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La force des choses
20.8.06
 
Der Rosenkavalier

Helnwein Der Rosenkavalier 2005 Los Angeles Opera

- Nem hoje nem amanhã, não quero ver esse dia! Não quero pensar nesse dia! Porque é que me torturas e te torturas Thérèse?

- Hoje ou amanhã ou depois de amanhã! Não te torturo.
Digo-te a verdade. Digo-a a mim e digo-ta a ti.
Só quero tornar tudo mais fácil para ti e para mim.
Estas coisas são para ser levadas levezinho.
Com coração leve e leves mãos.
Quem as não levar assim será bem castigado pela vida e por Deus e Deus não terá misericórdia deles.


O prazer de nos alhearmos do mundo, atravessando a ponte para um outro universo, o da Cultura sem tempo.
A Casa Encantada no Público, de João Bénard da Costa, é um espaços que foge ao circo do século XXI.
Comments:
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
 
podemos ir viver para essa casa?
=)
 
=)
pergunta ao João
eu sou visita
 
Li o teu comentário no Natureza do Mal mas, como estou impedida de lá comentar o que quer que seja (nem dizer bom dia passa) deixo-te aqui a minha resposta.

Lê o que o Bruno do Avatares escreveu

Não se trata de qualquer costela coservadora porque os conservadores não estão impedidos de formular julgamentos éticos.

Trata-se precisamente de uma incapacidade tua de os fazer.

Acho que é apenas isso e que tudo o que temos andado a dizer chega sempre a esta evidência.

Se tu para julgares um acto indigno precisas de saber se foi cometido por pessoas com raça mais perto da tua e que as vítimas são de raça mais distante, então meu caro, nunca consegurias dizer que um acto é indigno.

Se por acaso em vez das vítimas serem os "pretos islâmicos, gente de segunda que vive em países de segunda sob ditaduras de terceira- fossem tão branquinhos como tu acho que ias para o empate.

Imagine-se que a agressão era feita entre franceses e ingleses. Ou entre ingleses e alemães. Ou entre espanhois e italianos. Quem eram os teus?

Como é que eras capaz de detectar uma injustiça numa agressão dessas se precisas sempre de partir primeiro da tal afinidade com a parte que achas que te é próxima?

------------

Não precisas de responder hoje nem amanhã ou depois. Podes fazê-lo com mais tempo porque eu até estou ocupada.

Foi só para rematar esta velha diatribe de palavras enroladas e mal pensadas que servem para tudo e para nada.

Enfim, servem para lavar mais branco quem mata mais branco.


P.S. não vale mesmo a pena ficares à espera de comentário meu ou do musaranho nem com os maiores elogios e chilreares porque fomos para o ìndex dos que utltrapassaram a "urbanidade comtemporânea".

Creio mesmo que a "urbanidade contemporânea" é um fenómeno criado por nossa culpa


":O.
 
Olá Zaz
també ando ocupado por isso puz este gajo a dormir

o primeiro post que farie será sobre Xenofobia e racismo, então...

Não sou nada incapaz de julgar (se bem que tente não o fazer), e não ajuízo por semelhança como dizes.
mas amo a minha comunidade, isso é certo, o que não significa que não a critique, que não aceite valores universais, que não tolere diferenças...
mas pronto, depois falamos
bjs
 
Bom, quando leres a pergunta que eu fiz, o que escreveste e a resposta do Bruno, volto cá.

Caso contrário não vale a pena.
eheheh
voltamos à mesma dança. H+a um post que fala da guerra desencadeada por Israel e há quem julgue essa guerra partindo da proximidade aos ocidentais- Foi isto que se escreveu, foi isto que o Daniel comentou, foi isto que o Bruno comentou e foi sobre isto que disseste que não és um cidadão do mundo e partes primeiro da proximidade. De dentro. E depois até perguntaste se seria efeito da costela conservadora.

Esse ponto de vista foi rebatido de modo exemplar pelo Bruno. E em poucas palavras disse o que eu também ando a dizer há mais de um mês.
É um caminho muito perigoso substituir-se a justiça (o julgamento ético) pela proximidade.

É mesmo a isto que se resumido todo o enviazamento da questão e todo o branquear da imbecilidade que Israel cometeu.

Quando te der para releres as vezes que for preciso, ok,

se não tiveres para isso também não há crise.

Só não entendo como é que isto não entra pelos olhos dentro a toda a gente.

(pelos vistos agora já não estou sozinha)
 
E é claro que esta treta não tem nada a ver com racismo.

Deixei os outros exemplos para se fazer o exercício. Se em vez de israel e Líbano fosse França e Inglaterra, como é que partiam de dentro e não eram cidadãos do mundo para dizerem o que está certo e o que está errado.

Toda a gente tem capacidade de distinguir o que esta´certo do que está errado.toda a gente formula juízos, só os animais é que não possuem essa capacidade moral e agem apenas por instinto sem reflectir sobre as acções.
 
se a coisa fosse entre:

França/Inglaterra

Espanha/Itália

Espanha/França
França/Itália
etc. etc.

qual era a tua comunidade?
 
