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La force des choses
9.5.05
 
No pó do esquecimento
Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova.
E depois o princípio da morte da tua memória.
Há primeiro em todos um alívio
Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido...
Depois a conversa aligeira-se quotidianamente,
E a vida de todos os dias retoma o seu dia...

Depois, lentamente esqueceste.
Só és lembrado em duas datas, aniversáriamente:
Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste.
Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada.
Duas vezes no ano pensam em ti.
Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram,
E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti.

(Obras Completas, Álvaro de Campos, pág. 22)

Mas o poeta enganou-se...

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Comments:
Os poetas enganam-se (aindabem) os poetas enganam os poetas que os poetas perseguem.os poetas mentem para iludirem verdades.os poetas revelam para se refugiarem na fímbria de uma penumbra que é sempre vaga.os poetas ocultam-se nas palavras para rasgarem a carne das palavras.....

P.S.o meu amigo Moscardo laranja procura ansiosamente uma visita.bjs.e boa noite.
 
Os poetas enganam-se como todos os homens, mas enganam-se de uma forma tão bonita... que no fundo dizem sempre uma verdade.

PS: Já reparei no Moscardo :)
 
Belo...!
 
Obrigado. "Ele ficou tão tão feliz". bjo.
 
;)
 
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