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La force des choses
28.6.09
 
Estes braços que agora trago vazios, são uma memória viva da alegria que senti, há vinte e um anos, quando eles te abraçaram pela primeira vez.
Penso hoje nas tristezas, nas alegrias, destes anos breves; agradeço a Deus ter-me escutado, e à tua mãe ter-me oferecido o que há de melhor no mundo: tu.

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25.6.09
 
Farrah (1947-2009)
More than a woman to me


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21.6.09
 
Teerão
Tristemente, as coisas precipitam-se. Entre a sobranceria dos comentários de bancada e o cheiro do fumo, entre o sabor a sangue e o rosto suado de encontro ao alcatrão, vive-se a febre...
Quem pensa que aqueles são outros, lá longe, diferentes... engana-se. São como tu e como eu, apanhados na tempestade dos acontecimentos imparáveis, gente que corre nas ruas, que tem dúvidas e certezas, que tem medo e que tem coragem. E vê a morte...
Eles são como nós. Lá, agora, somos nós! E já não tem a ver com votos, é a politica pura à solta. A Teocracia para sobreviver vai ter que reprimir, mas ao fazê-lo alargará as fissuras de dentro e de fora. Uma coisa é certa, a explosão do Irão provocaria uma chuva de cacos em toda a região, e na economia mundial, que já vai de rastos.

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19.6.09
 
O Brian Ferry portuga

Nada do que sugeriste foi mais do que eu quero, dançar um bolero, esta canção que parecia que ia acabar, que acaba com um filme, mas é a canção de ficar, quase de embalar, não valerá o trabalho de querer resistir, o que é esguio é para agarrar e terás em cima de ti toda essa água, toda essa água que cai. Dançar é amar na vertical

Coração canta e os músicos vão atrás, seguindo o passo ébrio da voz do trovador, um pinga-amor com as mão cheias de recordações de mulheres e um pé na estrada - este é o mote e a glosa que o acompanha é o trabalho de decoração para caiar as canções de tons cool desmazelados (Ípsilon João Bonifácio)
Tivesse uma baby sitter prás cadelas, estaria lá hoje ;)

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Esforço, dedicação e glória: eis o Sportem

We only live, only suspire, consumed by either fire or fire

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15.6.09
 
Permets-moi de dire
Ce que je pense

Que c’est une femme
le silence.
Guillevic, Art poétique

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13.6.09
 
The beginning

We shall not cease from exploration
And the end of all our exploring
Will be to arrive where we started
And know the place for the first time.
Through the unknown, unremembered gate
When the last of earth left to discover
Is that which was the beginning;
At the source of the longest river
The voice of the hidden waterfall
And the children in the apple-tree
Not known, because not looked for
But heard, half-heard, in the stillness
Between two waves of the sea.

T. S. Eliot, Four Quartes, Little Gidding

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12.6.09
 
Véspera do Santo
Largos longos doces horizontes
A desdobrada luz ao fim da tarde
Um ar de praia nas ruas da cidade
Secreto sabor a rosa e nardo arde


Lembrança de um voo sobre o Adriático, até ao mais alto azul do Olimpo

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Who then devised the torment?
The dove descending breaks the air
With flame of incandescent terror
Of which the tongues declare
The one discharge from sin and error.
The only hope, or else despair
Lies in the choice of pyre of pyre —
To be redeemed from fire by fire.


Who then devised the torment? Love.
Love is the unfamiliar Name
Behind the hands that wove
The intolerable shirt of flame
Which human power cannot remove.
We only live, only suspire
Consumed by either fire or fire

T. S. Eliot, Four Quartes, Little Gidding

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Conversa da bola
Um amigo meu de sua graça, Luis, lampião de gema, teve a triste ideia de me levantar a hipótese duma união da segunda circular ( Esse-éle-bê mais Esse-cê-pê) para fazer face ao poderoso Fê-cê-pê. Julgo que só o tremendo desvario que se vem apoderando daquelas luminosas cabeças, poderá explicar um tamanho dislate.
O Sporting não é, nunca será, miscível com o Benfica, por razões genéticas e de sangue. Toda a gente sabe que, enquanto a origem verde é nobre, a vermelha é popular. Enquanto o Sporting está entregue a uma oligarquia que se referenda de vez em quando, no dizer do catedrático dominical Rui Santos, o Benfica, esse é genuinamente democrático. Talvez por isso, naquela democracia nascem tão fácilmente, todos os anos, todas as demagogias…
Já o Porto, para continuar numa de análise politica, faz-me mais lembrar a Coreia do Norte, está entregue ao Querido Líder e se estiverem a morrer à fome, cá fora ninguém sabe.