Zaz
eu não respondi à tua pergunta "Quem eram os teus?"

eu refuto é a boca: "Trata-se precisamente de uma incapacidade tua de os (julgamentos éticos) fazer."

racismo é aquilo que no post do Avatares é confundido com xenofobia, foi por sso que referi a coisa.
esta treta, na minha opinião, tem muito a ver com xenofobia, tolerancia e intolerancia e aceitação da diferença, sim.
e racismo, como escreve o Avatares dizendo que "recusa a lógica racista da proximidade", querendo dizer xenofobia, mas existe ligação evidente nos conceitos

Zaz devolvo-te a boca:voltamos à mesma dança, e quem vê só com um olho não sou eu, és tu... parece-me, mas tu é que tens certezas ;)

Nota: não respondo à pergunta agora, como me aconselhaste, quando puder vou pensar... no post, e responderei a mais que uma simples pergunta.
 
e racismo, como escreve o Avatares dizendo que "recusa a lógica racista da proximidade", querendo dizer xenofobia, mas existe ligação evidente nos conceitos

ele não quer dizer nada disso. Diz que recusa a lógica que se baseia numa proximidade por "raça" entre aspas. Recusa. Logo não é xenofobia, não é oposição, é não aceitar o ponto de partida que se cola aos da sua "espécie" aos seus.

Se tens dúvidas pergunta-lhe. Acho mesmo que desta vez fazia todo o sentido ser comentado isto no post dele para entendermos se sou eu que deturpo ou tu que não compreendes.

Tens aqui o desafio. Basta fazeres copy past desta afirmação e comentares o post do Bruno lá. Assim está bem .De outro modo passo.

Eu quando tenho dúvidas com o que as pessoas escrevem pergunto-lhes directamente.
Neste caso estás a deformar o que ele escreveu. Estás a alterar tudo o que ele disse e a partir daí não vale a pena mais nada.
 
copy paste.
 
Aliás, que diabo de português era esse se fosse como tu dizes: recuso toda a lógica que se baseia na exclusão do outro (chama-lhe xenofobia ou racismo, para o caso nem importa) por ser próximo dele"


Então ele ia dizer que não aceitava um ponto de vista que se baseia na empatia com o outro à custa de ter democracia e preferia o julgamento de justiça e para isso chamava-lhe proximidade de xenofobia?

Isto não tem pés nem cabeça. O que ele disse até é uma repetição do que o Daniel Oliveira já tinha dito_ por outras palavras-

podem ter muita democracia lá dentro e serem muito ocidentais mas o que importa é ver o que fazem disso quando se trata a massacrar os outros.

Foi isto à letra. Pergunta-lhe e acaba-se de uma vez por todas com tanta confusão.
 
eu deformei o que ele escreveu?
TEIMOSA!
a única coisa que EU disse foi, e repito (não sejas tu surda, Zaz):
Racismo é a valorização das diferenças étnicas para classificar raças superiores e inferiores.
Xenofobia é o medo em relação a pessoas ou grupos diferentes, com as quais nós habitualmente não contactamos.
Acho evidente que a noção de proximidade se aplica ao segundo conceito e não ao primeiro, que é ligeiramente diferente, Q.E.D.

A partir daqui não vale a pena mais nada?

"É um caminho muito perigoso substituir-se a justiça (o julgamento ético) pela proximidade"
enganas-te novamente; eu não substituo uma por outra, digo que contam os dois domínios nas decisões.
E contam sempre, porque mesmo que recuses o teu grupo de proximidade, ele influi sempre nos teus julgamentos.
Repito a minha tese: a treta dos "cidadãos do mundo" é um conceito tão ocidental, como o racionalismo ou a democracia, logo é também de proximidade.

"Não vale mesmo a pena ficares à espera de comentário meu ou do musaranho" ?
"Nem com os maiores elogios e chilreares"???
"porque fomos para o ìndex dos que ultrapassaram a "urbanidade comtemporânea"???????
1.estou aberto aos teus comentários, mesmo que ache injustos ou desagrasdáveis, porque pelo menos para mim, fazes parte do que é de importante neste mundo virtual, e garanto-te que não mudo nisto (mas não será pela proximidade :)))
2.elogios, se te referes aos meus, não os faço com funções utilitárias, são de borla e quem os decide sou eu; chilreares é prós passarinhos, não percebo
3.Zazie, estou-me nas tintas prós indexes, sejam quais forem, continuo a não perceber... estás a falar comigo, não é?

mas "pelos vistos agora já não estou sozinha"; good, mas é contigo que falo, se eu quiser falar com o Bruno, com todo o respeito, decido eu... ou ele, porque eu, como não sou surdo e respondo sempre :)

i'm living on a jet plane
don't know when i'll be back again
oh babe, i hate to go.
it's so many times,
i've let you down...
:)*

PS:confesso k a tua permanente presunção sobre a minha incompreensão (como um dado adquirido,lol) irrita um cadichinho, mas apesar de chegar cansado fiquei contente de te ler... habituei-me à pancada?
 
