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La force des choses
26.2.09
 
Nihil: aceitemos… é a vida.
Lembremo-nos que esta expressão vem de longe, e de uma outra zona discursiva: costumava terminar os comentários e análises de António Guterres, o primeiro-ministro socialista.
Com uma leve carga de resignação, ela pretendia exprimir uma velha sabedoria cristã: aceitemos os males do mundo, os dissabores, tudo o que vai contra a nossa vontade, porque isso resulta de uma lógica e de um poder que nos ultrapassam.
E já que a lógica do tempo histórico é imbatível, aproveitemos então para, na nossa pequena esfera, tirarmos pequenos benefícios individuais.
O sentimento de responsabilidade por uma comunidade, por um país, parece ter desaparecido.

Em política esse tipo de transferência de regras morais de conduta para a esfera governativa pode ser extremamente perigoso. A resignação leva à impotência, a passividade à inércia e ao imobilismo: o governo de Guterres caiu porque não governou, ponto final. O de Durão Barroso não terminou, por razões de conveniência pessoal do primeiro-ministro.
(José Gil, Portugal, hoje: o medo de existir – Relógio D’água 2004)

Quem mais, como eu, se vê espelhado nesta couraça, que simultaneamente protege e castra?

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Perplexidades íntimas sobre a batota
Propriedade privada é aquela de que nós privamos os outros
(mais ou menos, o Agostinho da Silva in Textos Pedagógicos, vol. II, Âncora 2000, pág.102)

Na economia de mercado é assim… deve ou não, o estado, intervir na economia?
Claro que não. Enquando estivermos a ganhar, tá-se bem…
Sim, se estivermos a perder. Sobretudo se estivermos falidos.

No caso do banco privado é assim: somos investidores ou somos clientes?
Somos investidores se o negócio der, somos clientes se o negócio não der.


Atenção. Estou só a experimentar a cabeça...

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25.2.09
 
0-5
Gestão criteriosa de Paulo Bento: poupando a equipa pró embate com o Porto

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24.2.09
 
Ao que chegou a crise!
Satélite da NASA caiu no mar três minutos depois do lançamento
Fartaram-se de gozar com o pequeno líder. Mas afinal, a outrora poderosa América, já nem um foguete consegue lançar...

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Do destroço

...tal como nós, quando o socialismo real causou em todos os lados os mesmos efeitos, pensámos que o mal estava nos homens maus e também no socialismo real, uma exigência de rigor devia levar os simpatizantes do capitalismo a admitir que o mau cheiro da panela destapada não vem só dos maus intérpretes da economia de mercado. (Luís in A Natureza do Mal)

Eu, que nunca pensei que os selvagens fossem naturalmente bons, li. Eu simpatizo com a liberdade em geral, e a de todos os bichos em particular, se é que isso implica "ser simpatizante do capitalismo". Eu também nunca pensei que os concertos ideológicos - digam comunismo ou digam mercado - nos salvassem da bestialidade ancestral. Mas a náusea, está de facto, tão activa, que com facilidade concedo: aceito que o mau cheiro não é específico de um ponto cardeal, o mau cheiro é mesmo intrínseco à coisa.

Quando hoje, aqui, há gajos que condenados, não pagam mais de 5.000 euros, por quererem putrefazer vereadores municipais. Quando aqui, hoje, há lixo a caducar - como se o deixasse de ser - ao fim de meia dúzia de anos, e os tribunais demoram o dobro disso a almejar uma condenação. Quando o único deputado, a tentar aqui algo de sério, contra o que publicamente fede, é exportado para lá do sol-posto e o que pedia vai para o caixote.
Talvez esteja na altura de voltar ao princípio. Começar por distinguir o que é mal do que é bem. Não sei. Saber que coisa queremos, que alma se tem…

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Carnem levare (carnevale)
Caraças originais para hoje. Banir a carne, com bebedeiras em copos mascarados de gente.

