<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11538882\x26blogName\x3dLa+force+des+choses\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLACK\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/\x26vt\x3d-290933400104219020', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
La force des choses
28.7.06
 
Construindo o atoleiro
MaryEvansPictureLibrary

Apartir de 1918 uma diplomacia semi-secreta toma forma entre Haim Weizmann e os notáveis árabes na Palestina.
Weizmann retardava a implantação sionista na Palestina, afim de conseguir um entendimento prévio com os Árabes. Mas vê na família Hachemita o principal aliado árabe; pensava que um bom acordo com Faiçal seria a chave que abriria o mundo árabe aos sionistas.

Só que o mal-entendido é total, pois os árabes palestinos não reconheçiam aos Hachemitas o direito de dispor da Palestina. Em 1918 membros do clã Husseini (opostos aos Hachemitas), um dos quais o futuro mufti de Jerusalém, Amine el-Husseini tomaram a iniciativa de uma reunião com Weizmann. De volta, Amine relatou aos chefes palestinos com profunda inquietação que acontecia o que suspeitavam, uma estreita cooperação entre Sionistas, Hachemitas e Ingleses.

Nessa altura apareceu também o desentendimento entre a administração militar na Palestina e o governo de Londres, cuja colaboração com os sionistas se tornara íntima e permanente. A constante intromissão da comissão sionista (Weizmann) sobre funcionários e policias da Palestina, com constantes apelos a Londres tornam-se exasperantes para o comando britânico.

O general Clayton, chefe do gabinete político no Cairo escreveu no Arab Bulletin, criado pelo coronel Lawrence: "nada prejudica mais as nossas relações com as populações não-judias da Palestina do que a imprecisão da nossa declaração favorável ao sionismo (Balfour). É utópico pensar que, quem quer que esteja presente no terreno, se possa sentir bem numa terra prometida."

E em 2 de Maio de 1919, o Clayton telegrafa para Londres: “O receio do sionismo e a desconfiança aumentam de dia para dia. Nenhuma tentativa de persuasão será já capaz de inverter este processo. Devem compreender que 90% da população da Palestina é profundamente anti-sionista, e esse sentimento agrupa muçulmanos, cristãos e até boa parte dos judeus autóctones.”

Clayton é então chamado a Londres e substituído pelo coronel Meinertzhagen, admirador do Sionismo.

Retirado de Charles Zorgbibe, Histoire des relations internationales (1918-1945)- Hachette Paris 1994


Comments:
A ver se tenho paciência e lucidez para dizer qq coisa s/isto.
Mas gostei de ler... o(s) atoleiro(s).
 
às vezes faz bem aos aos sábios que os burros lhes avivem a memória :)

abraço
 
Enviar um comentário

<< Home

Powered by Blogger