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La force des choses
25.10.10
 
Quem será o campeão do mundo? (2)
A 62ª edição do Campeonato Mundial de Condutores transformou-se numa das mais competitivas provas, desde há muito tempo, fazendo jus às expectativas iniciais. Não apenas o campeonato está em aberto a duas corridas do fim (nisso, repete o recente 2008) como ainda existem 4 pilotos com possibilidades de conquistar o título. Mas o principal interesse foi a competição durante a prova, com alternâncias sucessivas na liderança, o que é manifesto no gráfico junto.
Contudo, após o GP da Coreia do Sul, creio que os fados pendem já, inexoravelmente, para Fernando Alonso. Webber cometeu um erro decisivo na chuva de Yeongam, penso eu. A distância entre os três primeiros é curta e Mark Webber, em segundo a 11 pontos (contando cada vitória 25) até dispõe do melhor carro para Interlagos. Só que, mesmo ganhando (somando 245 pts) a Fernando Alonso bastará o segundo lugar (somando 249 pts) para se manter na frente. E para os outros, Hamilton ou Vettel, a situação é ainda mais difícil, claro. Portanto, ou Webber vence as duas próximas corridas, ou muito provavelmente Alonso, que está forte nesta ponta final, será o próximo campeão do mundo, no seu 3º título.

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21.10.10
 
Please allow me to introduce myself

my name is Two-Thousand-Eleven... and I'm looking forward to meet you!
(Emanuele Usul Apuzzo)

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7.10.10
 
Quem será o campeão do mundo em 2010?

A quatro (ou três, que a Coreia do Norte não é certa) corridas do fim do mundial de Formula Um – Suzuka, Coreia, Interlagos e Abu Dabhi – não só está em duvida o vencedor, como existem 5 pilotos em 3 teams capazes da vitória. Já nem recordo uma situação tão competitiva no campeonato do mundo.
Tentando ver mais além, o que não está fácil, temos cinco pilotos:
- Webber (202 pts) com 5 poles e 4 vitórias; como pontos fortes o melhor carro, talvez o mais adequado em Suzuka e Interlagos, com um avanço pontual (11 pontos para o 2º) o que lhe dá alguma margem de erro; como pontos fracos, diria que vem a perder a rapidez e a superioridade que ostentou a meio da época.
- Alonso (191 pts) com 2 poles e 4 vitórias; como pontos fortes a experiencia de bicampeão, à qual alia desde a Alemanha, uma rapidez e competitividade inegáveis; tem um ponto fraco, que pode custar-lhe uma corrida, esgotou os motores de substituição, e se precisar de outro baixa 10 posições na grelha de partida.
- Hamilton (182 pts) com 1 pole e 3 vitórias; tem como ponto forte a rapidez e, teoricamente, o melhor carro para Abu Dabhi, a ultima prova; como fraquezas exibe resultados muito irregulares, e alguma facilidade em cometer erros crassos para um campeão.
- Vettel (181 pts) com 7 poles e 2 vitórias; tem como força o melhor carro, e uma rapidez superior, só raramente igualada pelos rivais (Alonso nas últimas duas corridas); o seu ponto mais fraco, será talvez alguma precipitação sob pressão, mas na ultima corrida já se mostrou um melhor estratega.
- Button (177 pts) nenhuma pole e 2 vitórias; terá como força a experiencia de ser campeão em título, mas falta-lhe alguma rapidez e regularidade, em especial nos ultimos resultados.

Dos pilotos com que simpatizo, Button, não me parece que tenha capacidade actualmente, mas quanto a Mark Webber, esse sim. Vettel tem carro e rapidez, Hamilton tem rapidez mas não tem carro; ambos cometem erros grosseiros, e não me parecem terem a visão estratégica de campeão. Já Alonso, não sendo da minha simpatia, reconheço-o como um grande lutador, determinado, que foi capaz de ajudar a Ferrari a superar-se, ficando muito rápido nas duas últimas provas e colocando-se como o homem a bater. O espanhol tem estofo de um grande campeão e neste momento penso que é o mais provável sucessor de Button. Webber, que guia como os melhores, apesar de estar na frente, vai ter de se mostrar superior ao tremendo Alonso. Se for capaz, será dele o Mundial, mas uma coisa é certa, ganhará quem errar menos. E nem Webber tem muita margem de erro, porque os próximos vencedores virão provavelmente deste grupo, e com 25 pontos por vitória, quem se poupar será ultrapassado, dada a proximidade entre o primeiro e o quinto (precisamente 25 pontos). Quem quiser ser campeão vai mesmo ter de atacar e ganhar as próximas corridas.

