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La force des choses
31.12.08
 
Quem não lê é como quem não vê
E diz-me afinal o que é melhor que ler
Talvez comer, talvez beber, talvez...
Mas afinal a leitura dá-te alimento intelectual

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30.12.08
 
Quem não lê é como quem não vê

Vai lá num instante à tua estante

e pega no Dante

Mas se o Inferno te der vontade de fugir

Aí pega na Bíblia pode ser que escapes de lá

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27.12.08
 
Que vai doer, vai
Mas cada vez tenho mais esperança na Crise, ou melhor, todas as minhas esperanças residem nela.

E porquê?
Uma, porque, como dizia algo premonitóriamente um radical, meu amigo: acabaram-se as bizantinices do neoliberalismo; especifico, prova-se não ser verdade que “na prossecução do próprio interesse - como que levado por uma mão invisível - cada indivíduo promove o interesse da sociedade de forma mais efectiva do que quando ele realmente tem intenção de o promover”.
Duas, porque a Crise pode mais do que a política, ou melhor, condiciona o Poder de forma absoluta, como um salutar vazar de maré deixa exposta a mentirocracia: um poder insidioso e subtil, da mentira disfarçada pela psicologia da propaganda, que às vezes também designam por marketing, de que o ultimo exemplo é o escândalo Madoff.
Três, porque, apesar desta crise ter uma dimensão nunca vista, e estar inserida num contexto global nunca experimentado, é igualmente válido afirmar que, nunca existiu tanto conhecimento, tanta experiência acumulada, tanto potencial tecnológico, para poder actuar nas várias dimensões do fenómeno social.

Em suma, a Crise global vai obrigar às respostas adequadas – mas Deus nos preserve do conflito extremo, tradição muito humana – porque é implacável com os erros; cada erro prolonga o sofrimento... acabaram-se as bizantinices.

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24.12.08
 
Beijos santos... cbs em paz
Creio nos anjos que andam pelo mundo,
Creio na deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,
Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes;
Creio no incrível, nas coisas assombrosas,
na ocupação do mundo pelas rosas,
creio que o amor tem asas de ouro.
Amén
Natália

É meu desejo que, aquele Amor em que só há verdade*, encha todo este Natal, e o penoso ano que aí vem,
ao menos...
* Julgo que a esperança está toda no Amor não temporal, aquele que vem do Pai. A verdade, essa julgo que se vê pelos frutos, como diz o evangelho; mas há tantos outros, confusos, falsos, que não são, mas parecem... (em resposta a um e-mail do Rui)

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15.12.08
 

Sócrates avisa que 2009 será um ano difícil.
E depois?
Quando é que ser português, não foi uma arte penosa?

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14.12.08
 
A Pérola da Macaronésia
Sob o título “Este é o parlamento de Eça de Queirós” a Publica de hoje amarga-nos novamente com um artigo sobre a palhaçada "democrática" na ilha ajardinada.
Insultos - és uma cabra; ameaças - levas um tiro nos cornos;
Há quem se refira a uma visita a instituição parlamentar como uma ida aos touros.
Envergonhado (?!) o líder, aquando da visita presidencial ao bananal, excluiu-a do programa: "era dar uma péssima imagem da Madeira mostrar o bando de loucos que está dentro da Assembleia Legislativa"... e com quem é que eles aprenderam?
Para quando, ó Alberto João, um referendo sobre a independência? Não, não aí, mas cá no contenente… isso sim, movia-me, acredita.

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12.12.08
 
António Alçada Baptista
Foi-me referencial na fé e na politica. Por ele, em parte, pensei-me democrata cristão após o 25 de Abril.
Os nós e os laços, que lhe li, foca bem as ligações humanas, as que se desfazem como "laços", as que perduram como os "nós". Por vezes dolorosamente, como o passado que se prende arrastado no presente, que pesa e nos dificulta a marcha.
Aceito quase tudo o que o meu "amor-ódio" VPV hoje escreveu no Publico, um magnífico resumo de ideias sobre este homem.

Menos uma, o ter chamado "pura propaganda" ás suas Conversas com Marcello Caetano. É uma parte desses nós que revejo ao reler as conversas, que recomendo. É um excelente documento para a compreensão do que foi Caetano -nunca democrata, nunca ditador, talvez só um intelectual brilhante que ficou muito aquém - do que foi o marcelismo e daqueles anos do fim, anos que prometeram, que em seguida defraudaram, e que por fim desembocaram no impasse. Impasse esse de onde nascerá a Liberdade, com todos os males e todos os bens, com a herança que hoje, mais uma vez, nos vai defraudando e enterrando devagarinho.

