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La force des choses
25.3.09
 
Ritinha
Das poucas imagens que em mim superam a de baixo; são pessoas destas que dão a cor ao mundo.

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22.3.09
 
Gosto tanto da janela de baixo, que não lhe consigo postar nada em cima :)

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19.3.09
 
A todos os pais

por cortesia do melhor blog

Não podendo vir a realizar-se, fica ao menos a filial intenção.
Um cruzeirito pelo meio das gregas... das ilhas… das ilhas gregas :)

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15.3.09
 
Enamoramento e Amor

A polaridade da vida cotidiana está entre a tranquilidade e o desassossego.
A do enamoramento, entre o êxtase e o tormento.
Francesco Alberoni

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13.3.09
 
Ainda estou a digerir isto...
A vergonha da semana, do mês, do ano, da década, do século

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12.3.09
 
Se questo è un uomo
Há um sonho pleno de horror que não deixa de me visitar (...). É um sonho dentro de um sonho. Varia nos detalhes mas não na substância. Posso estar sentado à volta de uma mesa com a minha família ou com amigos, ou no trabalho, ou num campo verde. Em suma, num ambiente pacífico e descontraído, sem qualquer tensão ou aflição aparente; e, no entanto, sinto uma profunda e subtil angústia, a sensação definitiva de uma ameaça pendente. E, de facto, à medida que o sonho continua, devagar ou brutalmente, de cada vez de uma forma diferente, tudo se desintegra à minha volta, o cenário, as paredes, as pessoas, enquanto a angústia se torna cada vez mais intensa e mais definida.
Agora, tudo se transforma em caos. Estou sozinho no centro de um nada cinzento e perturbador e agora sei o que significam as coisas e também sei que sempre o soube. Estou no Laager e nada é verdadeiro fora do Laager. Tudo o resto era uma breve pausa, uma ilusão dos sentidos, um sonho (...). Este sonho dentro do sonho terminou e o outro sonho continua, gélido. Uma voz bem conhecida pronuncia uma única palavra, que não é imperiosa, apenas breve.
É a voz de comando do amanhecer de Auschwitz, uma palavra estrangeira, temida, esperada: Wstawách! Levanta-te!
Primo Levi citado por Teresa de Sousa

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11.3.09
 
A magia do Mercado

video
A crise financeira bem explicada

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9.3.09
 
Não conheço melhor prova da adequação da tese de Huntington - e do medo que causou, razão escondida dos seus detractores, quanto a mim - do que esta designação pacóvia, a que o doutor Sampaio empresta o nome.

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I am crying tears of ice
Tears of Ice falling down my cheeks
forming a lake in it's surface
I see your faces and I watch till it's gone
There were times all I did was cry out your names
the only thing I feel now is pain

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8.3.09
 
Às gajas...
Mas quem terá, Senhora,
Palavras com que iguale
Com vossa fermosura minha pena?
Que em doce voz de fora,
Aquela glória fale
Que dentro da minha alma Amor ordena?
Não pode tão pequena
Força de engenho humano
Com carga tão pesada.
Se não for ajudada
De um piedoso olhar, de um doce engano,
Que, fazendo-me o dano
Tão deleitoso e a dor tão moderada,
Enfim se convertesse
Nos gostos dos louvores que escrevesse.

Canções V, do grande Luís Vaz, edição de Lobo Soropita, 1595

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7.3.09
 
Há sempre desgraça maior...

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6.3.09
 
Apeteceu-me morrer
E pedi assim a Deus:
Dai-me a paz dos estábulos, das coisas arrumadas, das colheitas recolhidas. Deixai-me ser, por me ter acabado de realizar. Estou cansado dos lutos do meu coração. Sou velho de mais para recomeçar em todos os meus ramos. Vim perdendo, um por um, os amigos e os inimigos. Vi uma luz brilhar no meu caminho de ócios tristes. Afastei-me, voltei, olhei: fui encontrar os homens à volta de um bezerro de oiro, mais por estupidez do que por verdadeiro interesse. E as crianças que hoje nascem parecem-me mais estranhas do que os rapazitos bárbaros que desconhecem a religião Levo comigo o peso de tesouros inúteis.

