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La force des choses
11.10.05
 
Minimal Art

Donald Judd 1974

O Minimalismo abstracto tem como referencia o famoso Black Square de Malevitch, mas só surge em força na década de 60, nos Estados Unidos, como reacção ao Expressionismo abstracto da Action Painting.

Defende a simplicidade, racionalidade e economia de meios, desenvolvendo uma arte despojada de referencias não essenciais. Considero um dos píncaros da Arte Moderna do século passado, cuja influencia se estendeu à Música, à Literatura e à Arquitectura; o Minimalismo esteve sempre no cerne do Modernismo.

Mas num ponto discordo dos teóricos deste movimento (ou nunca o entendi); O Minimalismo defendia que a obra de arte não devia referir-se a outra coisa que não o próprio objecto (daí que muitas vezes usem a designação"untitled");

Não acho. Penso que a Arte tem um carácter instrumental, e a obra serve para nos mostrar mais do que o que lá está; aliás o principal é o que lá não está.

Por detrás do que é dito esconde-se (mas sugere-se) o que o que não é dito.

Essa é a Arte e daí a beleza da economia de meios tão cara ao Minimalismo.


Comments:
Pois para mim, e para lá de qualquer incursão pelas teorias, o que há de grande, sublime, imprescindível na arte, é permitir-nos ver nela - para lá do que ela (a obra) é ou diz ou traz, o que nos aprouver, quem somos, como está o mundo, quem imaginou a peça, quem construiu, quem mostrou... ver, na obra, A obra e ver tudo para além dela. sim... evidentemente, para mim também... ver (talvez como principal) o que lá não está!
 
Como sabe melhor do que eu, certamente, a forma como seria designada essa nova forma de arte levou algum tempo a surgir e foi alvo de muito controvérsia por parte dos críticos, até ser consensual chamar-lhe minimalismo. Quero com isto dizer que não foi nem é simples definir o minimalismo, apesar da sua "característica mínima" e aparentemente perceptível, tal como refere.

Não sei se estarei certa, mas penso ainda que o minimalismo teve uma outra função. A de questionar a própria arte, os seus elementos, o material e o sentido da representação. As obras monocromáticas são alguns exemplos simples.
 
Olá Maria
Sim, tambéma penso que o fascínio da Arte vem do sonho que nos índuz (e do toque na nossa tecla Narcisa também).

Tr
Sei pouco, mesmo pouco (e não é treta).
Amo é a Vida (e a Morte, que para mim difere pouco).
Sei que os artistas "minimalistas" não aceitaram as etiquetas várias que os críticos lhes punham; à falta de melhor ficou esta.
Mas a designação é sempre necessária e raramente adequada.

Questionar a própria Arte; sim muitas vezes, e é o caso.
Os movimentos nascem para reagir ao que está na moda.
Os artistas reagem porque não se sujeitam aos coletes de forças em que andamos metidos.
 
O enervante é a sanha de despojamento e do nada além do que está provocarem, precisamente, a busca do que não está lá! É que se fosse MESMO só um quadrado monocromático, íamos todos embora ... não íamos? Algum dia aceitaremos que "a rose is a rose is a rose"?... Tudo está no tempo e o nosso é sempre o "único"....
 
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