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23.2.09
 
Quando o dinheiro parou
Há quem considere que, pelo efeito perturbador exercido sobre as pessoas e, consequentemente, sobre o seu comportamento, a Grande Depressão é considerada como o acontecimento do século (…) Nenhuma das duas guerras teve efeito semelhante sobre tanta gente (…) Poucos dos que sobreviveram à Grande Depressão ficaram indemnes perante a experiencia. Em contraste com as guerras, deu-se muito pouca atenção aos factores que converteram as desconfortáveis e dolorosas crises do século passado nesta profunda e duradoura tragédia.
Para os marxistas tratou-se, simplesmente, de outra manifestação da tendência fatídica do capitalismo; foi pior que as predecessoras, porque estava destinada a piorar até ao derradeiro colapso apocalíptico.
Para os eruditos ortodoxos da época foi outra queda no ciclo económico, queda que foi, muito possivelmente, prolongada pelos esforços mal conduzidos dos governos para lhe pôr termo.
Nem o súbito colapso do mercado de acções, nem a especulação que a precedeu têm sido considerados como causa decisiva. O mercado foi uma resposta a forças mais profundas e mais fundamentais; não foi em si mesmo a causa da mudança. (…)
A vida económica, como sempre, é a matriz em que o resultado se converte na causa e a causa no resultado. (…)
Em 1932, a Reserva Federal dominou finalmente o seu receio da inflação e começou as suas operações de mercado aberto. Compravam-se títulos; de acordo com isso o dinheiro afluía aos bancos. Era demasiado tarde.
Os banqueiros assustados retinham o dinheiro assim recebido como mais uma segurança contra o dia em que os seus depositantes viessem. Em parte por causa deste receio, chegariam em breve a manter reservas muito para além das suas necessidades – e este estado de coisas manter-se-ia durante muitos dos anos subsequentes.
GALBRAITH; John Kenneth, Money, 1975


Pouco iluminado estou, sobre o desenrolar do drama económico actual.
O texto de Galbraith aborda semelhanças, mas contém também diferenças, relativamente a 1929.
Nas semelhanças creio poder incluir sem grande margem de erro, a marca indelével que esta crise vai deixar na geração actual; também a avaliação dos factos pelo marxismo ressuscitado se assemelha - já os ortodoxos, hoje chamados neo-liberais, estão caladinhos, talvez a ver se percebem; igual também a importancia do dinheiro, como seiva vital da economia, e o efeito destruidor do colapso dos mercados de capitais – mas desta vez, diversamente, derivando do colapso do mercado imobiliário; semelhante ainda a reacção dos bancos assustados, retendo o dinheiro recebido (ou avalizado) dos estados – mas desta vez, diferente foi a reacção dos governos, muito mais rápida, injectando dinheiro, evitando falências e agindo directamente nos mercados.
Creio que mais duas situações contextualizam a diferença.
A maior responsabilidade da grande crise económica do século XXI recai, não nos capitalistas no sentido clássico, mas nos gestores. Foi essa corporação do novo século que, manipulando uma economia virtual, enriqueceu, dando a si mesma prémios pornográficos - dou aqui a mão à palmatória a Mário Soares, a quem oiço de há muito criticar o novo capitalismo das alavancagens financeiras;
A ligação e integração das economias do mundo nunca foi tão completa – o que impede reacções de fechamento ao exterior, como sucedia antes – e isso é completamente novo: ninguém se pode salvar sozinho.
Mantém-se, contudo, uma semelhança fulcral: o peso enorme da América do Norte na economia mundial. Em 1929 foi a dependência da sua força que arrastou a Europa para o desastre; em 2008, tive alguma esperança que os países emergentes, China, Índia, etc. pudessem compensar o afundanço com a sua vitalidade. Ainda não será assim, desta vez. Creio já ter percebido, que tal como antes, enquanto os Estados Unidos não recomeçarem a crescer, o mundo vai estar parado; ainda são eles a locomotiva, ainda é lá que está o factor crítico.

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22.2.09
 
Y ya su canto es de todos los hombres…
Passarinhava eu pelo blog do Caa, quando descubro com alguma nostalgia, uma cantiga, um grupo, daqueles que não se esquecem. Na Espanha de 70, resistindo ainda ao franquismo, os Agua Viva cantavam assim o mítico Rafael Alberti Balada para los poetas andaluces de hoy


Qué cantan los poetas andaluces de ahora?
Qué miran los poetas andaluces de ahora?
Qué sienten los poetas andaluces de ahora?

Cantan con voz de hombre, pero donde están los hombres?
Miran con ojos de hombre, pero donde los hombres?
Sienten con pecho de hombre, pero donde los hombres?

Cantan, y cuando cantan parece que están solos.
Miran, y cuando miran parece que están solos.
Sienten, y cuando sienten parecen que están solos.


Belo... de arrepiar por dentro.

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Mestre Lagoa Henriques
O miúdo riscava o muro esboroado do velho bairro com um pedaço de carvão tentando dar à escala das letras que desenhava uma dimensão maior que a do seu próprio corpo. Suspenso no olhar, rosto aberto a uma alegria incapaz de conter, Lagoa Henriques seguia o trajecto da mão da criança como se dela nascesse o milagre da criação.
(Eduardo Geada in O Risco Inadiável, o Caderno de Desenho, Jubileu do Professor Lagoa Henriques, 1988)

A ceifeira anda danada a apagar a vida. Ontem o Megre, hoje o mestre. Noutro século, com ele e o Carlos apreendi a arte do desenho, em finais de tarde mágicos à beira rio, traços a carvão cruzados com gaivotas, espaços sem tempo, surreais, como a catedral do esteta, onde sons de tocatas esvoaçavam mais os pombos, até ao tecto, no meio de mil objectos capturados ao mundo.