Para uma pessoa ser justa tem de se fechar numa torre. Eu vi os homens perto de mais, sinto-me cansado. Aparece-me, Senhor, pois tudo se torna mais difícil quando se perde o gosto de Deus.

Antoine de Saint-Exupéry, Cidadela, 73

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5.3.09
 
A espera
Vivemos até aqui demoradamente.
Mas a temporalidade mudou desde os tempos da ditadura: esta fazia dos portugueses seres adiados; hoje, em democracia, numa sociedade normalizada, à superfície das coisas, o presente eterno que foi o nosso já esconde mal as mutações que se vão operando, o adiamento transformou-se em espera, a espera em ansiedade e a ansiedade aspira cada vez mais ao real.
José Gil, Portugal, hoje: o medo de existir – Relógio D’água 2004

Não sei como é, mas... assenta-me como uma luva

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Perante Perez Metello, olhando-o na cara, o Avelino fala ao Cardeal. Lança pela boca fora algo como isto: porque há quem diga, que o buraco é tão grande, que só será possível de resolver pela inflação.
Assustou-me, o gajo. De facto, não sabendo ainda, até onde vai o poço sem fundo financeiro, particularmente na América e na Europa, é difícil prever soluções. Os estados, primeiro garantem, depois metem dinheiro. Depois metem mais e criam dívida; chutamos o buraco para o futuro, para os descendentes… mas haverá também o momento, de pôr a máquina que faz moeda a funcionar.
É sabido que, aumentar a massa monetária, para pagar salários por exemplo, a consequência é inflação... entre a deflação e a inflação a minha angústia balança.

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4.3.09
 
No país dos matulões
Há dias, em Berlim, desprezando o que é desprezável, os seis poderosos reuniram o directório europeu (faz falta o Tratado de Lisboa) para preparar a próxima do que dá pela etiqueta de G20. Sarkozy ajudou à festa, com a sugestão nacional de condicionar ajudas à aplicação no hexágono.
Críticas azedas levaram a nova reunião, agora a 27 (último fim-de-semana) para
apaziguar melindres. Foi imediatamente precedida por uma outra, só de Leste, preparando a posição privada de 9 dos 27. Temos uma divisão clara entre poente e levante, entre ricos e pobres; e temos um directório dominado pelo tandem França/Alemanha (um bocado tenso, por sinal).

A redução do dinheiro, parece estar a gerar a desagregação do tecido produtivo. A redução da economia gera desemprego; o desemprego reduz os mercados, o que vai reduzir ainda mais a economia. A desagregação da economia leva à desagregação social, numa depressiva dinâmica de buraco negro.
Agrava-se a crise global, em retro-alimentação, com ciclos acelerados; piorando todos os dias, agora a leste em estados da União, agora a ocidente em países defendidos pelo euro, aquilo que fica em jogo é resvalar para o directório, é a lei do mais forte, com proteccionismos, a industria francesa para os franceses, a inglesa para os ingleses, etc.; e com desequilíbrios nas dívidas e taxas de juro entre estados da União, a breve prazo, o próprio euro ficará em causa.
Aquilo que, também está em causa, é a solidariedade dentro da União, isto é, a própria Europa. Para um país pequeno e endividado, não vemos alternativa a aceitar os tratados e nada para além dos tratados. O Tratado de Lisboa em vigor, apesar dos defeitos, seria hoje uma mais valia.

Perspectiva-se assim o teste decisivo da União:
- Proteccionismo ou Solidariedade

- Cada um por si, aceitando que egoísmos nacionais, destruam o mercado interno e arrisquem a moeda única, ou tratar todos os europeus como cidadãos, conjugando esforços, utilizando recursos dos que podem em socorro dos mais frágeis, criando os instrumentos.
Em empréstimos ao Leste parecem estar em jogo mais de mil milhões de euros (algum do BCP, senhor José Sócrates); o efeito do colapso financeiro, económico, social, mete medo aos ricos. Desta vez, ou lucro é de todos, ou adeus Europa.
Mas onde está a Comissão do José Manuel?

Com um orçamento europeu ridículo, onde está a resposta comum?
Onde a hipótese imaginada de títulos de divida pública europeus?
E a hipótese imaginária de um fundo para auxiliar os estados insolventes?