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10.12.08
 
Que se dane o roque-enrole
Aqui não há quem chore, hoje sobra a saudade e um leve início de surdez
Thumbphones guillulizados

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8.12.08
 
O centenário Manoel

A propósito do centenário de Manoel de Oliveira (acima, da direita para a esquerda, o brasileiro Benedito Lopes, Edward Rayson, Manoel de Oliveira, Henrique Lehrfeld, com a cruz de Cristo, e Monte Real) não posso deixar de referir o aspecto que mais me toca no mago do cinema (cujos filmes me fazem sono, admito que por incultura minha), ou seja, as corridas de automóveis. Ele e o irmão, Casimiro de Oliveira (mais conhecido no meio) fizeram parte do escol dos pilotos portugueses, no período entre as duas grandes guerras do século passado.
Do vasto palmarés, creio ser mais relevante, o período em que correu na equipa Ford de Manuel Menéres e Eduardo Ferreirinha (construtor do famoso Edfor) com os protótipos V8 especiais. Foi o fascínio desses carros que levou Oliveira a realizar na época o documentário "Já se fabricam automóveis em Portugal".


1936 - 1º Rampa do Cabo da Roca; 2º Rampa da Pena; 2º Rampa do Buçaco; 3º Circuito de Santarém; 3º Rampa de Santarém
1937 - 1º Circuito do Estoril
1938 - 1º Rampa do Gradil; 3º Circuito da Gávea (Brasil)

"Em boa altura, e já logo asseguir ao 25 de Abril em 1975, retomei o cinema com "Benilde ou a virgem mãe" e acabei por me desinteressar de todo pelas corridas, mas vejo-as, por vezes na televisão. Os carros e os circuitos actuais dão uma grande protecção ao piloto. E ainda bem. No tempo em que corriamos estávamos longe de ter, quer nos carros, quer nos circuitos, essa protecção. De qualquer desastre se não se morria saía-se muito combalido. Porém, mesmo com todas as protecções houve um caso que foi fatal. E quando fui a S.Paulo a um festival de cinema, quis visitar o cemitério onde jaz o corredor brasileiro Ayrton Senna. Havia sobre a tumba, uma placa de ferro com estes dizeres gravados em baixo-relevo: Podem-me roubar tudo, menos o meu amor a Deus". (Manoel de Oliveira na Introdução à História do automobilismo português, Talento 2004)

Em baixo: Em segundo plano, Oliveira no Ford V8 especial, persegue o Maserati de Edward Rayson, no circuito do Estoril de 1937 que o futuro cineasta virá a vencer


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7.12.08
 
Ele e Ela
Ela apareceu
E a beleza dela desde logo o prendeu
Gostam um do outro e agora ele diz que alcançou na vida o maior bem, é feliz.

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Chavez Zelig?
O Púbico de hoje, dedica duas ou três paginas ao aliciante Huginho. No meio de toda a prosa podemos ler dois testemunhos interessantes de adversários políticos.
O director do diário TalCual, Teodoro Petkoff, escreveu num prefácio para o livro Dos Izquierdas: "Chavez é Zelig, aquele personagem de Woody Allen, que se mimetiza segundo o interlocutor que tem à frente.Com efeito, este encantador de serpentes que procura seduzir todos os que trocam palavras com ele é Zelig. Pode ser católico, muçulmano, maoísta, peronista, conservador ou até bolchevique segundo seja o Papa, Jatami, Jiang Zemin, Kirchner, Chirac ou Putin quem esteja à sua frente.(...)Manter os adversários confusos, provocá-los, enganá-los, ajuda-o desde quando os seus superiores no exército não levavam a sério as coisas do "louco" Chavez."

Alberto Barrera e Cristina Marcano no livro Hugo Chavez sin Uniforme, perante a questão "mas quem é este homem? qual de todos os Chavez que existem é o mais autentico?" respondem assim: "há algo em comum a todos (os Chavez). Um desejo. Uma ânsia que o move, que não o deixa dormir. Uma obsessão que, como todas as obsessões, dilata-se sózinha. Não se pode esconder. Seja Chavez o que seja, obsessivamente, sempre deseja poder. Mais poder"

Não sei se será assim, não vivo na Venezuela e até creio que há do bom como do mau no Chavismo - é inegável a redução da pobreza medida pelo índice de Gini, por exemplo - mas, esta é a descrição perfeita de um demagogo.

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5.12.08
 
Miss you
So don't let the world bring you down
not everyone here is that fucked up and cold
remember why you came and while you're alive
experience the warmth before you grow old.

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4.12.08
 
Angustiosa evocação
Ó meu gandártista, vê mas é se te pões bom, que eu já comprei os bilhetes.
Vamos... como dizia o Senhor: levanta-te e anda!
agasalhado e bebe muita àgua, acrescento eu, lol

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Chicago Transit Authority
Waiting for the break of day. Searching for something to say. Flashing lights against the sky. Giving up I close my eyes. Sitting cross-legged on the floor.

