer, não penso, senão como abstracção.
O erro lógico, julgo, é pensar como simétricas a afirmação e a negação, porque há mais elementos (e não menos) de compreensão naquilo que se nega – sempre um juízo relativo a … – do que no que se afirma. A afirmação é simples, mas a negação é sempre referida a ela; tal como a negação da negação, que equivalendo à afirmação, a ela reverte. A negação é no fundo, uma afirmação secundária, que se refere a um juízo sobre uma afirmação objectiva.

Eu apoio-me na refutação da ideia de “nada” feita pelo velho Bergson, cuja filosofia é da existência, é discutida e posta em causa, particularmente a questão do “néant”. Mas há mais argumentos, de carácter científico. A concepção física do universo no modelo do “Big Bang”, afasta a hipótese real do nada. Existe um tecido de espaço-tempo e existem singularidades, sobre as quais se desconhecem as leis, mas não há o “nada” fisicamente. Só em abstracto e referido a algo.
 
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