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La force des choses
8.7.06
 
La Merda d'artista (Tate Gallery)

Il 12 agosto 1961, in occasione di una mostra alla Galleria Pescetto di Albisola Marina, Piero Manzoni presenta per la prima volta in pubblico le scatolette di Merda d’artista ("contenuto netto gr.30, conservata al naturale, prodotta ed inscatolata nel maggio 1961").
Il prezzo fissato dall’artista per le 90 scatolette (rigorosamente numerate) corrispondeva al valore corrente dell’oro.
Le scatolette di Manzoni hanno numerosi precedenti nell’arte del Novecento, dall’orinatoio di Duchamp ("Fontaine", 1917) alle coprolalie surrealiste.
Salvador Dalì, Georges Bataille, e prima di tutti Alfred Jarry con "Ubu Roi" (1896), avevano dato dignità letteraria alla parola "merde".
L’associazione tra analità e opera d’arte (e tra oro e feci) è poi un tema ricorrente della letteratura psicanalitica che Manzoni può avere recepito attraverso la lettura di Jung.
La novità di Piero Manzoni è avere collegato queste suggestioni ad una riflessione sul ruolo dell’artista di fronte all’autoreferenzialità dell’opera d’arte.
Nascono così la Merda d’artista (venduta a peso d’oro), il Fiato d’artista (i palloncini gonfiati dall’alito vitale di Manzoni) e il progetto del Sangue d’artista.
Comments:
gloriosa Arte Póvera
 
ahahah já sabia que era esta. Lembras-te do preço que a Tate pagou? um balúrdio mas já não tenho presente o valor

Aqui para nós- assim embrulhassem eles aqueles riscos a spray que até pagava bilhete para os ver no museu.

Nem imaginas como me tocas numa corda tão sensível ao falar naquela treta. E a aquela treta não são muitas figuras muito giras e em locais bem aproveitados que também existe. Aquela treta é a praga que inundou tudo e não há maneira de se travar.

Ainda agora em viagem até vi uma casa esborratada numas varandas de um 5º andar. Tudo, até ao telhado. É impressionante aceitar-se isso. E vais a Camden Town- que tão bem deves conhecer- e vês punks baris numa boa e mercados e arte de rua que não precisa de vandalizar nada.

Era tão bom que se entendesse que a diferença pode depender de coisas tão simples como disciplina e educação...
 
ehehe :)
neum puto se lembrava disto ;)
foi, foi uma pipa de massa, e agora na busca li algures que cada caixinha tinha 30 grmas ou onças ou lá o qu era, e era vendida ao preço correspondente em ouro! depois em leilão devia dar mais! :))))
outra gira foi saber que estão à rasca pra restaurar a peça, est´-se a degradar, ogases internos a destruirem o metal(!)
talvez se cpturarem umas poias de canito nos passeios, k não faltam :)))
e a propósito, irrita-me que as pessoas não apnhem a merda dos seus cães (como fazem em Inglaterra)

Zazie, percebo que te encanites com a treta dos riscos, mas repito-te que não vejo ali um crime, só uma treta que se resolverá com o tempo. encanito-me mais eu por exemplo com os automóveis na rua, e acho uma porcaria conviver com transito e carros em cima dos passeios, e todos nos adaptamos bem ou mal; também estragam a paisagem urbana.
de qualquer modo não há expressão humana que não tenha passado por alguma marginalidade (a questão é sempre aquilo que prejudica e quem) e cada vez mais a arte é de consumo e deitar fora, só uma pequena parte vale a pena.
":0)*
 
Cbs,

De uma vez por todas- a merda do que andas a chamar arte é isto: http://img.photobucket.com/albums/v327/Zaziedanslemetro/Untitled-1.gif


Desculpa lá mas parece que anda tudo parvo e já me chateei hoje no Cocanha como nunca me tinha chateado.

Que diabo, não vivemos de palavras. Riscar tudo quanto se vê à frente como se fosse seu e feito para si é vandalismo. Chamar-lhe outra coisa é palermice. E dizer que se educa um jovem incutindo-lhe a ideia que é dono do mundo e que tudo o que rodeia foi feito para ele usar, estragar, espatifar, sujar ou pintar, só pode ser coisa de louco.

Já agora que acabem com a legislação que ainda diz que é proibido afixar cartazes ou panfletos ou seja o que for na propriedade pública.

Parece que estamos toninhos ou quê? Se desde pequeno te dessem total liberdade para fazeres o que bem te desse na real gana tinhas-te tornado um monstro. Tu e qualquer pessoa. Ninguém nasce ensinado. Agora que há deseducação ainda se chame arte urbana é que é preciso ter lata.

Como é que eles aprendem que não se deve deitar mão ao que não é seu se lhes estão a incutir a ideia que a cidade e tudo à volta é como o caderno diário- e feito para riscar e colocar marca de propriedade?

(by the way- a cena que me chateou hoje não tem nada a ver contigo!)
 