Com cada um que desaparece, vou-me eu também.

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21.2.09
 
Duas notícias do sapo
Uma boa. O doce enlevo da vitória que nos prepara psicológicamente para as próximas, com o Bayern e com o Porto.
Outra má, muito má. A tristeza da morte física do Zé Megre. Lembra-me o troféu Datsun, o autódromo, as rampas e os rallies com 240 Z; depois o todo o terreno, Marrocos, os primeiros Dakar e tudo aquilo que lhe valeu o epíteto de "pai" do todo o terreno português.

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Pone seram, cohibe, sed quis custodiet ipsos custodes?

Diz o Pedro, "A hope é mais fácil de cantar do que de concretizar”.
Terá uma relação algo remota com essa de concretizar a esperança, mas lendo sobre Juvenal, saiu-me uma famosa frase, já com dois mil anos: Põe ferrolho, fecha, mas quem vigiará os próprios vigilantes? (Decimus Iunius Iuvenalis, Satirae 6.347-48)

O poder é por natureza reaccionário à mudança. Quando mudamos os actores, os novos tendem a assumir os mesmo papéis na mesma cena. Foi uma grande invenção, a repartição dos poderes. Mas o tempo e o modo tudo subvertem.
Por essa razão é essencial a instituição da “liberdade de expressão”; por essa razão é essencial haver contrapoder livre e alternativo; por essa razão, finalmente, é fundamental o papel dos jornalistas no teatro do poder. Apesar do lixo abundante que produzem, os mass media são indutores de transparencia. Apesar de serem também factores de manipulação politica, sem eles esta torna-se infinitamente mais simples.
Com mais ou menos democracia, com ou sem votos, é um risco politico entregar o poder, sem o limitar, ao carismático, por mais atraente que seja.
É esse o perigo das maiorias absolutas, que tanto defendemos aqui no rectangulo (eu incluso); mas os Chaves da Sul América, como os Jardins da ilhas - e até, de forma menor, os Cavacos e os Sócrates (que ainda apoio) à beira mar plantados - são riscos de autocracia.

Em contraponto, na Norte América, qualquer Bush sabe duas coisas:
a) está a prazo
b) tem um contrapeso real (o Congresso, por norma, divergente)


Por aqui, com procuradores a proteger chefes e a censurar carnavais, se não forem os jornais… quem nos guardará dos guardiões?

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19.2.09
 
Summum, crede, nefas animam praeferre pudori, et, propter vitam, vivendi perdere causas
É coisa torpe, podes crer, antepor a vida à honra e, salvando a vida, perder a razão de viver. (Juvenal, Satirae 8.82)

Este verso de Juvenal, citado por Kant, citado por Bergson, exprime bem a força intrínseca do imperativo moral, e a depreciação que sofremos, quando a pureza dos motivos cede à auto-estima. Muito pouco apreciado, no tempo corrente...

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17.2.09
 
Gimme hope Joanna!


Well Jo'anna she runs a country
She runs in Durban and the Transvaal
She makes a few of her people happy, oh
She don't care about the rest at all
She's got a system they call apartheid
It keeps a brother in a subjection
But maybe pressure can make Jo'anna see
How everybody could a live as one


Even the preacher who works for Jesus
The Archbishop who's a peaceful man
Together say that the freedom fighters
Will overcome the very strong
I wanna know if you're blind Jo'anna
If you wanna hear the sound of drums
Can't you see that the tide is turning
Oh don't make me wait till the morning come


Uma musica do carago, já quase foi esquecida...

Este reggae proibido era cantado nos eighties pelas ruas do Soweto.
Joanna é Joanesburgo e o “Archbishop who's a peaceful man” refere-se a Desmond Tutu, futuro prémio Nobel da paz, a meias com o branco que legalizou o ANC, dando o golpe final no sistema racista de “apartheid”. Há 18 anos, no mês de Fevereiro do ano longínquo de 1990, Nelson Mandela era libertado da prisão… Desde aí muita água passou debaixo das pontes. A Africa do Sul, a mais emblemática e desenvolvida democracia africana, está mal, corre hoje o perigo de regredir, afogada na estupidez de novos racismos e corrupções.
Ah! mas a música, a voz, são divinas!