Sabes que mais, batatas!

diz por palavras tuas o que o Bruno postou. Mais nada.

As vezes fico na dúvida se não te estás a armar em parvo. Qualquer criança era capaz de ler aquilo e perceber e tu não és?

Estás a gozar comigo, só pode.

E não és capaz de ir lá porque sabias que te mandavam dar uma curvao. Mainada.

Deves ter um qualquer prazer kinky em levar as raparigas aos arames fazendo-te burro

aahhahaha

mas é que só pode ser isso. O fetiche da burrice

":O)))))

E eu que tenho uma certa atracção por génios, como não te entendo fico para aqui às voltas feita tonta

ahahahahahahahaha
 
""Não vale mesmo a pena ficares à espera de comentário meu ou do musaranho" ?
"Nem com os maiores elogios e chilreares"???
"porque fomos para o ìndex dos que ultrapassaram a "urbanidade comtemporânea"???????
"

ó c*****! não me digas que também não sabes ler!

eu e o musaranho estamos impedidos de comentar no Natureza do Mal!

está lá escrita essa frase bacoca- a dos insultos que ultrapassem a "urbanidade comtemporânea"-

também não consegues ler isto?

e estava a dizer que isso é treta porque o único fim é impedir que eu comente seja o que for. Não tem nada a ver com insultos. Experimenta escrever em meu nome qualquer treta super bem educada e tiras a prova
 
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
 
mas não vale a pena.É fetiche, só pode. Nunca te vi travar um único debate com gajos nem armares-te assim em burro sem perceber uma única palavra do que se diz

AHAHAHAHAHAHA

Se tivesses a lata de explicar o post do Bruno ao próprio acreditava que não estás a gozar comigo. Mas sei que não vais. É kinky, é
":O))))
 
e a loucura total é que no fim ainda tens lata de dizer que tu é que ficas irritado por não compreenderes

"confesso k a tua permanente presunção sobre a minha incompreensão (como um dado adquirido,lol) irrita um cadichinho,"

ahahhahaha

é o máximo.
 
olha-me só para esta tua resposta à afirmação do Bruno que tu não compreendes:

É um caminho muito perigoso substituir-se a justiça (o julgamento ético) pela proximidade"
enganas-te novamente; eu não substituo uma por outra, digo que contam os dois domínios nas decisões.
E contam sempre, porque mesmo que recuses o teu grupo de proximidade, ele influi sempre nos teus julgamentos.
Repito a minha tese: a treta dos "cidadãos do mundo" é um conceito tão ocidental, como o racionalismo ou a democracia, logo é também de proximidade.


Dizes isto, acerca disto:

"De justição e não de proximidade
Não sou anti-israelita. Pelo contrário. Tenho pelo sonho israelita uma absoluta admiração. A minha escolha (é uma escolha) de defesa dos palestinianos no conflito entre palestinianos e isrealitas (o conflito israelo-árabe é uma outra coisa) é de justiça, não é de proximidade. Até porque recuso a lógica racista da proximidade.

O que aqui diz o Daniel Oliveira não é tão chão como possa parecer. Nesta história (nesta guerra) há muita gente que, talvez para fugir a um juízo sobre a bondade da investida israelita, se refugia no memorando "Israel é uma democracia", e daí, por óbvia contraposição de regimes, logo se compadecem com as dores de um Estado que cumpre as prerrogativas da democracia e detém o monopólio da violência - como manda a cartilha de Norbert Elias. Mas, conforme assinala o Daniel Oliveira, acontece vezes demais: a exaltação da democracia usada não como uma forma de legitimar decisões militares que germinam de decisões democráticas, mas, isso sim, como uma forma de lembrar que o nosso lado dever ser o daqueles que mais se parecem connosco. Parece-me que esse resvalar para lealdades de semelhança a despeito de aferições da justiça é um caminho perigoso.


que eu li e resumi nisto:

O que ele disse equivale ao mesmo que tinha dito de início-
Não sei o que é isso do "lado dos meus" porque, perante um facto que me é exterior apenas aplico o jugalmento da justiça.

A justiça ou injustiça dos actos que uma nação faz a outra nada tem a ver com o grau de desenvolvimento que a dita tem (intermamente- a tal democracia israeltita contra a barbárie islâmica) pois o que importa é ver-se como usa esses valores para com os outros.

Por isso é que o título é "de justiça e não de proximidade. O que importa é usar valores universais pois pode ser muito perigoso (do ponto de vista ético) ficarmo-nos pela lógica de nos escudarmos na simpatia com os que nos parecem mais próximos.

Foi isto. É isto. E agora amanha-te a fazeres de tontinho com outra

":O))))
 
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