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La force des choses
13.9.05
 
Dos Guerreiros

Saving Private Ryan

Um dos vários fundamentos da sociedade, que no nosso tempo se vai esvaindo, parece ser o Valor Militar.

Um exército nacional é uma Instituição no sentido rigoroso do termo, um conjunto de homens aos quais se confiam os meios supremos de coagir, matando e morrendo até.


Participam, votando como cidadãos, mas obedecem como servidores, enquanto soldados.
A Nação não está ao seu serviço, são eles o instrumento, são eles que estão ao serviço.
Não podem constituir um corpo separado das outras instituições por especiais privilégios, podem é diferenciar-se pelo dever específico de arriscar a vida, que é a sua condição.

Daí a deferência especial que os militares merecem dos povos; nas palavras de Adriano Moreira são olhados “como tendo adoptado um modo de morte, quando as circunstancias o exigirem, e não como tendo escolhido um modo de vida, entre outros possíveis.”
Por isso também, em conjunturas graves, se aceita que a Instituição Militar exerça directamente o Poder.

Mas a vida normal das nações, não decorre por esses picos de desafio.
O quotidiano, é definido numa Constituição que conta com a obediência da Instituição Militar ao governo.
Essa obediencia militar, assenta antes de tudo, na legitimidade do Poder, que é a sua condição.

Os guerreiros descontentes, têm normalmente três escolhas:
- Obedecer a quem o Soberano delegou
- Abandonar a famigerada Carreira das Armas
- Pronunciarem-se, tomando o Poder nas mãos (porque "podem", essa é a diferença)

A ultima opção, aconteceu em Abril de 1974, após mais de uma década de guerra, para que o Estado se submete-se ao Direito.
Agora, já não é opção, e só as duas primeiras são legítimas.


Comments:
Do mal que é ter «forças armadas»... Mas para grandes males, grandes remédios.
 
Porque na guerra não há substituto para a vitória. Na paz, é melhor não fazer guerra.
 
Concordo contigo 100%, cbs
 
Quando o Governo é Constitucionalmente aceite, más quando constantemente a viola?. Umas forças Armadas sem caracter näo serve um povo por qué um Governo nem sempre representa um povo. Por isso, umas Forças Armadas sem causa näo säo uma Instituiçäo. nesse caso, elimina-se e já está!.
 
Um Governo que toma para sí as Instituiçoes secuestra o poder que tem o Povo de se defender. Um Governo sectario é extremadamente perigoso!.
 
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