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La force des choses
7.11.06
 
Do Idealismo

"A minha concepção da Liga das Nações é apenas esta, a de que deve funcionar como uma força moral organizada dos homens por todo o mundo e que, onde e quando a injustiça e a agressão forem planeadas ou ponderadas, esta lanterna da consciência seja apontada sobre elas."
(The public papers of Woodrow Wilson: war and peace, 1927)

Creio que as relações internacionais são hoje o único domínio do saber onde ainda se simplificam as coisas em termos de Idealismo e Realismo.
E descobri que o Realismo, sob as vestes do cinismo, não passa ele próprio de uma concepção construída sobre realidade, no fundo uma ideia dura, amarga, mas apenas uma ideia. Em nome da qual fazem e desfazem guerras.
Descobri também que o Idealismo é muito menos utópico do que se pensa; a prova disso são as Nações Unidas, dependentes, desprezadas, maltratadas, mas apesar de tudo existentes, "O Forum do Verbo" mesmo para os mais surdos, que tentam sempre justificar-se quando a lanterna lhes é apontada.

A Liga das Nações falhou na missão de impedir a guerra.
E apesar da ONU herdeira, conter de origem um elemento realista - Conselho de Segurança - para lhe induzir eficácia, a incapacidade de se reformar teve como consequencia apartir de 1975, a institucionalização em paralelo do Poder eficaz; chamou-se G7, depois G8 com a Russia e agora G9 com a China.
Os rios correm sempre para o mar, essa é a realidade.

Mas há um problema com o Poder dos Gês: é ilegitmo.
As Nações Unidas tem a Legitimidade mas falta-lhes a Força;
Os poderosos, com os USA à cabeça têm a Força, mas falta-lhes a Legitimidade.
No entanto, e em especial neste mundo de ecos comunicantes, é inegável a influencia do Verbo, a lanterna de Wilson é hoje mais poderosa quando aponta a alguém.
Comments:
Vá lá que hoje a 'força' levou uma 'legítima' dentada!... - não lha deu o 'verbo', mas o voto.

Abraço, IO.
 
"Os rios correm sempre para o mar."

Pois é, mas cabe a nós levantar diques e barragens para evitar alguma poluição marítima.

E a reflexão que fazes é uma peça dessa intervenção.

O argumento da fraqueza e inutilidade da ONU (infelizmente a fraqueza é uma realidade) vem normalmente daqueles que anseiam por um mundo onde o mais forte possa estender o seu braço omnipotente sobre todos os outros, sem restrições, nem sequer as de carácter moral ou de senso comum.

Não conhecia o blog, mas vou passar por cá mais vezes.
 
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