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ETCC Zandvoort (1972)

Mass/Larrousse (Ford Capri RS 2.6 n.2),
Glemser/Soler-Roig (Ford Capri RS 2.6 n.1),
Hezemans/Beltoise (BMW CS 2.8 n.11)

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Expresso no Expresso 5
Mas no fundo, a questão é outra, e é, precisamente, de “ciência politica”… a qual nunca pode deixar de dizer duas coisas essenciais:
a) A primeira é que a politica não é tudo, mas tudo é político; principalmente, o que parece ou pretende não sê-lo.
b) A segunda é que, sem cairmos na aplicação simplista da afirmação do filósofo Alain – se alguém me diz que não é de esquerda nem de direita, já sei que é de direita – as noções de esquerda e direita continuam a ser realidades fulcrais distintivas e estruturantes das sociedades contemporâneas, e vale a pena traduzir modernamente uma e outra. Mas não, numa implícita e inconsciente homenagem do vício (direita) à virtude (esquerda), negar as respectivas diferenças teóricas e práticas…
(Fernando dos Santos Neves)

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6.10.10
 
Brno (1970)

Toine Hezemans (Alfa Romeo GTA) from Rens Biesma

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Expresso no Expresso 4
À sombra de uma constituição que é uma espécie de lista para o Pai Natal, educámo-nos uns aos outros para um mundo em que só haveria direitos, em que tudo nos chegaria de graça e com pouco trabalho. (…)
São assim os políticos, dirão alguns. E nós, como somos? Alguma vez quisemos ouvir o contrário do que nos diziam? Quem quis perante uma Europa que cortava salários e aumentava impostos, ouvir que não podíamos ser uma ilha, sobretudo quando precisamos de ir ao mercado saciar o vício do endividamento? (…)
Temos um teste agora. Vamos reconhecer que estes “cortes” são apenas um sinal, uma tentativa patética de gerir as expectativas dos credores que, com os seus empréstimos, prolongam a nossa ilusão? Que sem outras mudanças, tudo isto significará apenas um patamar na descida do nosso empobrecimento?
O maior corte que Portugal tem que fazer é o corte com as ilusões do passado. Tudo o mais, mesmo quando dói, é ainda ilusão. (Rui Ramos)

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Expresso no Expresso 3
António Barreto afirmou que o actual conjunto de direitos não é compatível com o período de crise que o país atravessa. Barreto declarou ainda que é preciso separar os direitos fundamentais (liberdade politica, liberdade de expressão, etc.) dos direitos sociais e económicos. Os primeiros são inamovíveis. Os segundos não são inamovíveis. Se todos os homens da geração de António Barreto tivessem a coragem de enfrentar a narrativa dos “direitos adquiridos”, Portugal seria um país mais realista, mais rico, mais decente e com mais justiça entre gerações.
(Henrique Raposo)

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5.10.10
 
Sometimes the Devil gets so near to God

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Expresso no Expresso 2
Ou seja, se as receitas extra e a despesa a menos acordada com o PSD tivessem sido escrupulosamente cumpridas não teriam sido necessárias novas medidas este ano. Mas foram, e de que maneira. Além da lotaria da PT (que traz consigo responsabilidades futuras muito complexas), foi travado todo (todo!) o investimento dos próximos três meses e vários subsídios e apoios. Se o Estado precisa deste dinheiro é porque está a gastar muito mais do que devia. (…)
Agora chegou a conta. Com ela tem que vir a verdade, toda a verdade, e um plano futuro com garantias. (Ricardo Costa)

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Expresso no Expresso
Não discuto a coragem de um político que entrou em fase de negação e, depois de nos ter feito perder, pelo menos um ano – este que decorreu desde as ultimas eleições – aplica receitas das quais se ria, quando já se sabia que eram indispensáveis.
(Henrique Monteiro)

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4.10.10
 
I got you babe

They say we're young and we don't know
We won't find out until we grow
Well I don't know if all that's true
Cause you got me, and baby I got you

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