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La force des choses
6.12.06
 
O "devaneio" da Europa (VPV)

O que será esta coisa que designamos por Europa?
Existe ou será mesmo um "capricho da imaginação" como pensa Vasco Polido Valente?
A Europa é, de facto, mais ideia do que território ou etnias.
E essa ideia tem vindo a mudar.
A identidade tornou-se consciente com a ameaça turca
Os invasores eram tão temíveis para os Ocidentais como os hunos ou os mongóis tinham sido, mas houve uma diferença importante, a ameaça turca durou muito mais tempo…
Dessa forma a Europa definiu-se por oposição ao turco.

Os turcos eram infiéis, portanto europeu significava cristão.

Se o primeiro contexto, em que as pessoas se tornaram conscientes de serem europeus, foi por serem invadidas, o segundo foi o serem invasores de outras culturas, com as descobertas e a exploração.
Colombo e Vasco da Gama, ajudaram o Grão-turco a criar nos europeus, maior consciência de si próprios.

No século XVII tornou-se importante um terceiro factor, o conflito interno na própria Europa (guerra dos Trinta Anos)
A oposição a monarcas poderosos e ambiciosos (o Sacro Império) tomou a forma da acusação de que tentavam dominar a Europa.

"O expansionismo económico e cultural da União Europeia é megalómano" segundo Vasco Polido Valente.
Concordo... especialmente se apesar da fome de grandeza, não existir vontade (porque poder existe, custa é exercê-lo) nem empenho para a defesa das extensas fronteiras inventadas para lá do Vístula e dos Cárpatos.
Mas em ultima análise a Europa é um sentimento e não um lugar, eu digo-me ou não digo europeu.


No passado Roma era um espaço mediterrânico (a bacia) não coincidente com o que hoje designamos Europa.
Depois a Cristandade teve a Leste, em território agora europeu, a temida ameaça islamo-otomana.
As fronteiras Oeste atlântica e Norte (Escandinávia) nunca foram problema;

No Sul, depois da reconquista, o mesmo mar que uniu Roma, separou e definiu a fronteira com os àrabes infiéis;
Mas a Leste as fronteiras sempre foram fluidas, porque desse lado fica um corredor sem porta. Irónicamente, a antiga "Porta" (Bizancio) é islâmica... as raízes dos povos do "Livro" andam sempre entrelaçadas.
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