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La force des choses
2.5.10
 
Jenson Button
Para ser sincero, só agora, após o Grande Prémio da China, aceitei definitivamente Jenson Button, no meu íntimo, como um dos grandes. Mas é preciso voltar atrás, para explicar melhor. Quando ouvi falar dele, creio que em 1999 após ter ganho o campeonato britânico de fórmula Ford (como Senna) diziam que era um novo Senna. No ano seguinte foi para a fórmula um, no lugar de Zanardi na Williams, e conseguiu uma quarta posição na Alemanha e varias quintas classificações. Em 2001 seguiu para a Renault, que comprara a Benneton, e conseguiu ficar em 7º no campeonato de 2002. A partir de 2003 até 2008 corre pela equipa BAR-Honda (depois só Honda) e não só consegue superar facilmente o seu team-mate, o ex-campeão do mundo Jacques Villeneuve, como alcança um terceiro lugar no campeonato de 2004, vencendo a primeira corrida (que julguei a ultima) na Hungria. Depois começou a pouco e pouco a decair, e já ninguém esperava grande coisa da sua carreira, quando a Honda decide abandonar a competição em 2009. Desempregado e com uma fama de playboy parecia-me impossível que houvesse mais história…
É então que Ross Brawn fez aquele milagre! Pedindo dinheiro emprestado, para comprar a equipa Honda, limpou o campeonato de 2009. Renascendo das cinzas, chegaram a campeões do mundo, Button, Brawn e toda a equipa. Mas não foi o suficiente para me convencer, apesar de apreciar o volte face, de uma carreira que passou, num ápice, de uma morte anunciada para a glória absoluta. Porque, não obstante, o campeonato foi ganho nas primeiras seis ou sete corridas da época, onde o domínio técnico dos Brawn – devido ao célebre duplo extractor – foi total. Depois os resultados de Button pioraram e teve de se esmerar na parte final para não ser alcançado pelos Red Bull ou pelo seu colega de equipa, Barrichello.
Creio que optou bem pela McLaren, como se prova com a mediocridade actual da Mercedes (ex-Brawn), mas pensei que não se aguentaria com o rapidíssimo Lewis Hamilton. Pois é…
Jenson Button não será o mais rápido no competitivo campeonato deste ano, mas tem rapidez suficiente para estar lá, onde é preciso, aliada a uma inteligência de corrida superior, seja sob que condições forem. O que dá para, após o quarto Grande Prémio somar duas vitórias e estar na frente de lobos bem montados como Vettel no seu Red Bull, Hamilton no outro McLaren ou Alonso no Ferrari.
Afinal, inclino-me perante as provas, Jenson Button não é um mero fruto das circunstâncias, é mesmo um competidor maduro e um verdadeiro campeão. Oxalá a sorte o ajude este ano a renovar o título.

P.S: E não é sem agrado, que vejo aquela bonita rapariga, Jessica Mishibata, ao seu lado. Segundo Jenson, é a responsável pelo acalmar de uma vida turbulenta, e parte do seu sucesso de 2009

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Comments:
A mim faz-me lembrar o Prost mais tardio. Sobretudo inteligente e 'limpinho' na condução. Ao contrário dos primeiros anos, em que era demasiado fogoso.
 
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