<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11538882\x26blogName\x3dLa+force+des+choses\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLACK\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://scriptoriumciberico.blogspot.com/\x26vt\x3d-290933400104219020', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
La force des choses
4.2.06
 
Medo e Blasfémias



Jyllands-Posten

Todas as civilizações passam pelas mesmas etapas: emergência, desenvolvimento e declínio.
O Ocidente difere das outras civilizações, não no modo como se tem desenvolvido, mas no carácter distinto dos seus valores e das suas instituições.
Nestes incluem-se principalmente, o Cristianismo, o pluralismo, o individualismo e o primado da lei, que tornaram possível ao Ocidente inventar a Modernidade, expandir-se pelo mundo e tornar-se objecto de inveja de outras sociedades.

A civilização Ocidental é valiosa, não por ser universal, mas por ser única.
A principal responsabilidade dos dirigentes ocidentais, não é tentar moldar as outras civilizações à imagem do Ocidente, o que está para além do seu poder em declínio, mas preservar, proteger e renovar as qualidades únicas da civilização ocidental.

Samuel P. Huntington, O choque das civilizações e a mudança na ordem mundial, 1996

A Europa foi mãe das ideias de liberdade individual, democracia politica, igualdade social, primado da lei e direitos humanos.
São ideias europeias e não asiáticas, africanas ou do médio oriente.


Acossado por um intolerante terror religioso, o governo dinamarquês não pediu desculpa pela "blasfémia" de respeitar a liberdade de expressão.
E quem ergue a voz em seu apoio?
O
Conselho da Europa?

Há sempre duas faces nos humanos e nos seus produtos, como o é a religião; há e haverá sempre a face aberta e a face fechada em qualquer religião, por isso que Cristo separou o que é de César do que é de Deus.

O que os chefes religiosos islâmicos fazem hoje não é diferente do que fazia (e faz) qualquer pároco de aldeia na nossa terra. Guardar poder, influenciar as massas ouvintes com esse poder, e isso é política. A religião só se torna tolerante se perder o poder temporal, senão utiliza o medo, e isso é política.

Éticamente a razão está evidentemente na Dinamarca, politicamente conviria ter algum cuidado com os fanáticos legitimados pelo Islão.

Cautela, que o medo e a intolerancia, sempre foram bons aliados da guerra.


Comments:
é um prazer ler-te!!!
 
Olá! No outro dia, reli "Cão Como Nós". É um livro espantoso!...


Bom fim-de-semana
 
digo tão pouco...
triste com o que digo
mas obrigado Che

Léssiii
esse livro é simples,
mas tem tanta ternura canina

abraços
 
Enviar um comentário

<< Home

Powered by Blogger