à, esta também foi auto-golo
 
abraços Zaz
gosto demais de ti pra me xatear
talvez até tenhas razão
mas abres-me o apetite pra pintar paredes, sorry*
ficas a ter um amigo na marginalidade :)
 
mas ias-te chatear com quê? já agora esclarece, sff.

Não é disto, desta treta de rabiscos que eu tenho andado a falar e tu a teimar em chamar arte do futuro por oposição à do Louvre?

Por favor. Claro que a historieta foi um tanto caricata e todos caímos nelas quando somos teimosos. Também me acontece.

Se querias defender o teu ponto de vista tinhas de ser mais cuidadoso. Começavas logo por traçar uma (suposta) diferença entra esta merda e uns bons graffittis e, se fosse preciso até podias recorrar ao Basquiat, ja´agora.

mas nunca podias chamar arte a uam coisa para defender integração de marginalidade. Não devias ter confundido os campos.

É claro que todos sabemos que é muito difícil separar o que está associado, quanto mais não seja porque o material é o mesmo, os sprays idem, e até as pessoas, na maior parte dos casos (tirando os do Chapitô em Lisboa).

E ainda era mais complicado conseguir legimitar o uso de propriedade pública sem o perigo de ser copiada e macaqueada em todo o lado.

O máximo onde podias ter chegado era aos concursos camarários que disponibilizam suportes próprios para os desenhos para evitar que se façam em qualquer lado.

Mesmo assim, do ponto de vista social acho que é mau incentivo porque se está a habituar as pessoas a ilegalidades e usos do que não é seu, como se o fosse.

Creio que topei a tua boca final e nesse caso não tenho problemas nenhuns em o dizer- sim, já pintei paredes com convocatórias para o 1º de Maio, uns meses antes do 25 de Abril.

A diferença é que não era arte, nem inundava tudo porque o pouco que se conseguia fazer era a conta-relógio para não se ser apanhado por um tiro da polícia.

Por acaso, numa das últimas que fiz, houve tiroteio e escapei porque voei, literalmente, dezenas de escadas com mais de 10 metros de altura
":OP
 
beijocas,

também gosto muito de ti e já começo a ficar com vontade de parar esta treta da blogosfera porque dá azo a demasiados equívocos. Palavra. Estava agora mesmo a pensar nisso.

É muito complicado este meio tom entre aproximação e desconhecimento físico. Principalmente porque falta o "tom" e depois fica tudo demasiado pesado pelas ideias.

Às vezes já nem sei o que é pior. Se a desencorporação se encorporar o que não tem corpo...

Estive a reler o que tu escreveste e reparei que me precipitei naquela passagem da pedofilia. Peço desculpa. De facto a coisa não fazia grande sentido e eu estava com a cabeça cheia do assunto à custa do outro post e nem reparei que a tua ideia não era bem essa.
Estavas a dizer que faz sentido a punição quando a própria sociedade já pune (e deste o exemplo da pedofilia) e não faria se esta aceitasse.
Claro que o segundo caso foi de ficção porque a socieade não aceita que se estrague o que é seu. Mas realmente não disseste que para se condenar a pedofilia tinha de se esperar que os costumes sociais mudassem

É claro que a coisa não bate muito certo porque a única coisa que foi tolerada foi a pederastia, não a pedofilia. O que não quer dizer que as crianças tivessem direitos. Eram propriedade familiar.

Nestes casos em que o crime é ssempre crime porque o efeito é sempre o mesmo- mutilação do corpo, doenças, sofrimento- não creio que se precise de estar à espera que toda a sociedade mude. Nestes casos até sou mais "pró jacobina" pois admito que alguns na sociedade se devem antecipar e fazer alterar a lei sem esperar pelo resto.
 
e nunca meteria no mesmo saco os crimes de pedofilia com o aborto. Aí sim, pode depender da aceitação social. Só não depende o infanticidío e por isso mesmo também necessita de estabelecimento de prazos.
 
Zazie
desculpa tive sem net e por isso só respondo agora

xatear é uma força de expressão, mas tens que admitir que és agressiva nas criticas mesmo que tenhas razão...
No fundo talvez quisesse dizer que a conversa tava redonda, afinal eu estava a defender o "mal", tu estás com a lei por ti,... tens razão, eu tinha que ser mais preciso, e não sei o suficiente pra isso, e até posso estar muito enganado... claro
Agora quanto às bocas ("Creio que topei a tua boca final") não vou tão longe, Zazie, por vezes tento ser irónico, mas estávamos a falar num tom mais sério e a tentar falar literalmente (salvo as falhas de discurso mal pensado)não tive intenção pra lá do que disse.

