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La force des choses
16.5.05
 
A evolução da Fórmula Um ( 8 )

Ferrari F2004 (2004)

Primeiro fez-se a revolução da arquitectura com a distribuição das massas (motor central), em seguida revolucionou-se a construção com o chassis “monocoque” e o motor integrado, depois levou-se a aerodinâmica ao limite (carro-asa), mais tarde tirou-se a máxima potencia do motor (turbo) e por fim introduziu-se a revolução electrónica.

A aerodinâmica, a potencia e a electrónica foram severamente limitadas por causa dos riscos de segurança, mas deixaram marcas duráveis no aperfeiçoamento dos carros.
A partir de 1998 a cilindrada máxima desceu de 3,5 para 3 litros, com motores aspirados (turbos proibidos) e obrigatoriamente V10; os pneus também foram limitados (dimensão e rasgos obrigatórios, slicks proibidos).

Faltava no entanto chegar à síntese perfeita e foi a Ferrari que o conseguiu (à custa de um investimento inimaginável); atingiu um patamar de fiabilidade e excelência que a colocou claramente acima dos rivais.

O F2004 que venceu 15 das 18 corridas em 2004 não eram especialmente inovador e nem todas as suas partes componentes eram necessariamente as melhores.

Mas a Ferrari encontrou maneira de reduzir todos os pontos fracos do carro de modo a que o pacote completo fosse virtualmente imbatível.

Combinada a excelência de qualidade, a melhor fiabilidade que a fórmula um alguma vez conheceu, e o melhor piloto actual (Michael Schumacher), o resultado só podia ser um conjunto imbatível.

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