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La force des choses
25.12.05
 
O sorriso de Deus

Lost Art

Na História, que é a das religiões, o Homem sempre procurou Deus.
Com o nascimento de um menino, encontrou-o.

O Natal é um sorriso de Deus num mundo que teima em prosseguir com teofanias desnecessárias e egoísmos aterradores.
Sem esse sorriso a vida humana seria apocalíptica.
O Tempo seria apenas uma espera sem sentido, a miséria aceite e aceitável e a opressão tolerável e tolerada.

O menino que nasceu, na terrível maioria das grandes cidades da Ásia, da África, da América Latina, não tem sequer um palheiro para acolher seus pobres pais, mas apenas um viaduto de betão perante a indiferença dos que passam nos automóveis.
O berço é uma caixa de cartão forrada de jornais em que as manchetes falam de consumo.

E mesmo assim, quando crescer, esse menino pregará, como o outro nascido há mais de dois milénios, a para recriar a Esperança, o nosso maior grito mitológico.
Um grito não fanático, não subjugado, mas a única resposta para a nossa amargura e abandono, acreditem...

(adaptado de Victor Cunha Rego, Os dias de amanhã 1999)



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