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La force des choses
26.3.05
 
Sacré Pétoulet
Só hoje, ao abrir uma revista, soube da morte de Trintignant, no passado dia 13 de Fevereiro (87 anos).
Maurice Trintignant (1917-2005) é um daqueles casos, em que não conhecendo a pessoa, ela nos acompanha toda a vida.
Ainda um puto, li um livro dele, "Pilote de Courses" que me fez sonhar durante toda a minha juventude. Nesse livro, ele conta-nos como chegou a corredor de automóveis e às suas grandes vitórias: LeMans e Monaco.

Começou em 1938 no circuito de Pau, ao volante do Bugatti em que o irmão Louis (pai do actor Jean-Louis Trintignant) se matara em 1933.

Foi Jean Pierre Wimille, o seu mestre, que lhe pôs a alcunha, no final do GP disputado em Saint-Cloud, nas vésperas da II Guerra Mundial;
Maurice desistira com problemas de carburadores, vindo-se a descobrir que o entupimento se devia a pequenas "caganitas" (pétoulets) de rato;
Wimille exclamou "Sacré Pétoulet", e ficou...

Até 1965 disputou 333 competições, das quais 82 Grand-Prix de Fórmula Um;
Foi um dos mosqueteiros de Amédée Gordini com Jean Behra, Robert Manzon et André Simon (os dois últimos ainda vivos).
Venceu as "24 heures du Mans" em 1954 com Gonzales (Ferrari) e teve duas vitórias em GP, ambas no Mónaco (Ferrari em 1955 e Cooper 1958).

Retirou-se mais tarde para uma quinta em Vergèze, cidadezinha do Gard onde se dedicou à viticultura, produzindo o vinho, "Le Pétoulet" nas encostas do Mont Ventoux.


Pilote de Courses, par Maurice Trintignant, Ed Hachette 1957

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