25 or 6 to 4

Staring blindly into space. Getting up to splash my face. Wanting just to stay awake. Wondering how much I can take. Should I try to do some more.

25 or 6 to 4

Feeling like I ought to sleep. Spinning room is sinking deep. Searching for something to say. Waiting for the break of day.

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Da vã glória

Hoje ouvi o Manuel de Oliveira dizer isto:
as derrotas são muito mais importantes do que as vitórias, porque é nas derrotas que o homem é chamado a si mesmo.

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3.12.08
 
Para que tudo mude é preciso que algo permaneça, um Centro;
São eras sobre eras, tempos atrás de tempos, e não há mais que andar na circunferencia de um círculo que tem a Verdade no ponto que está no centro.

Dispersão ou Eterno Retorno?

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2.12.08
 
Ghost riders in the sky
Escrita em 1948 por Stan Jones esta cantiga country teve bué versões
A primeira em 1949
As melhores, digo eu, aconteceram em 1979, esta e aquela
Mas a imortal, absolutamente original, apareceu antes, em 1971

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1.12.08
 
1640
Em 1640 já o império de Filipe de Espanha estava ameaçado de desmembramento, pelas revoltas da Catalunha e de Lisboa, apesar da guerra dos Trinta Anos se ainda ter prolongado até 1648. Portugal estava pobre e fraco, na verdade já fora vitima de duas "mortes", o suicidio do Verão de 1578, em Alcácer Quibir, que liquidou a nação armada, e o que derrotou a nação maritima no mar da Mancha, porque a Invencivel Armada era todo o nosso poder naval.
E agora não teria de defrontar-se, como ao tempo de Aljubarrota, com a invasão de um exercito castelhano, mas com uma Espanha, cujo poder era acrescido pelos senhorios italianos e da Flandres, pelas riquezas das Indias Ocidentais, e pela força moral das vitorias militares sobre os luteranos.

Segundo a tese de Madrid, a Restauraçao portuguesa contou, sobretudo com o apoio francês, consequencia da situação internacional em plena guerra do Trinta Anos, mas também é facto que Portugal obteve um sucesso imediato com a adesão ao movimento restaurador das praças do Ultramar, excepçao feita a Ceuta. Sem essa adesao, a tentativa de entronizar o Duque de Bragança teria abortado.
Contudo, o mais importante para explicar a revolta terá sido a insurreição catalã, e a mobilização de 7.000 soldados portugueses, usados por Madrid às custas de Lisboa. Esta mobilização para uma guerra alheia, quando com os interesses portugueses sob ataque holandês no Ultramar, pondo em risco toda a actividade comercial da metropole, foi extermanete impopular.
A nobreza fixada no reino e o clero, sobretudo a Companhia de Jesus - não obstante a firmeza face a expansão protestante - foram os interpretes de um sentimento popular favoravel à Restauração. As adesoes rápidas à revolta em todo o reino, incluindo as terras de fronteira, dão a ideia de que os 40 conjurados de 1640 beneficiavam do apoio da nobreza rural, para além da debilidade do poder militar da imperial nas terras de Castela e Leão.
O poder português restaurado já nao se assemelhava ao da II dinastia, já nao correspondia ao lugar fronteiro da Cristandade, o dominio do Indico estava perdido, o da Africa quase limitado aos presidios da costa, e com o abandono do Oriente oferecia pouco. Na Europa, a exiguidade e pobreza do territorio, a falta de braços originada pelos empreendimentos ultramarinos, e as devastaçoes da guerra, reduziam Portugal a uma frente de diversao anti-espanhola para a França, e a uma eventual testa de ponte para a Ingalterra.

Regressávamos de algum modo, à posição das guerras fernandinas. Só o Brasil oferecia um vasto campo de expansão, mesmo assim, ameaçado pelas pretensoes francesas e holandesas, e pelas posiçoes espanholas na America do Sul.
A dura experiencia dos 27 anos de guerra seguintes, obrigou Portugal a uma revisao completa da sua colocação no tabuleiro estratégico mundial.
Mas o factor que se manteve constante, reforçando a identidade nacional, foi que aqui, o cio absorvente de Castela nunca logrou o que conseguiu nas outras naçoes hispanicas - galegos, bascos, catalães.

Em 1833 por vontade popular, em 1640 por determinação da nobreza, sempre o estado lusitano ressurgiu das crises; por muitos visitados, por muitos dominados, por muitos colonizados, mas ainda não fomos liquidados.

Com a ajuda de Pinharanda Gomes (Pensamento Portugues, Templo) e Soares Martinez (Historia Diplomatica de Portugal, Verbo)

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