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La force des choses
6.4.07
 
Pessach: a libertação pelo Amor

PennyWarden

Um Amor assim obriga cada um deles a ser amado por causa de si próprio, de forma que, através Dele e por causa Dele, os outros homens hão-de abrir as suas almas ao Amor da Humanidade, um Amor que pode também ser transmitido através do médium de uma pessoa que se ligou a Ele ou à Sua memória sempre querida, e que formou a sua vida de acordo com aquele padrão.
Vamos mais longe.
Se uma palavra de um grande místico ou de algum dos seus imitadores encontrar eco num ou noutro de nós, não poderá acontecer que haja dentro de nós um dormente místico que estivesse apenas à espera de uma ocasião em que o acordassem?

Porque o Amor que consome (ao santo e ao místico) já não é mais o amor do homem por Deus, mas o Amor de Deus por todos os homens.

...
Não se trata da fraternidade que nos é recomendada pelos filósofos em nome da razão, partindo do princípio de que todos os homens partilham por nascimento de uma essência racional: um ideal tão nobre que pode aspirar ao nosso respeito.
...
O Amor místico é uma coisa muito diferente.
Não é a extensão dum instinto nem se origina de uma ideia.
Não pertence ao sensitivo nem ao racional.
É, implicitamente, ambas as coisas e, efectivamente muito mais.

...
Coincidindo com o Amor de Deus pela Sua obra, esse amor descobrirá, a todo aquele que o saiba interrogar, o segredo da Criação.
É ainda mais metafísico do que moral na sua essência.


Henri Bergson, in Les deux sources (pg 194-199-200 tradução não fiel)
Comments:
bom dia, vou levar a fotografia, obrigada. e já agora, boa páscoa.
 
À vontade... no link da Penny Warden há mais.
Boa Páscoa
 
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