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La force des choses
9.4.05
 
End of the road


Em 1994, a Rover, herdeira da British Motor Corporation (BMC), foi comprada pela BMW, provocando a indignação nacional britânica.
Mas dessa aquisição, e da tecnologia alemã, nasceu o Rover 75, "car of the year" em 1998, salvo erro.
Seis anos após, todo o lucro anual da BMW não chegava para pagar o prejuízo anual da Rover; os alemães decidem então acabar ou vender, encostando o governo de sua majestade à parede.


Mais cenas de nacionalismo e sindicalismo, e um consórcio britânico, a Phoenix Venture, subsidiado pelo Estado (para proteger os direitos dos trabalhadores) recompra a Rover por uma simbólica Libra.
Ou seja, a BMW pagou para se ver livre da Rover.

No ano passado o prejuízo somou 112 milhões de euros.
Ontem fechou a fábrica de Longbridge, deixando 6.000 empregos directos e 20.000 de fornecedores pendurados no pau da roupa.
É mesmo o fim, para um grupo histórico, que sintetísa um século de indústria automóvel inglesa.
E claro, Tony Blair já aí vem com 56 milhões dos "tax payers" para acudir à emergência (para começar...).

Nunca percebi bem a razão pela qual a BMW dava lucro e a Rover, mesmo com tecnologia alemã, deu prejuízo;

suspeito que as arrogantes guerras laborais, de resistência às administrações alemãs, ajudaram muito.
Mas a realidade é muito mais dura do que os desejos dos homens.

Fico triste;

Deus nos livre disto, imaginem se um dia, ali em Setúbal...

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