Gimme hope, Jo'anna
Hope, Jo'anna
Gimme hope, Jo'anna
Fore the morning come
Gimme hope, Jo'anna
Hope, Jo'anna
Hope before the morning come

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14.2.09
 

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13.2.09
 
Saudades do tempo

Ali, fala um tempo
que não é daqui, deste chão
que piso…
É um outro tempo mais profundo
a desafiar o cosmos
feito das raízes da Terra
e marcado nas pegadas de lama
agora transformadas em pedra…

Alexandre de Castro sacado daqui

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11.2.09
 
Eu hoje acordei assim...

Enfim! Um pouco de sol matinal, para poder dar uma voltinha à cidade avec mes Dames.

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9.2.09
 
Os Allosaurus da Politécnica


Tudo começou em 1988 quando José Amorim, de Andrés (Pombal) decidiu iniciar as escavações para a construção de um armazém agrícola. Para sua surpresa a retroescavadora desenterrou diversos ossos fossilizados de grandes dimensões.
Convicto de estar perante restos de dinossáurios, procurou encaminhar a informação para uma entidade que pudesse proceder ao estudo dos fósseis descobertos. Foi assim que, no Museu Nacional de História Natural, tomámos conhecimento do achado.
Realizou-se uma escavação de emergência em 1988 e mais em 2005.
O estudo de numerosos restos de terápode de grandes dimensões encontrados na jazida de Andrés revelou a presença de pelo menos dois indivíduos da espécie Allosaurus fragilis.
A descoberta em Portugal foi surpreendente. Até então este género apenas era conhecido no sub-continente norte-americano.
Mas o achado não é inexplicável. Na altura em que os Allosaurus viveram, no final do Jurássico, as terras do norte da América e da península Ibérica estavam muito próximas: a abertura do sector norte do oceano Atlântico apenas se tinha iniciado.
A descoberta de Andrés veio contribuir para a verificação da hipótese de que, há cerca de 150 milhões de anos, houve transferência de faunas continentais entre os territórios americano e europeu.
Este fim-de-semana, iniciou-se nos Museus da Politécnica, a exposição de toda esta história. Estará patente durante o resto do ano de 2009. Deu um trabalhão e é com orgulho que recomendamos a visita.

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8.2.09
 
O Salmo 23

O Eterno é o meu pastor e nada me faltará.
Far-me-á repousar em pastos verdejantes e conduzir-me-á por um lugar de plácidas águas.
Minha alma será restaurada, guiar-me-á nas veredas da justiça por amor do Seu Nome.
Se tiver que seguir pelo sombrio vale da morte, não recearei nenhum mal, porque Tu estarás comigo.
Teu apoio depois do Teu castigo ser-me-ão por consolo.
Diante de mim prepararás uma mesa de delícias na frente dos meus inimigos.
Ungiste com óleo de unção a minha cabeça e o meu cálice transborda de fartura. Unicamente a felicidade e a misericórdia me seguirão durante a minha vida.
E o meu habitar será por longos dias na mansão do Eterno.
(versão judaica, que julgo mais bela)

Agradeço ao Tiago mais uma tertúlia de fim de tarde, com gente que tem encantos. Mas sabia lá eu, que este salmo era o 23, composto segundo conta a tradição, por David, o rei-pastor, cercado de inimigos. Não duvido que seja um dos mais conhecidos, nem que seja pelos funerais em filmes americanos… como o Rocky IV, lol
No entanto, não foi nada disso que me arrepiou a espinha. Foram estas palavras: “pelo sombrio vale da morte, não recearei nenhum mal, porque Tu estarás comigo”; terão sido ditas, vezes sem conta, entre 1941 e 45, nos sítios da ignomínia, perante o Mal.
No coração do salmo está intimidade de Deus; Dele se desprende, como um sussurrar ao ouvido, a força que garante, a confiança ao passar no vale da morte. Quando vier, quando a solidão absoluta me tolher, perante o Mal, quando as pernas me tremerem... sei que Tu estarás comigo.

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4.2.09
 
Ainda que não houvesse inferno para ameaçar, nem paraíso para convidar, nem mandamento para obrigar, o justo faria o que faz pelo amor de Deus apenas.
São João de Ávila, Audi filia

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3.2.09
 
Dinos
Estão quase a chegar... já temos as camas prontas

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2.2.09
 
Feliz o pobre de espirito!
O que é belo, não é ser privado, nem mesmo privar-se, é não sentir a privação.
O acto pelo qual a alma se abre, tem como efeito ampliar, e elevar à pura espiritualidade, uma moral aprisonada e materializada em formulas.

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