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La force des choses
31.5.10
 
Lancia Ferrari D50 (1956)


The Lancia D50 was designed by Vittorio Jano for Lancia in 1954. The car's design made use of many innovative features, such as the use of the engine as a stressed chassis member, the off-centre positioning of the engine to allow a lower overall height, and pannier fuel cells for better weight distribution and aerodynamics. Six of the cars were built, two of them are displayed in Italian museums.
The D50 made its race debut toward the end of the 1954 in the hands of two-time and reigning World Champion, Italian driver Alberto Ascari. In its very first event Ascari took both pole position in qualifying and fastest race lap, although his car's clutch failed after only ten laps. Following Ascari's death, and in increasing financial trouble, the Lancia family sold their controlling share to Scuderia Ferrari. Ferrari continued to develop the car, and the car was rebadged as the Lancia-Ferrari D50. Juan Manuel Fangio won the Formula One World Championship in 1956 with this car. During their competition lifespan D50s were entered into 14 World Championship Formula One Grands Prix, winning five.

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30.5.10
 
Lily Allen


Fuck you, fuck you very, very much
cause we hate what you do
and we hate your whole crew
so please don't stay in touch

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20.5.10
 
Les invités de Mary Quant

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18.5.10
 
Visita ao Mansell

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6.5.10
 
Ao Professor Bragança Gil (1927-2009)
Escolhi para a minha modesta contribuição nesta justa homenagem ao professor Bragança Gil o testemunho da minha enorme admiração pela forma como abraçou as causas a que se dedicou e como transmitiu aos outros o seu entusiasmo e saber.

Foi há 44 anos que conheci o Professor Bragança Gil na viagem de finalistas das primeiras licenciaturas de Física e Química a vários países da Europa. Eu era uma recém assistente do Departamento de Química e foram os alunos e colegas de viagem pertencentes ao curso de Física que mo apresentaram como um óptimo professor e físico nuclear. Porém a recordação que me ficou dessa viagem e que me marcou fortemente no primeiro contacto pessoal com o Professor foi a de uma visita ao “Science Museum” em Munique, por ele proposta quando estivemos nessa cidade. A sua extraordinária capacidade de comunicação, entusiasmo e paixão ao percorrer a área expositiva nomeadamente a da Física foram inesquecíveis. A discussão inteligente e a visão crítica de cada módulo expositivo foram uma lição do Professor que nunca mais esqueci pela forte emoção que me provocaram. Sem duvida que no final da visita eu estava apaixonada pelos Museus de Ciência e pela divulgação científica.

Bem merece o nosso elogio e agradecimento, pela capacidade de nos contagiar com o seu entusiasmo especialmente na consciencialização de que a Ciência é Cultura.
Fernanda Madalena Abreu Costa, professora catedrática de Química, ex-directora do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

O Museu de Ciência, ao comemorar hoje os 25 anos, convida-vos a visitarem-no, como a melhor homenagem que se pode prestar ao seu criador.

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2.5.10
 
Jenson Button
Para ser sincero, só agora, após o Grande Prémio da China, aceitei definitivamente Jenson Button, no meu íntimo, como um dos grandes. Mas é preciso voltar atrás, para explicar melhor. Quando ouvi falar dele, creio que em 1999 após ter ganho o campeonato britânico de fórmula Ford (como Senna) diziam que era um novo Senna. No ano seguinte foi para a fórmula um, no lugar de Zanardi na Williams, e conseguiu uma quarta posição na Alemanha e varias quintas classificações. Em 2001 seguiu para a Renault, que comprara a Benneton, e conseguiu ficar em 7º no campeonato de 2002. A partir de 2003 até 2008 corre pela equipa BAR-Honda (depois só Honda) e não só consegue superar facilmente o seu team-mate, o ex-campeão do mundo Jacques Villeneuve, como alcança um terceiro lugar no campeonato de 2004, vencendo a primeira corrida (que julguei a ultima) na Hungria. Depois começou a pouco e pouco a decair, e já ninguém esperava grande coisa da sua carreira, quando a Honda decide abandonar a competição em 2009. Desempregado e com uma fama de playboy parecia-me impossível que houvesse mais história…
É então que Ross Brawn fez aquele milagre! Pedindo dinheiro emprestado, para comprar a equipa Honda, limpou o campeonato de 2009. Renascendo das cinzas, chegaram a campeões do mundo, Button, Brawn e toda a equipa. Mas não foi o suficiente para me convencer, apesar de apreciar o volte face, de uma carreira que passou, num ápice, de uma morte anunciada para a glória absoluta. Porque, não obstante, o campeonato foi ganho nas primeiras seis ou sete corridas da época, onde o domínio técnico dos Brawn – devido ao célebre duplo extractor – foi total. Depois os resultados de Button pioraram e teve de se esmerar na parte final para não ser alcançado pelos Red Bull ou pelo seu colega de equipa, Barrichello.
Creio que optou bem pela McLaren, como se prova com a mediocridade actual da Mercedes (ex-Brawn), mas pensei que não se aguentaria com o rapidíssimo Lewis Hamilton. Pois é…
Jenson Button não será o mais rápido no competitivo campeonato deste ano, mas tem rapidez suficiente para estar lá, onde é preciso, aliada a uma inteligência de corrida superior, seja sob que condições forem. O que dá para, após o quarto Grande Prémio somar duas vitórias e estar na frente de lobos bem montados como Vettel no seu Red Bull, Hamilton no outro McLaren ou Alonso no Ferrari.
Afinal, inclino-me perante as provas, Jenson Button não é um mero fruto das circunstâncias, é mesmo um competidor maduro e um verdadeiro campeão. Oxalá a sorte o ajude este ano a renovar o título.

P.S: E não é sem agrado, que vejo aquela bonita rapariga, Jessica Mishibata, ao seu lado. Segundo Jenson, é a responsável pelo acalmar de uma vida turbulenta, e parte do seu sucesso de 2009

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Milady
do it with a becoming grace*



















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