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La force des choses
8.3.07
 
Conflitos e Crises

Allthingsbeautiful

A conflitualidade tem três modelos básicos:
A Luta (fight): processo de carácter mais emocional que pode representar-se por um par de equações diferenciais (aceleração e desaceleração) e corresponde à Guerra.
O Jogo (game): processo racional correspondente à Crise e a que podemos aplicar a Teoria matemática dos jogos.
O Debate: processo de troca argumentativa correspondente à Diplomacia, onde normalmente também se mistura o jogo.

Durante a guerra-fria, apesar das guerras periféricas entre as duas superpotencias – sempre por procuração e de que são exemplos a Coreia, o Vietname, o Médio Oriente, Angola e o Afeganistão – os momentos de mais alta tensão foram crises. Daí o interesse na gestão das mesmas e na Teoria dos Jogos.
As crises são caracterizadas por três elementos essenciais:
1º. O carácter súbito e imprevisto
2º. A duração limitada
3º. O impacto no funcionamento do sistema.


O conceito foi adaptado ao sistema de relações internacional e releva a definição de Lasswell e Kaplan (1969): Uma crise é uma situação de conflito de intensidade extrema, com alta expectativa de uso de violência.

A crise pode ser analisada do ponto de vista dos actores que se opõem e dos processos de decisão.
Do ponto de vista dos actores deve observar-se antes do mais o número envolvido. A sua redução facilita muito a solução, pela simplificação dos problemas de comunicação.
No processo de decisão destaca-se a interferência de própria urgência da situação crítica na decisão.
Na maior parte das vezes, a resolução destas erupções de conflitualidade, não leva desaparecimento das causas, mas a uma trégua e à institucionalização de novas formas de conflito na cena internacional.


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