A única entidade independente que funciona na UE, contra vontade dos grandes, diga-se, é o Banco Central Europeu. Apostar em regras comuns aceites - o melhor que existe é o Tratado de Lisboa - na dimensão institucional, e apostar na integração na moeda única nas dimensões económica e financeira, parece tornar-se imperioso.
Será também, provável, porque a alternativa é cara, mesmo para os poderosos. Por isso, nesta desgraça, estamos optimistas. A necessidade aguça os miolos... e a esperança. Em ultima analise, a questão é politica. Por isso José Sócrates devia estar em Bruxelas, no domingo passado, e nos próximos.

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3.3.09
 
Na terra dos pequeninos
Bons carneiros, depois da desgraçada sucessão do Cherne - que se foi por conveniencia pessoal - votámos Sócrates. Não no PS. Em Sócrates.
Ao fim de um par de anos reconhecemos um líder com brilho nos olhos. Que recalibrou a despesa pública, segurou a segurança social, meteu a burocracia na era digital, pegou com energia nas renováveis, e com coragem, quis romper domínios fundamentais como a justiça, a saúde ou a educação.
O importante ficou nas contas, que no resto nem metade conseguiu. Mas tentou. Na III Republica, foi o único que verdadeiramente tentou dissipar o manto de nevoeiro branco que recobre este país. Cavaco, excepção feita à reforma de Cadilhe, terá sido outra história, mais de construções, do que de instituições.

Caiem-nos então em cima, as primeiras vagas da maior tempestade. A paisagem começa a assemelhar-se ao mar de lama e detritos, após um tsunami. Tudo fica em risco. Ninguém é prescindível.
Será por aqui que, esboroada a governação, José Sócrates perde o pé.
Não nas licenciaturas e-mail, não nos projectos da Cova da Beira, nem mesmo nas sombras do Fripórte; só pela potência do vento. É exemplo típico, a tristeza da Quimonda com pés de barro - maior exportador mas, um só fornecedor, um só cliente - paradigma do Portugal da ponta da catana.

A Manuela, pese embora alguma responsabilidade – até anterior ao grande Cherne – no estado a que isto chegou, vai saindo, a pouco e pouco, do mundo exíguo onde se recolhia. Será aqui, mesmo sem jeitinho nenhum, que começamos a reparar no que ela diz. Reparamos na dívida externa, praticamente igual a um ano de produção nacional. E em vivo progresso. Reparamos na manipulação mediática muito profissional – exemplificada com as recentes cortes laudatórias – lembrando-nos que o rei vai nu. Que por volumoso que seja o palavreado, tudo se sumirá com o vento.
Bendita seja então a imprensa negra… e existir oposição.

E reparámos também, na escolha entre Espinho e Bruxelas.
Um primeiro-ministro, que não é dos socialistas, mas de todos. Parece oportuno lembrar José Sócrates, que o excesso de confiança reduz a visão, que boa parte da sua votação vem da asa direita, e não apenas do segundo Calhau à esquerda. Vem de gente conservadora, que gosta de líderes a defender o que considera a sua nação, os seus interesses, enfim, de ter um procurador à altura; este pormenor, não nos parece menor. Na actual barafunda da União, em Bruxelas, joga-se entre fracasso e salvação. Portugal será pouco relevante, sim, mas também em ultima analise, a questão não é económica, é política. De vontade política e urgente. E mútua, claro.
Por isto tudo, é difícil entender que a única falta de um líder europeu, lá onde se joga tudo, tenha sido do primeiro ministro de Portugal - por conveniencia pessoal, como o outro.

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2.3.09
 
O amor é que é essencial.
O sexo é só um acidente.
Pode ser igual
Ou diferente.
O homem não é um animal:
É uma carne inteligente,
Embora às vezes doente.

Pessoa, 1935, por Richard Zenith in Poesia do Eu, Assírio&Alvim 2006

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1.3.09
 
Eu
Eu que nunca verei a aventura de perto
Que nunca beijarei os lábios da Distância
E nunca sentirei vir p’ra mim a fragrância
De Índias reais sob um céu outro e certo
E eternamente numa incerta infância

Pessoa, A vida de Arthur Rimbaud, 23-02-914

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