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La force des choses
10.9.05
 
Realismo integral

Margarida Delgado

Contra factos, não há argumentos.

Os factos ganham sempre, porque não se pode discutir com eles.

Comments:
Mas os factos têm a incrível propriedade de serem elásticos, fugidios, étereos, moldáveis como plasticina... e sempre à bulha com a memória e a imaginação...
 
Negativo.
Os factos são duros e pesados como betão.
Uma vez feito, é coisa que não mexe.

Antes da coisa se dar, sim, pudemos, mexer aqui, empurrar ali, delimitar o que vai acontecer.

Mas a vida passa sempre, se não a formarmos, conforma-nos ela.

abraços E-clair
 
Já vai para os meus favoritos, CBS.
Grande abraço.
 
Os factos alguma vez estão "feitos"? Há um tempo antes e pós facto? Teriam de ser extra mundo! Tudo muda e tudo mexe embora pareça quieto, e os factos não escapam, olha quem!
Quanto ao formar a vida, acho cada vez mais que é ela que nos forma... e não temos de nos conformar com isso porque também a formamos a ela ao termos a capacidade "ilimitada" de escolher. Mas é uma troca desigual.
 
:)
E-clairzinha
Nunca ouviste aquela história da impossibilidade de tomar banho duas vezes na àgua do rio?

O Tempo não anda pra trás (talvez, mas não aqui,à flor da nossa existencia).
Bastará pensar na morte; como dás a volta aos factos consumados?

Mas, que sei eu?
vá, contradiz...
 
Parece-me é que tu é que não ouviste a história...

A morte não é um facto consumado, é uma etapa, uma transformação. Seja na direcção dos vermes ou do espírito. O Tempo não anda, nós é que o fazemos andar, regredir, parar, etc porque não concebemos a existência fora Dele.
Não há factos imóveis nem betonados, até porque eles dependem do reconhecimento para efectivamente "existirem" e esse reconhecimento é instável, moldável!
 
Olha, tou a gostar da história.
Já vi que não vemos as coisas da mesma forma.
Talvez eu esteja enganado, realmente.

Vamos atão:
1.Quando falo de factos consumados, entendo que se encadeiam numa corrente; também acho que a Existencia flui, nunca pára.

2.Mas isto não quer dizer que se possa inverter o que acontece; nunca nada fica terminado, mas nunca nada volta a acontecer, não voltas a nascer, e mesmo que isso acontecesse, nunca serias o mesmo.
É a história do Heráclito e do rio, o próprio movimento, implica não repetição.

3.O tempo não anda, certo; o Tempo somos nós, é duração, sou eu a durar; implica memória e reconhecimento, certo.
Mas isso também significa que o Presente (que és), engloba sempre o Passado; tudo sempre mudar, nada é repetível, e ao Passado já não mudas.

4.Se o passado se alterasse, ou o pudesses alterar, não seria possivel compreender o Mundo, e prever o Futuro, porque as premissas nunca seriam as mesmas.

Em termos práticos: não mudas mesmo o que aconteceu, podes mudar o que vai acontecer (apesar de nada estar acabado).

Chegamos a consenso, ou fica cada um no seu pé?
Recebe um abraço relampejante :)

PS: confesso que não tou muito escorreito na fluencia
 
No ponto 4: posso mudar o passado, ao mentir, ao esquecer, ao ser indiferente, ao imaginar como verdade o que não aconteceu.
Tenho uma cicatriz que não sei de onde veio mas que é marca de passado. Se Y me mente sobre o que a causou, se me esqueço da cicatriz para sempre, ou se a vejo mas não a vejo como "cicatriz", aí está o passado alterado. Fi-la, hipoteticamente, a cair numas escadas mas Y diz-me (porque estava lá, nesse passado que me foge) que foi quando andei a cavalo. Nunca andei a cavalo mas passa a ser uma história que repito como meu passado. Y morre e com ele/ela vai esse segredo, esse passado de que eu não suspeito sequer.

Cachimbo da paz?:)
 
É pá, não quero eu outra coisa.
Quero é Paz.

Mas desculpa lá, até podemos falar nisso nouta altura, mas não posso aceitar essa da mentira.
Claro que tens razão num ponto: quem não sabe é como quem não vê.

Mas tudo o que acontece neste Universo deixa marcas, e elas não dependem de ti (lá vamos nós mais uma vez:)

Os Dinossauros, por exemplo, nunca existiram: Até que um dia começámos a escaranfuchar e voltaram à existencia.
Não existiram só porque não sabiamos? dizes tu?
Não haverá mais coisas no Mundo do que o nosso espírito pode conceber, como dizia o Shakespeare na "Noite de Verão"?

É que tens um conceito muito pessoal da realidade (fazes-me lembrar o bipos Berkeley, o idealista radical).

Mas quero Paz E-clairinha.
Até porque tou contente; enquanto falavamos o Sporting ganhou ;)
 
Hà!
E só mudas o passado à tua vítima.
Para ti nada mudou, minha amiga.

Tinha esquecido esta :)
Peace...
 
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