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La force des choses
19.9.05
 
A Pátria Imperiosa

José Luis Mendes

No balanço geral de cada época, o Patriotismo espera ter mais razões de orgulho do que de mágoa, e encontrar um saldo positivo ao serviço do género humano.

A gesta dos descobrimentos, a unificação do globo, o desbravamento da África, a construção do Brasil, a angiografia, os primórdios da antropologia, o método experimental, são a Pátria.
Também as brutalidades cometidas no Oriente, as entradas contra os índios, o trabalho forçado, a escravidão, os traidores de 1580, os heróis de 1640, e os desertores e os mortos da década de 60.

Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece.
Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la.

Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela.
A Pátria não é um estribo.
A Pátria não é um acidente.
A Pátria não é uma ocasião.
A Pátria não é um peso.
A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber.

Adriano Moreira, O Novíssimo Príncipe, 1976


Comments:
a pátria somos nós
 
é com imenso prazer que, regressada de férias volto aqui ao escritório.
à Pátria se aplica a frase "ame-a ou deixe-a".
nas férias tive tudo o que me desejou: sol, mar e saúde.
um abraço
graziela
 
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