<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11538882\x26blogName\x3dLa+force+des+choses\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLACK\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttps://scriptoriumciberico.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/\x26vt\x3d-2350520270513378043', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
La force des choses
21.7.06
 
Alteridade e Conflito (ainda por causa das bombas :)

Nós não é o plural de Eu, afirma Emmanuel Lévinas, evidenciando com isso que, a presença do Outro, metaforizada na noção de rosto, se dá exactamente pela sua diferença em relação ao Eu. O Outro é, então, presença de alteridade: diferença, estranheza, novidade, contrariedade, infinitude, ignorância.

Para Lévinas, conceptualizar, nomear o Outro – uma das formas de dominá-lo – é violência e negação, um dos modos de matar a alteridade: o conceito é um gesto inútil de redução do Outro, ao que ele não é de facto (fim ou utensílio); inutilidade que se revela no facto de que, por insistir em não ser a redução que lhe é suposta, o Outro sempre tenderá a surpreender, a mostrar o seu rosto próprio, diante do Eu, para seu espanto e seu estranheza.

Isso, para Lévinas, faz parte da própria condição humana: o humano não se dá aos processos de dominação, donde se conclui que apenas exterminando-o será possível dominar inteiramente o Outro, mas nesse acto extremo, o Outro torna-se inteiramente perdido, exaurindo-se também toda e qualquer possibilidade de eficácia dominadora...

Luiz Signates, S. Paulo 2000


Comments: Enviar um comentário

<< Home

Powered by Blogger