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La force des choses
31.10.08
 
Tributo ao Cão

O único amigo completamente altruísta que um homem pode ter neste mundo egoísta, o único que nunca o abandona, o único que nunca se mostra ingrato ou traiçoeiro, é o seu cão.
O cão está ao seu lado na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Dorme no chão frio, onde sopra o vento invernal e cai a neve crua, só para poder estar ao lado do dono.
O cão beijará a mão que não tem alimento para lhe dar, e lamberá as chagas e feridas que encontrar na dureza do mundo.
Ele vigiará o sono do dono mendigo, como se estivesse a guardar um príncipe.
Quando todos os amigos te abandonam, ele fica.
Quando a fortuna voar e a reputação cair em cacos, ele permanecerá tão constante no seu amor, como o Sol na jornada através do céu.
Se o destino oferecer ao dono, a desgraça, o frio, o desamparo e a falta de um abrigo, o cachorro fiel não pedirá mais do que o privilégio de o acompanhar, para o guardar dos perigos e lutar contra qualquer inimigo.
E quando chegar a hora derradeira e a morte tomar o seu dono nos braços, o corpo sepultado na terra fria, não lhe vai interessar que outros prossigam os seus caminhos, ali, ao lado da campa iremos encontrar o nobre animal, o focinho entre as patas, os olhos tristes, mas abertos, alerta, em guarda genuína e leal, até na morte.

Tradução livre da defesa em tribunal, feita pelo senador George Vest em 1870, a um cão abatido injustamente.

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30.10.08
 
A tristeza do Ocidente
Não percebemos que, com as novas tecnologias da informação, que permitem um controlo muito mais eficaz das operações a maior distancia, se foram dissociando igualmente os diferentes níveis da grande empresa industrial do século passado. E que, com essa separação, foi desaparecendo igualmente a solidariedade inscrita no seio das nações industrializadas: a unidade entre a questão económica e a questão social.
Por outras palavras, esbateu-se a ligação entre o modo de produção e o modo de protecção social – o Estado encolheu e os seus representantes “encolheram-se”.

João Caraça, Público 30-10-08

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21.10.08
 
yatusabes madrid!
God is my co-pilot

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19.10.08
 
A caixinha de música
e a caixinha de musica com a manivela que é preciso ter cuidado porque girando até ao fim da corda não trabalha, mal sentires um estalinho páras e depois basta escutar, primeiro depressa e a seguir cada vez mais vagarosa interrompendo-se a meio do refrão e a gente uma melancolia tranquila, sempre imaginei que se morria dessa forma, um sonzito a prolongar-se uns segundos antes de desistir e desistir significa os olhos noutro sítio dado que aquilo que ficou não são olhos
(como não é boca nem nariz nem testa, são fragmentos estranhos)
a extinguirem-se pedindo
- Não me deixes ir embora

António Lobo Antunes, O arquipélago da insónia, Dom Quixote 2008

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16.10.08
 


The Fed has a lot of tools, but it can't fix a primal human emotion: panic
(TIME magazine October 20, 2008)

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14.10.08
 
Tá-se bem...
boquinha que queres?
coração que desejas?

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7.10.08
 
Lindo Lumeneo
No ultimo Salon de Genéve, apareceu-nos um espécime novo; daquelas pequenas novidades que, no meio da turbulência da crise, ainda consegue dar um pouco de ar fresco.
Chama-se Smera e é produzido pela empresa francesa Lumeneo. A carripana pretende aliar o melhor da moto – manobrabilidade no trânsito e facilidade de estacionamento – com o melhor do carro – protecção numa cápsula rígida e um tecto à chuva.

Para que a "pegada" seja mínima, o passageiro senta-se atrás do piloto, como nas motos. Mas para além disso, este veículo de quatro rodas é movido a electricidade - dois motores de vinte cavalos às rodas de trás – com autonomia para 150 km e 130 km/h de velocidade máxima.
Com auxílio do computador, em função da velocidade, do estado da estrada e da direcção do movimento, inclina-se até um ângulo de 25º em curva, como se fossem... duas rodas. Para o ano, saberemos o preço de mercado... são coisas destas que me dão alento ;)

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5.10.08
 
Do 5 de Outubro
De maneira geral, pode pois, dizer-se que a revolução foi feita por esse "povo" (e obviamente, pela Carbonária militar), sob a direcção das camadas mais baixas da pequena burguesia. É também interessante sublinhar que, de um ponto de vista sócio-profissional, os carbonários portugueses de 1910 se aparentavam muito estreitamente aos sans culottes do Ano II, aos "setembristas" de 1836 e aos communards de 1871.
Por toda a Europa se extinguia já o mundo material a que pertenciam e, com ele, a ideologia que era a sua e os "grandes" exemplos históricos que os animavam. Na verdade, enquanto os chefes "respeitáveis" do Partido Republicano Português tomavam por modelo os republicanos franceses "pós-Dreyfus", os militantes da Carbonária Portuguesa punham os olhos em 1793, em Mazzini e na Barcelona anacrónica do fim do século. Significativemente, excepto por dúzia e meia de operários fabris e um ou outro electricista, fotógrafo ou motorista, as profissões conhecidas dos revolucionários de Outubro nada tinham a ver com a tecnologia dominante na Europa da época. De certo modo, a República vinha cem anos atrasada e os republicanos, que se proclamavam construtores de um país "novo", eram efectivamente homens do passado.
in Valente, VP, O Poder e o Povo, Gradiva 1976 (pg 139)

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