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La force des choses
12.10.05
 
Do Tempo ou do momento que dura

Dennis Mecham

Quem diz Tempo diz, antes de tudo o mais, Consciência, ou seja Memória, conservação e acumulação do Passado no Presente mas também antecipado no Futuro, na medida em que a atenção ao Presente se dá em atenção ao que vai ser.

“Não é possível reduzir a duração da consciência ao tempo homogéneo de que fala a Ciência, o qual é constituído por instantes iguais que se sucedem.
O tempo da Ciência é um tempo especializado que perdeu por isso o seu carácter original.

Todos os estados de consciência se unificam na fluida corrente da consciência, da qual não se podem distinguir a não ser por um acto de abstracção, e o tempo é, na consciência, a corrente da mudança, não é uma sucessão regulada de instantes homogéneos.”
(Henri Bergson, Essai sur les donnés imediates de la conscience 1889)


“Para um ser consciente existir significa mudar, mudar significa amadurecer, amadurecer significa criar-se indefinidamente a si mesmo.”
(Henri Bergson, L’Evolution créatrice, 1907 pág 8)


Visando eternas discussões sobre o "instante presente", dedico à E-Clair estas palavras do meu velho mestre Henri Bergson.

Comments:
Por falar em mestres... diz, então, um dos meus (M Viegas Abreu): que “o futuro é já presente porque está a actuar como motivação”… talvez o que esteja a fazer tanta gente andar perdida, ou a sentir-se perdida, seja esta falta de “luminosidade” naquilo que almeja e como se dispõe a chegar-lhe…
e… convenhamos, cbs, mudar como razão e motor da (re)criação permanente de quem se é… é um trabalhão que, por nos pôr em causa continuamente, pode parecer assustador! Depois… é tudo questão de escolha (sempre que possível, claro) e há quem se atreva, e há quem desista mesmo antes de partir.
 
:))
o pior são as consciências betonadas no "eu sou assim!" ...
 
"o futuro é já presente porque está a actuar como motivação" mesmo quando as expectativas não se cumprem, o futuro (os possiveis) influi sempre o presente.
Abraço e sê benvinda Maria

"eu sou assim"
é outra versão da estupida mania do "my way";
é vestir um colete de forças;
é insistir em andar numa cadeira de rodas, quando podemos mexer os pés.

Abraço E-Clair e quanto ao cutucanço aplica-lhe a levíssima arte da esquiva ;)
 
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