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La force des choses
10.4.07
 
A Teleologia ajustável

Há quinze anos, no meu livro “O Fim da História e o último homem” argumentei que, no caminho para uma sociedade moderna, não havia alternativa à economia de mercado e ao sistema político democrático.
Claro que nem toda a gente queria ser moderna e nem toda a gente podia pôr de pé as instituições e as politicas necessárias para construir uma democracia e um sistema capitalista capazes de funcionar.
Mas nenhum sistema alternativo produziria melhores resultados.

Embora “o Fim da Historia” fosse uma tese sobre a modernização, algumas pessoas ligaram os meus argumentos sobre à política externa de George W. Bush e à hegemonia estratégica da América.

(Mas) nunca liguei a emergência planetária da democracia à acção americana e, sobretudo, ao exercício do poder militar americano.
As transições democráticas precisam de ser conduzidas por sociedades que querem a democracia e, na medida em que esta exige instituições, são processos normalmente bastante longos e complexos.

O “Fim da História” nunca esteve ligado a um modelo americano específico de organização social e politica.
Segundo Alexandre Kojéve, o filosofo russo-francês que inspirou o meu argumento original, creio que a União Europeia reflecte com mais precisão do que os EUA o que o mundo vai ser no fim da História.
A tentativa da União Europeia de transcender a soberania e as politicas de poder tradicionais através do estabelecimento de leis supranacionais está muito mais de acordo com um mundo “pós-histórico” do que a crença americana em Deus, na soberania nacional e no poder militar.

Francis Fukuyama, John Hopkins University, lido no Público 8/04/07

Ai sim?…

Já podia ter dito professor, até porque houve quem se servisse da sua tese para argumentar em favor do ataque.
Para ajudar a acabar a História...

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