Mas a discussão de fundo, que por enquanto, me parece prematura, tem realmente que ser mais rigorosa;
tu falas do ponto de vista da instituição social, tout court (e estético também, mas aí é opinião) e não concedes tolerancia na protecção dos dominios alheios (publico ou privado).
De acordo, mas desculpa, eu complico, não fico pela lei e discuto a estética.
Tenho curiosidade sobre o fenómeno social (as causas e o que reflete) e tolero comportamentos que não vejo tão graves (não conta aqui, obviamente a minha opinião estética, também).
Falo de subculturas urbanas, do multiculturalismo de um mundo novo de megalopolis, tão ricas como miseráveis ; acho que dessa marginalidade nascem expressões de arte não erudita, escrita, pintada, dançada, etc... e também crime e violencia e bostas, como em tudo, desde sempre.
mesmo sem aderir atudo, gostava de compreender - por exemplo tenho duvidas sobre essa história do Giulianni; cá vejo o contrário, os que fazem graffitti são pacificos mesmo que da amadora; os bandidos são outros - e nunca liguei verdadeiramente ao fenónmeno;
e o meu "tolerante" discurso para os putos é este: se vos tiver de ir buscar à esquadra vou propor que limpem o que fizeram (outro dia um amigo meu disse isso mas o juiz obrigou o puto a pagar 1.800 €; e era só um barraca das obras).
mas tambem digo que haver uma ética, não pintar sobre os outros (bem esta parte é escorregadia, no fundo dá-me gozo) até também já fiz desenhos para pintarem :)
Aí sujeito-me á tua crítica rija, mas tenho de me documentar sobre isto (não tenho é tempo)
depois falamos; já viste que há muito na net, sites e coisas interessantes
Mas sem eu ser mais coerente e estruturado, como dizes, é melhor calar-me :)*
 
Ok, pensei que era boca mas não tinha mal nenhum. Até tinha piada. Foram tempos giros que vivi e não tenho que esconder isso. Há quem faça deles pergaminho de resistência contra o fascismo. Eu limito-me a dizer que andei à porrada com muito gosto

":O)))

Quanto ao resto, se entra em questõs mais próximas, passo. Verdade.

Estava apenas a falar do que me incomoda ver as cidades destruídas por garatujos. Tenho um conceito cívico em que o uso da propriedade pública éstá impedido.

Não penso que deva haver privilégios ilegais para os "coitadinhos" só porque os coitadinhos podem ter veia marginal. Nesse caso coitadinhos dos que são respeitadores e não têm direito a usar as paredes das cidades e das casas para exporem os seus talentos.

Estou mais do lado desses "coitadinhos" que trabalham com muito esforço e sacrifício e também são artistas.

Mas pintam no que é seu. Nem cravam, nem usam o alheio.

E pintam coisas bem bonitas. Podes crer. É com esses que trabalho.

O mundo dos outros "coitadinhos" cheios de poder e com o rei na barriga porque se acham donos do mundo, é-me desconhecido.
 
Cbs,

Uma coisa: se eu estiver a ser cretina e achares que me armei em parva ou fui agressiva gratuitamente faz-me ver isso logo na altura. Palavra. É um pouco idiota mas juro-te que não me dou conta. As pessoas mais próximas sabem como é e sabem que às vezes parece que passo por cima e, como não sinto, nem me dou conta.

Mas acredita que se me responderem à letra e fizerem baixar a bola imediatamente e até gozando com isso, eu não me amofino. Nada. Não me trates como uma flor de estufa.

Lembras-te quando o Lutz mandou aquela boca sobre o crucifixo para eu o enfiar... ehehhe nem imaginas o que me ri e como só aí me dei conta de como estava a ser chata.

“:O)))

O que é capaz de me surpreender negativamente é sempre o excesso de hipocrisias e perfídias mesmo que usem punhos de renda.

Isto é assim, só somos capazes de entender o que conhecemos e somos. Mesmo nos grandes defeitos.
E olha que, por acaso, até me entendo bem com gajos. Fui criada num mundo muito masculino e mesmo no trabalho sempre foi nessa parceria que tenho vivido.
 
Conseguiste irritar até o pacifista do Lutz :))
tenho saudades do arquitecto, e ele, naquele seu estilo "peacefull" também consegue ser chato, lá isso consegue...
 
"e ele, naquele seu estilo "peacefull" também consegue ser chato, lá isso consegue... "

":O))

tu andas com piada nos útlimos dias...
aquela do Zidane ter recuado para tomar balanço

ahhahahahaha
 
não percebo o que aconteceu na cabeça daqueles gajos (lutz e afonso)
até pareciam desertos pra largar a merda da blogosfera, à primeira descupa aí vão eles à vida.

até tu já falaste nisso...
que a gente se farte percebo, mas podemos continuar visitando amigos.
quando se chateiam desaparecem e o corte é absoluto... não há necessidade.
e eu gostava da conversa (mesmo quando dá molho :)...
se me fartar paro uns tempos, mas volto, afinal aqui há liberdade absoluta (coisa rara)

há pessoas sem as quais isto fica mais pobre e eles e tu incluem-se nesse grupo :)*
 
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