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11.6.09
 
Every poem an epitaph
What we call the beginning is often the end
And to make and end is to make a beginning.
The end is where we start from.
And every phrase
And sentence that is right (where every word is at home,
Taking its place to support the others,
The word neither diffident nor ostentatious,
An easy commerce of the old and the new,
The common word exact without vulgarity,
The formal word precise but not pedantic,
The complete consort dancing together)
Every phrase and every sentence is an end and a beginning,
Every poem an epitaph.

T. S. Eliot, Four Quartes, Little Gidding

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10.6.09
 
Cruel... mas brilhante! :)

 
A symbol perfected in death
We cannot revive old factions
We cannot restore old policies
Or follow an antique drum.
These men, and those who opposed them
And those whom they opposed
Accept the constitution of silence
And are folded in a single party.


Whatever we inherit from the fortunate
We have taken from the defeated
What they had to leave us—a symbol:
A symbol perfected in death.

T. S. Eliot, Four Quartes, Little Gidding

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9.6.09
 
Love of a country
There are three conditions which often look alike
Yet differ completely, flourish in the same hedgerow:
Attachment to self and to things and to persons, detachment
From self and from things and from persons; and, growing between them, indifference
Which resembles the others as death resembles life,
Being between two lives—unflowering, between
The live and the dead nettle. This is the use of memory:
For liberation—not less of love but expanding
Of love beyond desire, and so liberation
From the future as well as the past.
Thus, love of a country
Begins as attachment to our own field of action
And comes to find that action of little importance
Though never indifferent. History may be servitude,
History may be freedom. See, now they vanish,
The faces and places, with the self which, as it could, loved them,
To become renewed, transfigured, in another pattern.


T. S. Eliot, Four Quartes, Little Gidding

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8.6.09
 
As eleições do ano 52 depois de Roma
9.600.581 Eleitores inscritos
6.043.567 Eleitores em abstinência (63%)


Pequenos partidos
Partido dos votos brancos – 164.877*
Movimento da Laurinda – 52.924
MRPP – 43.037
Partido da Terra – 23.378
Movimento do Carlos – 21.647
Partido da Manuela – 16.951
Partido monárquico – 13.774
Partido endireita – 13.026
Partido da Carmelinda – 5.094


*Numero alterado de 71.151 – valor de votos nulos e não de brancos – por volta das 22H hoje. Na casa das centenas (e só) outros valores não acertam, mas que se lixe, retirei-os esta manhã do Diário de Noticias. Quem referiu o valor certo, abrindo-me os olhos, foi o Dr. Alberto Martins, líder para lamentar do PS, ao também notar na tv, a dimensão dele, ligando-a ao afastamento crescente entre a população e a politica.
Dizia que é preciso "reaproximar" as pessoas da política, como se fosse possivel pegar na "coisa" e empurra-la para ao pé das pessoas. O Dr. Alberto tá cego - ou finge que tá – e não distingue aquilo que desclassifica a politica, que não são metros ou milímetros, são puras e simples aldrabices. É o puro e simples descrédito, consequência de atitudes como a sua, quando há ano e meio, anulou o projecto de lei anti-corrupção de Cravinho – entretanto despachado para uma gaiola dourada.

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4.6.09
 
O messianismo sebástico
Embalados em mitos - visões distorcidas de factos do passado - fomos criando com o tempo, um corpo teórico/espiritual - um fado imperial, diria eu - que por um lado serve de suporte à nossa "realidade" existencial, mas simultâneamente se alimenta dessa mesma vivência.
Nada de original, sequer. Trata-se de um fenómeno alargado, com especificidades europeias, e tonalidades lusas.
3.6.09
 
Ai ai ai...
Parece que neste arrobamento de se ser português, subjaz sempre uma qualquer espécie de "penta", sejam quinas, sejam chagas ou seja o quinto dos infernos, perdão... dos impérios.

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